SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

terça-feira, 28 de julho de 2026

O DEPUTADO FEDERAL CINEASTA QUE RESGATA A MEMÓRIA E FILMA A IMAGINAÇÃO DO NOSSO POVO




Caríssimo eleitor, espectador da vida,

Você que já se emocionou diante de uma tela de cinema; você que sabe que uma imagem bem enquadrada pode mudar o rumo de uma história; você que acredita que a memória de um povo não pode ser apagada — esta carta é para você.

Sou candidato a Deputado Federal. Meu time é o quarenta — quatro décadas escrevendo roteiros, filmando realidades, construindo pontes entre a imagem e a transformação social. Meu atacante é o dezenove — como Yamal, a juventude que entra em campo com a leveza de quem ainda não aprendeu a duvidar. E juntos, time e atacante, vamos vencer a maior de todas as Copas: a Copa do Brasil com Cidadania, Justiça e Estética para todos.

Mas esta partida não se joga com discursos vazios. Ela se joga com imagens, com roteiros, com a força da narrativa. Ela se joga resgatando o que tentaram apagar e filmando o que ainda não foi dito.


A missão sagrada do cinema: resgatar a memória

Vivemos um tempo em que a verdade é contestada, a memória é apagada e o futuro parece incerto. Filmes como "Ainda Estou Aqui" — que resgata a história de Eunice Paiva e a luta contra a ditadura — e "O Agente Secreto" — que nos transporta ao Recife dos anos 1970 em um thriller de espionagem e resistência — nos lembram que o cinema é a memória viva de um povo. São faróis que iluminam o que não pode ser esquecido.

É com essa mesma missão que venho produzindo roteiros e filmes há anos. No blog "Habitante da Terra da Sabedoria", escrevo e reescrevo a biografia de um povo, onde a arte de escritor e cineasta se funde com a matéria bruta da realidade, dos falsos amores, dos sonhos grandiosos e da vida que insiste em ser vivida.

Meu estilo, como costumo dizer, é uma colisão ética e estética. É o ato de filmar um teorema em pleno desmantelamento, sob a luz crua do real, e depois passar a película por um pesadelo lógico. Como Godard, acredito que a imagem não é sagrada — é suspeita. Como Pasolini, faço alegorias metafísicas onde os personagens são afetados por Ideias materializadas. E, como o neorrealismo italiano, busco a textura da vida real: a câmera na mão, a luz suja das lâmpadas fluorescentes, os rostos não lapidados.

Os filmes que já escrevi e dirijo

No filme "RE-EXISTÊNCIAS e RESISTÊNCIAS! Em Busca da Terra da Sabedoria", um drama épico-existencial de realismo fantástico, o protagonista enfrenta o vácuo binário da inteligência artificial e proclama: "A IA é um espelho sem fundo. Nós? Nós somos o filme que queima o projetor". E, em um ato de rebelião, ele rasga as páginas de um roteiro impresso e começa a escrever nas paredes, no chão, no próprio corpo. Esse filme é um grito: não somos dados a serem minerados. Somos narrativas vivas.

Em "THE RED BUTTON", um filme de guerra em tempo real, o mundo assiste ao vivo pela tela do celular enquanto robôs ocupam as ruas dos vencidos. O filme abre com a frase: "BASEADO EM FATOS. O RESTO ACONTECERÁ EM BREVE". É um alerta: o futuro já está sendo filmado. Nós só precisamos escolher que roteiro vamos seguir

Em "INSENSÍVEIS", meu primeiro longa, mergulho no sistema prisional brasileiro. E em " 68 HIGH TECH", exploro a primavera árabe, os movimentos de protesto no Brasil e a luta por educação.

Todos esses filmes têm um mesmo propósito: resgatar a memória e filmar a imaginação de nosso povo. Como escrevi em um de meus textos: "Através das lentes do cineasta, ele captura não imagens, mas pulsações. Seus filmes são espelhos e janelas: refletem nossa cegueira e nos abrem para horizontes de compaixão".

A missão no Congresso: transformar Fortaleza na Hollywood brasileira

O Canadá nos mostra o caminho. Com políticas de incentivo fiscal, Montreal se tornou o "Hollywood dos videogames", abrigando mais de duzentos estúdios. O governo canadense oferece créditos fiscais reembolsáveis de vinte e cinco por cento dos custos com mão de obra qualificada para produções audiovisuais, e a província de Quebec atrai empresas de multimídia com subsídios que cobrem grande parte dos salários dos trabalhadores locais. A Ubisoft, por exemplo, recebeu quase um bilhão de dólares canadenses em créditos fiscais. A Colúmbia Britânica elevou seu incentivo para trinta e seis por cento.

Fortaleza tem tudo para ser a Hollywood brasileira. Temos luz natural incomparável, paisagens deslumbrantes, uma cena cultural vibrante e, acima de tudo, um povo com histórias extraordinárias para contar.

