Você que acredita que a mudança não vem de cima, mas brota do chão; você que sabe que as melhores soluções nascem onde a dor é mais aguda e a criatividade mais fértil; você que confia no poder das organizações da sociedade civil para transformar vidas e territórios — esta carta é para você.
Sou candidato a Deputado Federal. Meu time é o 40 — quatro décadas de trabalho incansável no terceiro setor, empreendendo organizações, tecendo redes, construindo pontes entre o fazer e o saber, entre a comunidade e o poder público. Meu atacante é o 19 — como Yamal, a juventude que entra em campo com a leveza de quem ainda não aprendeu a duvidar. E juntos, time e atacante, vamos vencer a maior de todas as Copas: a Copa do Brasil com Cidadania, Justiça e Oportunidades para todos.
Mas esta partida não se joga sozinha. Ela se joga em rede — com as ONGs que pulsam nas periferias, com as universidades que produzem saber, com as empresas que abraçam o ESG, com os governos que abrem espaço para a inovação, com a cooperação internacional que amplia horizontes. E é por isso que minha quinta missão no Congresso é a mais estratégica de todas: ser o Deputado Federal das ONGs — aquele que transforma tecnologias sociais em políticas públicas e dá escala ao que já funciona.
A jornada que me trouxe até aqui: do Movimento Empresa Júnior à Ashoka.
Minha trajetória no terceiro setor começou cedo. Fui um dos fundadores do Movimento de Empresas Juniores no Brasil, ao lado da grande Daniela Siaulys. Ajudei a organizar o I Encontro Nacional na USP, fundar a Brasil Júnior — a Confederação Brasileira de Empresas Juniores — e realizar a Primeira Conferência Mundial em Fortaleza com a JADE (Confederação Europeia de Empresas Juniores). Contribuí para a lei que legalizou a atuação das Empresas Juniores no Brasil, um movimento que hoje envolve mais de 1.500 empresas juniores, 35 mil estudantes e gera impacto real em todas as Unidades da Federação.
Dali, fundei e empreendi diversas organizações que se tornaram referência: Empreendedores de Sonhos, que deu origem à Aliança Empreendedora no Paraná; o Instituto Educação Portal (IEP) , que começou como uma semente e hoje se tornou uma universidade comunitária, reconhecida com prêmios do Itaú e da ONU em Nova York; o MH2O — uma das maiores organizações de juventude do Brasil, atuando em 14 estados com mais de 6 mil membros; a Agência Mandalla na Paraíba; e tantas outras que levaram transformação a territórios esquecidos.
Essa caminhada me levou a ser reconhecido como Fellow Ashoka em 2001 — uma rede de empreendedores sociais com sede em Washington que atua em 80 países. A Ashoka identifica e investe em pessoas com ideias inovadoras capazes de gerar mudanças profundas na sociedade. E não parei por aí: indiquei outros fellows que hoje são referência, como Joaquim do Banco Palmas, Johnson Sales do MH2O, William Pessoa da Agência Mandalla e Rodrigo Brito da Aliança Empreendedora — fortalecendo uma rede de transformadores que muda o Brasil de baixo para cima. E outras cidades pelo Brasil como a Brasil Futebol Social Clube com Jefferson em Porto Alegre.
Recebi o Prêmio Empreendedor Social da McKinsey e Ashoka, o Prêmio NoviaSalcedo à Excelência na Integração Profissional dos Jovens na Espanha, e fui eleito empreendedor de um novo Brasil pela Revista Você S/A.
A sinergia social: unindo ONGs, Empresas, Governos, Universidades e Cooperação Internacional
Ao longo dessas quatro décadas, atuei gerando sinergias sociais entre os mais diversos atores. Não acredito em soluções isoladas. Acredito em ecossistemas — onde ONGs verdadeiras, empresas com propósito ESG, governos abertos à inovação, universidades produtoras de conhecimento e organismos de cooperação internacional se encontram e se potencializam.
Fui consultor do Banco Mundial e da ONU. Atuei como Articulador de Sinergias Sociais da Assessoria de Juventude do Gabinete do Governador do Ceará. Colaborei na transformação de mais de 15 tecnologias sociais em políticas públicas — desde o Consórcio da Juventude, baseado no modelo da Terra da Sabedoria, o parque de inovação social que funcionava no Banco Mundial.
Desenvolvi e implantei a Rede Nós — Rede Nordeste de Inclusão Social e Redução da Pobreza, em parceria com o Banco Mundial e Banco do Nordeste, 9 governos estaduais e diversos atores sociais. Transformei ONGs em incubadoras de negócios com apoio da Anprotec, Sebrae e USAID. Gestei com o CENTEC o programa Jovem de Valor da Assembleia Legislativa do Ceará e o Prêmio Eu Curo Essa Cidade com a ONU em Nova York.
Ajudei a captar recursos fundamentais: 30 milhões para os CUCAS com a Prefeitura de Fortaleza—os Centros Urbanos de Cultura,Arte,Ciência e Esporte que hoje atende milhares de jovens, 5 milhões para o Programa Geração Muda Mundo com a Ashoka, que financiou 5 mil novos empreendimentos de jovens em 72 cidades cearenses; e recursos para mais de 40 ONGs em todo o Brasil.
