Habitante Terra da Sabedoria
SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
terça-feira, 18 de agosto de 2026
ODISSEIA DA VERDADE: AULA DE EDUCAÇÃO E DEMOCRACIA.
Há 20 anos navego por mares nunca dantes navegados, mas hoje, ao completar 40 anos de travessia de baixo para cima, esta odisseia se torna uma aula viva – não para formar alunos passivos, mas para despertar cidadãos em revolta. Porque a verdade na educação de Fortaleza não se faz com giz e lousa apenas; faz-se com a coragem de escancarar os escombros que as oligarquias insistem em chamar de "progresso".
PRIMEIRA LIÇÃO: OS TÚMULOS DE CIMENTO, OS NÚMEROS DA VERGONHA E A CORRUPÇÃO QUE CALA
Os números não mentem, ainda que as gestões tentem soterrá-los em concreto armado. Escutem o grito das estatísticas: 60% dos cearenses são tragados pelo abismo sem concluir o ensino médio. O Ceará sangra como um dos piores estados em analfabetismo do país – uma ferida aberta que a propaganda oficial tenta maquiar com curativos de papel. O programa "Alfabetizar na Hora Certa" é vendido como joia rara na vitrine da mídia, gastando rios de dinheiro em marketing para se promover como case de sucesso, mas esconde a verdade cruel: atende a uma pequeníssima minoria, enquanto a grande maioria continua sem alfabetizar, jogada às traças, sem acesso às políticas públicas que salvam. Paulo Freire alfabetizou 300 trabalhadores rurais em 40 horas de aula, distribuídas ao longo de cerca de 45 dias (ou semanas de um curso intensivo) em 1963, na cidade de Angicos (RN).
E qual é a bússola desse naufrágio? O SPAECE — que reduz a vida inteira de uma criança e de um jovem a meras duas notas, português e matemática. A própria criadora desse modelo, lá nos Estados Unidos, Diane Ravitch, no livro Vida e Morte do Grande Sistema Escolar Americano: Como os Testes Padronizados e o Modelo de Mercado Ameaçam a Educação, pediu perdão público por sistemas como o SPAECE e suas ADRs, que escondem, sob a camada fria dos números, problemas profundos como os transtornos de aprendizagem.
É contra essa lógica que vamos investir com programas e projetos de lei que criem Núcleos de Saúde Integrada nas escolas — para acompanhar, de fato, a saúde de professores e alunos. Nós defendemos a Educação Integral para a vida: aquela que acontece nas aulas no Território, que se tece com a família em corresponsabilidade e que se orienta pelo Boletim do Futuro. Todos chegaremos juntos — e não apenas alguns. Porque mesmo aqueles que atravessam o ENEM, muitas vezes não conseguem concluir o ensino superior, não ganham mais, nem veem mudança real de vida. É o caso do Ceará, onde a pobreza extrema se perpetua como uma sentença, ecoando tanto nos presídios superlotados quanto nas comunidades sitiadas pelo tráfico.
Quando erguemos os olhos para o mundo, o PISA nos atira no fundo do poço: o Brasil rasteja entre os últimos colocados, provando que o caminho da fragmentação é o atalho mais curto para o abismo. Nenhum dos principais vencedores do PISA separa políticas educacionais das sociais, de saúde e de habitação — tudo é integrado, orgânico, indissociável. Sem saúde, por exemplo, não há quem aprenda nem quem ensine, como nos ensina os conatos de Spinoza, que define a Educação como a própria Alegria de aprender.
A educação que defendemos é integral para a vida, entrelaçada com saúde, moradia e dignidade — e jamais pode ser comandada por ministros e secretários que nunca pisaram numa sala de aula. Porque educador não se faz com discurso de gabinete: educador se faz com o chão da escola na sola do sapato e o suor do aluno na alma.
A corrupção, porém, não vem com capuz; vem de terno, com contratos de construtoras. Vem no estilo Mauro Filho e as construtoras, denunciado pelo próprio irmão, outras na compra superfaturada de livros e no desvio de emendas eleitorais que, neste exato momento, são vasculhadas pela Polícia Federal. Mas onde vão parar esses inquéritos? No fundo do poço da Assembleia Legislativa, onde processos como os Aquários, os Tatuzões e tantos outros – mesmo cheios de provas – são enterrados vivos. Deputados que deveriam fiscalizar se calam feito covardes, repetindo a podridão que vemos no Rio de Janeiro, no Maranhão e em cada canto onde a ficha corrida da impunidade se arrasta.