Minha missão no Congresso é transformar essa visão em política pública. Apresentarei projetos de lei que:

1. Instituam o Programa de Incentivo Fiscal para Produções Audiovisuais no Nordeste — com créditos fiscais reembolsáveis de até trinta por cento dos custos com mão de obra local, inspirando-me no modelo do Canadian Film or Video Production Tax Credit (CPTC).

2. Criem o Fundo de Desenvolvimento do Polo Audiovisual de Fortaleza — com recursos do Orçamento Geral da União e do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), para financiar infraestrutura, equipamentos e capacitação técnica.

3. Estabeleçam a Lei de Parceria Estratégica entre Universidades e Estúdios de Cinema — para que estudantes de cinema, comunicação e tecnologia possam atuar em produções profissionais, como já faço há quinze anos com universidades americanas.

4. Instituam o Programa Fortaleza Tela Global — inspirado no modelo de Montreal, com subsídios para atrair estúdios internacionais, promovendo a cidade como destino para produções cinematográficas e de videogames.

5. Criem o Selo "Cinema da Terra da Sabedoria" — para reconhecer e financiar produções que resgatem a memória, a cultura e a imaginação do povo brasileiro.

Por que me escolher como seu jogador na Seleção Brasileira do Congresso?

Porque não sou um político de carreira. Sou um cineasta que filma a verdade onde ela se esconde. Sou um roteirista que escreve o futuro com a tinta da memória. Sou um educador que transforma salas de aula em sets de filmagem e plateias em protagonistas.

Escolha o quarenta — porque são quatro décadas de roteiros escritos, de filmes produzidos, de imagens capturadas. Escolha o dezenove — porque é a juventude que avança, a criatividade que não espera, a energia de Yamal que faz gol quando o jogo parece perdido.

Escolha quatro mil e dezenove na urna. Não é um número. É um filme. É uma tela. É a convocação para a partida mais bonita de todas: a construção de um Brasil onde a memória é lei, a imaginação é política pública e o cinema é a alma da nação.


O apito final

"A máquina travou. Eu ri e chorei diante do vácuo binário. Ela não tem alma para entender que a vida não é um prompt, é um parto! Ela não tem escolhas, não tem cicatrizes, não tem o medo de errar que faz o pulso vibrar".

Nós temos. Nós somos o filme que queima o projetor. E agora, vamos levar esse filme para o Congresso.

Faça parte dessa história. Vista a camisa. Entre em campo e filme comigo.

Vamos vencer a Copa do Brasil com Cidadania, Justiça e Oportunidades para todos — filmando, frame a frame, o Brasil que sempre sonhamos.

Com a câmera na mão e a alma em foco,

Egidio Guerra de Freitas — Candidato a Deputado Federal | 4019


"Nossas vidas são um meio, uma forma de expressão das interações da rede. Precisamos encontrar os desafios, as passagens secretas do castelo da existência bela — e saber nos locomover por elas. Ser um viajante, um internauta das interações, e navegar."



Por que me escolher como seu jogador na Seleção Brasileira do Congresso? 

Porque não sou um político de carreira. Sou um cineasta que filma a verdade onde ela se esconde. Sou um roteirista que escreve o futuro com a tinta da memória. Sou um educador que transforma salas de aula em sets de filmagem e plateias em protagonistas. 

Escolha o quarenta — porque são quatro décadas de roteiros escritos, de filmes produzidos, de imagens capturadas. Escolha o dezenove — porque é a juventude que avança, a criatividade que não espera, a energia de Yamal que faz gol quando o jogo parece perdido. 

Escolha quatro mil e dezenove na urna. Não é um número. É um filme. É uma tela. É a convocação para a partida mais bonita de todas: a construção de um Brasil onde a memória é lei, a imaginação é política pública e o cinema é a alma da nação. 

 

O apito final 

"A máquina travou. Eu ri e chorei diante do vácuo binário. Ela não tem alma para entender que a vida não é um prompt, é um parto! Ela não tem escolhas, não tem cicatrizes, não tem o medo de errar que faz o pulso vibrar". 

Nós temos. Nós somos o filme que queima o projetor. E agora, vamos levar esse filme para o Congresso. 

Faça parte dessa história. Vista a camisa. Entre em campo comigo. 

Vamos vencer a Copa do Brasil com Cidadania, Justiça e Oportunidades para todos — filmando, frame a frame, o Brasil que sempre sonhamos.

Com a câmera na mão e a alma em foco,

Egidio Guerra de Freitas — Candidato a Deputado Federal | 4019 


"Nossas vidas são um meio, uma forma de expressão das interações da rede. Precisamos encontrar os desafios, as passagens secretas do castelo da existência bela — e saber nos locomover por elas. Ser um viajante, um internauta das interações, e navegar."