A ponte entre o saber acadêmico e a transformação social.
Há 20 anos, realizamos um programa pioneiro de 16 créditos acadêmicos em inovação social para estudantes de universidades americanas como Harvard, Yale, Stanford, MIT e Princeton, além de universidades canadenses e belgas, acompanhando suas pesquisas com o Professor William Calhoun pelo SIT (School for International Training).
Essa experiência me ensinou que o conhecimento acadêmico, quando conectado à prática social, se transforma em tecnologia social — e que a tecnologia social, quando bem documentada e avaliada, se transforma em política pública de alto impacto.
Vi com meus próprios olhos ONGs — como a EDISCA, da qual sou conselheiro há décadas — inaugurarem tecnologias sociais inovadoras com muito mais impacto e muito menos recurso do que as grandes políticas estatais. Vi crianças entrarem tristes, carregando o peso de realidades duras, e saírem felizes — transformadas pela arte, pela dança, pela educação.
A Terra da Sabedoria: o ecossistema que conecta jovens a oportunidades
Toda essa trajetória agora se integra em um ecossistema digital, game e rede social: a Terra da Sabedoria. Uma plataforma onde jovens se conectam a oportunidades de vida em vários setores, numa jornada de letramento que tem o mundo como sala de aula.
A Terra da Sabedoria não é uma rede social como as outras. Seu algoritmo é pedagógico — sugere conexões não por interesses comerciais, mas por potenciais colaborativos. Ela não explora dados; cultiva saberes. É um ecossistema de educação integral para a vida, com a participação ativa das ONGs em parceria com escolas e universidades na curricularização da extensão.
A missão no Congresso: dar escala às tecnologias sociais
Minha quinta missão, ao entrar no Congresso Nacional, será transformar em lei e em política pública as tecnologias sociais que já provaram seu impacto. Não para substituir o Estado, mas para somar, inovar e dar escala ao que funciona.
Apresentarei projetos que:
1. Instituam o Programa Nacional de Fomento a Tecnologias Sociais — com recursos específicos para ONGs e organizações da sociedade civil que comprovarem impacto social, com metodologias validadas e prestação de contas rigorosa.
2. Criem o Selo "Tecnologia Social de Impacto" — reconhecendo e financiando iniciativas que transformam vidas com mais eficiência e menos custo que as políticas públicas tradicionais.
3. Estabeleçam a Lei de Parceria Estratégica entre ONGs, Universidades e Poder Público — para que as universidades possam creditar a extensão realizada em parceria com ONGs e comunidades, como já faço há 20 anos com universidades americanas.
4. Instituam o Fundo Nacional de Apoio à Inovação Social — com recursos do Orçamento Geral da União, fundos de desenvolvimento regional e cooperação internacional, para financiar projetos de base em todo o território nacional.
5. Criem o Programa "ONGs Incubadoras de Negócios" — ampliando o modelo que já implementei com Anprotec, Sebrae e USAID, transformando organizações sociais em polos de empreendedorismo e geração de renda.
6. Estabeleçam a Política Nacional de Ecossistemas de Inovação Social — inspirada no modelo da Terra da Sabedoria, conectando ONGs, escolas, universidades, empresas, governos e cooperação internacional em redes de transformação territorial.
Por que me escolher como seu jogador na Seleção Brasileira do Congresso?
Porque não sou um político de carreira. Sou um empreendedor social que construiu, com as próprias mãos, organizações que transformam vidas. Sou um fellow Ashoka — parte de uma rede global que acredita que a mudança vem de quem tem coragem de inovar. Sou um construtor de pontes entre o saber acadêmico e a prática social, entre as comunidades e o poder público, entre o Brasil e o mundo.
Escolha o 40 — porque são 40 anos de estrada, de ONGs, de projetos, de vidas transformadas. Escolha o 19 — porque é a juventude que avança, a inovação que não espera, a energia de Yamal que faz gol quando o jogo parece perdido.
Escolha 4019 na urna. Não é um número. É uma rede. É um ecossistema. É a convocação para a partida mais estratégica de todas: a construção de um Brasil onde as melhores soluções saem do chão e chegam ao Congresso.
O apito final
Esta campanha é arte. Este mandato será missão. E esta jornada — iniciada há 40 anos em um pequeno grão de terra, atravessando ONGs, universidades, empresas, governos e organismos internacionais — agora se estende ao Congresso Nacional, para que as tecnologias sociais ganhem escala e as políticas públicas sejam inovadas pela sabedoria de quem conhece a dor e a potência de cada território.
Faça parte dessa rede. Vista a camisa. Entre em campo comigo.
Vamos vencer a Copa do Brasil com Cidadania, Justiça e Oportunidades para todos — transformando em lei o que já funciona na vida real.
Com a visão de quem constrói redes e a alma de quem acredita na potência de cada comunidade,
Seu candidato a Deputado Federal — Time 40, Atacante 19
"Mais importante do que observar o que foi feito pelos políticos é pensar o que não foi feito — e por quê. As prioridades revelam a visão de sociedade. E a nossa visão é clara: um Brasil onde as tecnologias sociais são políticas públicas, onde as ONGs são parceiras do Estado, onde cada comunidade tem o poder de transformar sua própria história."