SEGUNDA LIÇÃO: AS DINASTIAS DO SANGUE E DO SILÊNCIO
Essa cumplicidade mantém, há décadas, oligarquias de direita e de esquerda no poder. Vejam os Mauros Benevides, plantando herdeiros em Redenção como quem planta grileiros. Vejam os Acylons, empurrando a família em cada cidade como gado para o curral. Vejam o André "Raspa-Cu" e o pai que, em um único mandato, já entope a máquina pública com sua parentela. E vejam Bismarck dos Aquários – e aqui a UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ não pode se calar! Não se podem "enterrar corpos no novo prédio" enquanto bilhões em propinas foram soterrados sob a maquiagem do Prédio Esqueleto. Esses bilhões mataram milhares de jovens, roubaram o orçamento da saúde e da educação, e transformaram o Estado no antro de bilionários – mesmo com apenas 2% do PIB, temos mais bilionários per capita que São Paulo. Desde Tasso até hoje, a engenharia política é a mesma: empresários e oligarquias vivendo do Estado. O cofre público virou balcão de incentivos fiscais para a elite, e o cadáver da juventude fica pelo caminho.
TERCEIRA LIÇÃO: A DITADURA DISFARÇADA DE DEMOCRACIA
Todos esses atentados são ataques frontais à Democracia. A corrupção é a ditadura do dinheiro, que amordaça a vontade popular. Mas eu vos digo: Lula, com sua história forjada no suor e no voto de verdade, sempre enfrentou essas estruturas. Não todas de uma vez, mas a hora chegou. Ele declarou recentemente que a política apodreceu – e podemos gritar em coro –, mas podemos ressuscitá-la pelo voto e pela democracia de verdade. É hora de vencer o centrão e a direita travestida de progresso.
QUARTA LIÇÃO: A INOVAÇÃO ROUBADA DAS PERIFERIAS
E por isso, com a voz trêmula de indignação, clamo ao Presidente da Assembleia, Romeu Aldigueri, e ao Acrísio do CENTEC: reconheçam que o Programa Ceará de Valor para a Juventude Cearense não nasceu em gabinetes refrigerados. Nasceu no suor do Jangurussu, com jovens da universidade e das comunidades, com 14 organizações locais oriundas do REAJE – que surgiu para lutar pelas vidas dos filhos das comunidades pobres. Em democracias de verdade, não se roubam ideias de jovens!
Da mesma forma, recordo a Senadora Luizianne e seu chefe de gabinete Afonso Thiago, que sempre reconheceram nossa colaboração ao trazer recursos para o PROJOVEM e para os CUCAS – embora depois tenham sido aparelhados por secretários de juventude e vereadores da direita.
Recordo também o Governador Cid Gomes e o Secretário Ivo Gomes, que reconheceram nossas ideias na Primeira Feira do Conhecimento da ONU realizada no Brasil – e foi no Ceará que colaborou com a eleição de Camilo Santana. E a Primeira Cartografia do Cinema, com contribuição de Luís do PCdoB. E o Geração Muda Mundo com a Ashoka – o Ceará, um dos poucos governos no mundo a firmar parceria com eles. E o nascimento do Instituto Educação Portal em Pacajus, que recebeu prêmio da ONU em Nova York. Tudo isso está detalhado em 20 anos de memória nesse blog que é testemunha e memória da nossa luta.
QUINTA LIÇÃO: OS MESTRES QUE ME INSPIRAM
São 40 anos que luto em todos os setores, de baixo para cima, pela democracia de verdade e por políticas públicas inovadoras no Brasil e no mundo. Por isso carrego o 40 de Alckmin – que sempre entregou com excelência e impacto social ao povo de São Paulo milhares de necessidades com gestão e sabedoria, e dele busco aprender a governar com competência. E que o Professor Haddad dará continuidade e inovação governando com o povo e todos os setores em São Paulo. Carrego o 13 de Lula – não apenas um número, mas a própria História, a Luta e a Sensibilidade que o colocam ao lado de Mandela, Gandhi e Bernie Sanders como um dos maiores líderes mundiais. Por isso, meu número é 4013 – EGIDIO GUERRA – DEPUTADO FEDERAL.
