SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

segunda-feira, 15 de junho de 2026

A China produziu em excesso. A América ficou com o déficit. Caso encerrado?



 

A China produziu em excesso. A América ficou com o déficit. Caso encerrado? Agora faça exatamente a mesma aritmética ao contrário: a América produziu menos, a China ficou com o excedente. Mesma quantia, vilão oposto. Uma identidade que pode culpar qualquer um dos lados provou não ser nenhum dos dois. Encontre a falácia da culpa simétrica.

Baseando-se nas histórias e anotações de campo que coletei ao longo dos anos de professores, profissionais de saúde, policiais e assistentes sociais, o livro desenvolve seis argumentos originais que contribuem para a literatura e oferecem lições para entender a burocracia de rua em contextos vulneráveis.




Estou muito animado para compartilhar a capa do meu novo livro, que será lançado em breve!

Neste livro, revisito 20 anos de pesquisa sobre burocratas de rua no Brasil e reflito sobre o que aprendi ao longo do caminho. Baseando-se nas histórias e anotações de campo que coletei ao longo dos anos de professores, profissionais de saúde, policiais e assistentes sociais, o livro desenvolve seis argumentos originais que contribuem para a literatura e oferecem lições para entender a burocracia de rua em contextos vulneráveis.

A edição em português também será publicada no próximo ano.

Tenho especial orgulho em ver como duas décadas coletando dados, realizando trabalho de campo, analisando evidências, escrevendo e engajando debates acadêmicos culminaram nessa contribuição!! Estou ansioso para ver como essas ideias ressoam com colegas, estudantes e pesquisadores interessados em administração pública e implementação de políticas.

Nem toda novidade representa avanço. E nem todo avanço nasce de uma novidade.


 Nem toda inovação melhora a aprendizagem


A educação desenvolveu uma relação curiosa com a palavra inovação. Em muitos debates, basta uma prática ser nova para receber automaticamente atributos como qualidade, eficiência e modernidade. A novidade costuma ser celebrada antes mesmo de compreendermos seus efeitos sobre a aprendizagem.

Na universidade, esse fenômeno aparece com frequência. Novas metodologias, plataformas digitais, ferramentas de inteligência artificial e diferentes formatos de ensino chegam acompanhados de grande expectativa. Com isso, a atenção frequentemente se volta para o potencial das mudanças, enquanto uma pergunta essencial perde espaço: o que os estudantes efetivamente aprenderão melhor por causa delas?

A história da educação mostra que transformações relevantes raramente acontecem apenas pela introdução de uma nova ferramenta. O impacto depende de como ela é utilizada, dos objetivos pedagógicos e do contexto em que está inserida. Uma tecnologia sofisticada pode gerar pouca aprendizagem, enquanto uma atividade simples, conduzida por um professor experiente, pode produzir resultados extraordinários.

Essa perspectiva se torna ainda mais importante diante da crescente pressão por renovação nas instituições de ensino superior. Em muitos casos, professores sentem que precisam adotar novas práticas continuamente para demonstrar atualização. Quando isso acontece, corre-se o risco de valorizar a novidade mais pelo seu caráter recente do que por sua contribuição efetiva ao aprendizado.

Ao mesmo tempo, a aprendizagem profunda continua exigindo elementos que atravessaram séculos de educação: leitura cuidadosa, concentração, esforço intelectual, argumentação, prática deliberada, reflexão e tempo de maturação. Nenhuma tecnologia eliminou essas necessidades e, em alguns casos, pode até dificultá-las quando adotada sem critérios claros.

Nesse contexto, a questão central não é escolher entre métodos tradicionais ou recentes, mas avaliar a qualidade da aprendizagem que cada estratégia promove. Algumas abordagens merecem ser incorporadas rapidamente; outras exigem cautela, avaliação e evidências mais robustas.

A universidade sempre teve a responsabilidade de produzir conhecimento novo. Por isso, também deve aplicar o mesmo rigor crítico ao analisar mudanças em seus próprios processos de ensino, examinando seus resultados antes de transformá-las em referência.

Nem toda novidade representa avanço. E nem todo avanço nasce de uma novidade.

Mercado de Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista (ADAS): Um Guia Definitivo em PDF!


 Mercado de Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista (ADAS): Um Guia Definitivo em PDF!


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O mercado de ADAS está passando por uma transformação significativa, impulsionada pela mudança para controladores de domínio integrados e sistemas de computação de alto desempenho e baixo consumo de energia, capazes de suportar os complexos requisitos da direção autônoma. Atualmente, a maioria dos veículos novos está equipada com recursos ADAS de Nível 1 ou Nível 2, que se tornaram comuns, estabelecendo o ADAS como base para veículos autônomos.

O mercado de ADAS deve crescer de 361,4 milhões de unidades em 2026 para 582,6 milhões de unidades até 2033, com um CAGR de 7,1%. .

Motorista: Crescente demanda por maior segurança veicular e conforto ao dirigir por meio do ADAS

O aumento dos acidentes de trânsito e programas mais rigorosos de classificação de segurança, como o NCAP, estão incentivando as montadoras a integrar recursos ADAS, como Frenagem Automática de Emergência (AEB), Assistente de Manutenção de Faixa (LKA) e Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC). Ao mesmo tempo, os clientes demonstram maior interesse em recursos de conveniência, como controle de cruzeiro adaptativo e estacionamento automatizado. Isso está levando os fabricantes a oferecer recursos ADAS como opções padrão ou intermediárias em veículos.

Oportunidade: Avanços em tecnologias de direção autônoma que possibilitam capacidades ADAS de próxima geração

Avanços na fusão de sensores, percepção baseada em IA e computação de alto desempenho estão possibilitando uma transição do tradicional ADAS baseado em regras para sistemas mais escaláveis e orientados por dados. Essas melhorias suportam automação de Nível 2+ e Nível 3, permitindo que montadoras introduzam recursos como piloto automático em rodovia, direção sem mãos e assistência à direção urbana.

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