O futuro da sustentabilidade pode não ser um satélite. Pode ser um peixe.
O nome dele é Gillbert. Um robô do tamanho de um salmão, criado por uma estudante, que já está nadando por lagos no Reino Unido.
Mas ele não coleta dados. Coleta microplásticos. Funciona assim: abre a boca, suga a água poluída, filtra pelas “brânquias” e devolve limpa. Tudo isso sem bateria. Ele se move com energia gerada pela própria digestão do que retém. Sim, ele “come” lixo e gera impacto positivo. Enquanto a gente… consome e terceiriza o estrago. O projeto é de código aberto. Qualquer pessoa pode imprimir, montar e soltar um desses por aí. Inovação que não vem da NASA, mas de uma sala de aula. Solução que não depende de bilhões, só de intenção. O futuro da sustentabilidade pode não ser um satélite. Pode ser um peixe. E nadar silenciosamente onde antes havia só culpa flutuando. hashtag
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