LIÇÃO FINAL: A REBELIÃO DOS ANCESTRAIS
Por isso, convoco a população cearense: lancem-se pré-candidatos a prefeitos e vereadores em suas cidades! Enfrentem as famílias e oligarquias no poder! Façam isso em homenagem e memória aos seus pais, avôs, bisavós – mortos pela corrupção e pelos privilégios de famílias políticas que cometem atentados contra a Democracia.
Que a memória do Caldeirão (que não se dobrou), de Canudos (que resistiu), de Bárbara de Alencar (que lutou), do Dragão do Mar (que libertou) de Rosa da Fonseca (que enfrentou) e Luizianne Lins nos guie. Esses são os faróis da nossa verdadeira democracia – a que não se curva, a que não enterra corpos no concreto, a que não troca o futuro dos jovens por migalhas de poder.
A odisseia continua. A aula não terminou. Meu grito ecoa das periferias ao palácio: a educação não se faz com duas notas, nem a democracia com duas famílias. Faz-se com a poesia da revolta e a ciência da justiça. 4013 – Para que a verdade ressurja das cinzas, e o Ceará seja, enfim, a pátria de todos os seus filhos.
Os melhores países para estrangeiros morarem em 2026 (o Brasil está na lista)

Crédito,Reuters
- Author,Lindsey Galloway
- Role,BBC Travel
- Published
- Tempo de leitura: 9 min
A pesquisa Expat Insider 2026, da InterNations (uma comunidade global de pessoas que moram e trabalham no exterior), avaliou 31 países, em termos de qualidade de vida, facilidade de adaptação, possibilidades de trabalho, finanças pessoais e as necessidades básicas do dia a dia, como moradia e serviços digitais.
Entre os vencedores deste ano, as avaliações de cordialidade e custo de vida foram as que causaram maiores impactos.
Sete dos 10 primeiros destinos também ficaram entre os lugares mais fáceis para se estabelecer. E cinco eram os líderes mundiais no quesito finanças pessoais.
A BBC conversou com expatriados dos cinco primeiros colocados, para saber por que eles se mudaram para aqueles países, como se adaptaram e o que os possíveis novos moradores devem saber antes de viajar.
1. Panamá
O Panamá ocupa a liderança da pesquisa pelo terceiro ano consecutivo. O país foi o primeiro colocado nos índices de Trabalho no Exterior e Finanças Pessoais.
Dentre os imigrantes pesquisados residentes no país, 87% estão felizes com a vida no exterior, em comparação com a média global de 70%. E 90% afirmam que é fácil encontrar moradia.
Ariel Barrionuevo se mudou da Argentina para o litoral panamenho do Caribe oito anos atrás. Ele passou rapidamente a ter um sono mais profundo, acordar descansado e se sentir mais presente.
"Percebi que não era porque eu estava de férias, mas porque este lugar tem um ritmo próprio", conta Barrionuevo. Agora, ele é diretor do Hotel La Coralina Island House, na ilha Colón.
Seu dia típico inclui uma parada à beira-mar, caminhar pelo jardim tropical e ouvir o canto dos pássaros.
"É um ritual simples, mas me lembra, todos os dias, por que decidi morar aqui", ele conta.
Barrionuevo acha o custo de vida no Panamá mais baixo que na Argentina e destaca a estabilidade econômica, que faz com que o planejamento e os negócios sejam mais previsíveis.

Crédito,Getty Images
Fim do Promoção Agregador de pesquisas
Reza Motalebpour se mudou do Canadá para a Cidade do Panamá em 2026. Ela conta que o trabalho remoto é fácil, com internet confiável disponível em casa e nos espaços de co-working.
Motalebpour também percebeu que os serviços bancários são simples, especialmente porque a economia do país é dolarizada.
A taxa de câmbio pode inicialmente fazer os custos parecerem altos para os canadenses. Mas ela explica que as contas dos serviços essenciais, prêmios de seguro e impostos sobre imóveis no Panamá são relativamente baixos. Com isso, o custo de vida em geral ainda é favorável.
A vida no Panamá também tem seus atropelos. Barrionuevo menciona as entregas demoradas e o clima, que pode reverter rapidamente os planos na ilha onde ele mora.
Mas ele não se arrepende de ter escolhido um estilo de vida mais lento. E incentiva os visitantes ou possíveis imigrantes a tomar a mesma decisão.
Barrionuevo recomenda visitar Bluff Beach, comprar frutas frescas em uma barraca à beira da estrada e passar a tarde observando os surfistas em Paunch Beach.
"Cheguei pensando que estava me mudando para um destino bonito", ele conta.
"Agora, na verdade, vejo que estava adotando uma forma de vida diferente, que valoriza o tempo e não a velocidade, as experiências e não as posses e a conexão, não a atividade constante."
2. México
Em primeiro lugar no quesito Facilidade de Acomodação, o México ocupa o segundo lugar geral e segue sendo o país mais fácil do mundo para que os expatriados se sintam em casa.
Fazer amigos locais é fácil para 73% dos pesquisados, bem acima da média global de 39%. O círculo social é majoritariamente local para duas vezes a média global dos expatriados.
"Fiz amigos melhores no exterior do que eu tinha em Chicago", afirma Kirsten Raccuia, responsável pelo blog de expatriados Sand in My Curls.
Ela e seu marido se mudaram dos Estados Unidos para Puerto Vallarta, no oeste do México, em 2022. Eles dizem que o senso de comunidade e o baixo custo de vida os mantiveram naquele local.

Crédito,Getty Images
Raccuia conta que os tacos de rua custam cerca de um dólar (R$ 5,20) e uma recente cirurgia de emergência de retirada de apêndice, incluindo a internação hospitalar, custou menos de US$ 4 mil (cerca de R$ 20,8 mil), um valor inimaginável nos Estados Unidos.
Para vivenciar melhor a cidade, Raccuia recomenda tomar café da manhã nos mercados locais e visitar a praia no domingo, quando as famílias se reúnem.
"Sim, é coisa de turista, mas os moradores locais também fazem", segundo ela.
Uma ressalva: o México ficou em 25° lugar em segurança entre os 31 países pesquisados, com 68% dos expatriados avaliando positivamente sua segurança pessoal. A média global é de 81%.
3. Tailândia
Terceira colocada em geral, a Tailândia recebe os expatriados mais felizes do mundo — 86% deles relatam satisfação com a vida no exterior.
O país também recebeu a maior avaliação da pesquisa no quesito Custo de Vida, Foram 85% de opiniões positivas, mais que o dobro da média global.
"Nós quatro comemos pelo equivalente a cerca de US$ 1,35" (cerca de R$ 7), conta Bethan Jeentipraphet, relembrando sua primeira refeição de rua na capital tailandesa, Bangkok.
A britânica mãe de dois filhos se mudou de Devon, no sudoeste da Inglaterra, em 2024, com seu marido tailandês. A intenção era ficar um ano, mas, "depois de duas semanas, eu sabia que não iria voltar".
Jeentipraphet afirma que o sistema educacional da Tailândia transformou seu filho.
"O respeito é enorme na cultura tailandesa e os estudantes, aqui, certamente têm o máximo respeito pela educação", ela conta. "Ele é uma criança totalmente nova."

Crédito,Getty Images
Aaron Henry se mudou de Los Angeles, nos Estados Unidos, 11 anos atrás. Para ele, Bangkok se modernizou sem mudar sua cultura.
"A cidade preservou os aspectos únicos da cultura tailandesa e, especialmente na última década, explodiu em termos de cozinha internacional, parques excepcionais, galerias de arte e shopping centers de luxo", descreve Henry.
Ele recomenda caminhar pelos bairros que recebem menos turistas, como Ari e Phra Khanong, para observar a cidade como fazem os moradores.
Jeentipraphet recomenda que os recém-chegados se esforcem para compreender e respeitar os costumes locais, retirando os sapatos antes de entrar nas casas e ouvindo de pé, respeitosamente, o hino nacional, executado em público todos os dias, às 8 e às 18 horas.
"Para os expatriados dispostos a adotar a cultura tailandesa e incorporar as normas culturais, a Tailândia pode ser um lugar extremamente recompensador para se viver."
4. Emirados Árabes Unidos
Com altas notas em Perspectivas de Carreira e Necessidades Básicas para Expatriados (incluindo vistos e idioma), os moradores internacionais acomodam sua vida e constroem suas carreiras nos Emirados Árabes Unidos com facilidade.
A InterNations realizou a pesquisa em fevereiro e março de 2026, pouco antes e depois do início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Por isso, os resultados refletem seus impactos apenas parcialmente.
Mas os expatriados que continuam morando nos Emirados afirmam que, apesar de alguns ajustes, a vida continuou praticamente inalterada.
"O dia a dia em Dubai parece normal", segundo a consultora de imagem Michelle Sterling. Ela divide seu tempo entre Dubai e os Estados Unidos, mas, atualmente, prefere os Emirados.
"Para mim, Dubai oferece um estilo de vida que parece mais seguro, mais confortável e mais barato."

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Nikita Oruganty se mudou de Londres para Dubai no início deste ano, para trabalhar em comunicações. Ela conta que o ambiente acolhedor continua fazendo dos Emirados Árabes Unidos um país atraente.
"Outros países estão dificultando as regras de imigração, mas os EAU sempre receberam bem os expatriados", afirma ela.
Oruganty reconhece como as autoridades do país tratam da segurança e das comunicações durante períodos de incerteza.
"Esta sensação de estabilidade é muito importante quando se vive no exterior, sem a proximidade da sua família", ela conta.
Para observar como os moradores realmente vivem, Oruganty recomenda passar pelo menos um dia longe da versão de luxo da cidade, andar de metrô na hora do rush, caminhar pelos bairros tradicionais de Bur Dubai e Deira, cruzar Dubai Creek de abra (a balsa de madeira tradicional) e comer em um pequeno restaurante indiano, filipino ou libanês.
"É ali que você observa o dia a dia de Dubai, muito mais comum do que sugere sua imagem internacional", explica ela.
Além de Dubai, a expatriada britânica Sharon Mckernan mora em Ras Al Khaimah há oito anos e nunca pensou em voltar.
"Gosto do ritmo de vida simples e prático", segundo ela.
"Não existe a correria constante, o tráfego é menor e, geralmente, há menos complicações diárias, o que nos oferece mais tempo com a família para ir à piscina, à praia ou visitar as montanhas por aqui."
Mckernan também destaca que a assistência médica é rápida e eficiente e que fez amigos com facilidade, com pessoas de todo o mundo.
Para os visitantes, ela sugere observar o pôr do sol em Jebel Jais, a montanha mais alta dos Emirados Árabes Unidos, ou visitar a aldeia histórica de Al Jazirah Al Hamra.
"Ela oferece um lado dos Emirados que é diferente e relativamente desconhecido da maioria", segundo ela.
5. Brasil
O Brasil aparece pela primeira vez entre os cinco primeiros, após ocupar a 15ª posição no ano passado.
O país contou com altas avaliações de felicidade, facilidade de acomodação, cordialidade e cultura local. E muitos expatriados afirmam que o calor humano das pessoas faz com que eles se sintam em casa.
"Você pode encontrar alguém pela primeira vez na quinta-feira e ir à casa daquela pessoa no sábado comer churrasco", conta Clint Manning. Ele se mudou de Barbados para São Paulo para abrir o seu negócio.
"Como vim de Barbados, onde tive um estilo de vida similar, parece muito com a minha casa, mas em escala muito maior."

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Manning relembra que nem todas as pessoas falam inglês no Brasil, o que ele considera uma vantagem.
"Para alguém realmente interessado em aprender o idioma, é uma experiência fantástica, pois você é forçado a se comunicar em português por necessidade", conta ele.
"Fiquei fluente com muito mais rapidez do que se estivesse tentando aprender dinamarquês ou alemão, na Dinamarca ou na Alemanha."
Em São Paulo, Manning recomenda aos estrangeiros visitar os bares e padarias da Vila Madalena e da Bela Vista, comer sushi no bairro japonês da Liberdade e praticar atividades físicas no parque do Ibirapuera, um dos maiores da América Latina.
Mas, mais do que qualquer local ou cenário, os expatriados afirmam que os moradores locais criam a melhor sensação de pertencimento.
"Eles são verdadeiramente interessados e curiosos para me conhecer e fazer com que eu me sinta incluído desde o princípio", conta Chris Kohl, que morou em São Paulo por 12 anos.
"Em vez de fazerem com que eu me sentisse um estrangeiro, os brasileiros me fizeram sentir pertencimento."
Os 10 melhores países para estrangeiros morarem em 2026
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