SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

sábado, 25 de julho de 2026

O Deputado Federal Executivo do ESG e a Revolução do Desenvolvimento Integrado

 



Caríssimo eleitor, parceiro em compartilhar missões individuais e desafios,

Você que acredita que o Brasil pode ser muito mais do que um país de promessas; você que sabe que desenvolvimento não se faz com palanque, mas com planejamento, estratégia e alma; você que quer ver o Ceará, São Paulo e todo o Brasil crescendo juntos, em sintonia fina, como uma grande orquestra — esta carta é para você.

Sou candidato a Deputado Federal. Meu time é o 40 — quatro décadas de caminhada, de chão pisado, de pontes construídas entre o mundo dos negócios e o mundo das pessoas. Meu atacante é o 19 — como Yamal, a juventude que entra em campo com a leveza de quem ainda não aprendeu a duvidar. E juntos, time e atacante, vamos vencer a maior de todas as Copas: a Copa do Brasil com Cidadania, Justiça e Desenvolvimento para todos.

Mas esta partida não se joga sozinha. Ela se joga em time — com o Governo federal, com os Estados, com os municípios, com as empresas, com as universidades, com as comunidades. E é por isso que minha quarta missão no Congresso é a mais ambiciosa de todas: construir um grande pacto nacional pelo desenvolvimento sustentável, integrado e humano.


A jornada que me trouxe até aqui.

Antes de ser candidato, fui executivo. Trabalhei na Coca-Cola, na Ambev, na Du Pont e no Amro Bank na área de Corporate Finance. Aprendi ali que estratégia, marketing e finanças são ferramentas poderosas — mas que, sozinhas, não constroem um país justo.

Foi nos corredores dessas empresas que descobri os autores que mudaram minha vida: Michael Porter e sua visão de vantagem competitiva com propósito; Peter Senge e a aprendizagem organizacional; Warren Buffett e a disciplina do valor de longo prazo; Jim Collins e a obsessão pela excelência. Mas foi também ali que encontrei Amartya Sen, com sua economia das capacitações; John Nash, com a teoria dos jogos cooperativos; e Joseph Stiglitz, com a crítica feroz à desigualdade.

Foi essa síntese — competitividade e desenvolvimento humano, eficiência e justiça social — que me levou a criar, com recursos da Confederação Nacional da Indústria - CNI e implantar na FIEC-Federação das Indústrias do Ceara, os Agentes de Responsabilidade Social. Não como um enfeite de marketing, mas como uma função estratégica, integrada ao core do negócio. Foi ali que nasceu o meu compromisso com o ESG — não como moda, mas como missão.

Os pensadores que iluminam nosso caminho.

O Brasil não precisa importar soluções prontas. Precisamos escutar nossa própria inteligência. E temos uma constelação de pensadores que nos mostram o caminho:

  • Celso Furtado nos ensinou que o subdesenvolvimento não é uma etapa, mas uma estrutura que precisa ser rompida com planejamento e visão de longo prazo.

  • Darcy Ribeiro nos lembrou que o povo brasileiro é um povo em construção, capaz de sínteses culturais únicas — e que a educação é o motor dessa transformação.

  • Milton Santos nos mostrou que o território não é palco, mas ator — e que o Brasil precisa ser pensado a partir de suas múltiplas realidades, não de um centro único.

E entre os contemporâneos: Roberto Mangabeira Unger nos desafia a repensar as instituições; Bruno Carazzo aprofunda o debate sobre poder e privilégios; Ricardo Henriques e Neca Setubal nos lembram que a educação é a chave para a mobilidade social; Ricardo Paes de Barros nos dá dados e métodos para combater a desigualdade com precisão cirúrgica.

São esses pensadores que inspiram nosso plano: um Brasil que cresce com tecnologia, que distribui renda com justiça, que protege a natureza com sabedoria, que valoriza o tempo e a participação de cada cidadão.

A sinergia Ceará–São Paulo–Brasil

O interior de São Paulo é um dos mais dinâmicos mosaicos econômicos do país. Campinas, São José dos Campos, Ribeirão Preto, Sorocaba — cada uma dessas cidades é um motor autônomo de crescimento, no agronegócio, na indústria de alta tecnologia, nos serviços.

Mas o Ceará também é potência. Fortaleza é um hub de tecnologia e inovação. O Nordeste é a nova fronteira das energias renováveis — eólica, solar, hidrogênio verde. E é exatamente essa complementaridade que precisamos potencializar.

Meu plano no Congresso é unir os deputados federais de todas as regiões em torno de uma agenda comum com o presidente Lula, o vice-presidente Alckmin e o Governador Haddad. Não como oposição ou situação, mas como projeto de nação. Um pacto federativo que reconheça as vocações de cada Estado e as conecte em uma estratégia nacional de desenvolvimento.


O que podemos fazer no Congresso: projetos de lei para alicerçar a revolução de baixo para cima.

Acredito que a transformação não vem de cima, mas de baixo — das cidades, das comunidades, das empresas, das universidades, das organizações da sociedade civil. O papel do Congresso é criar o ambiente legal e financeiro para que essa energia floresça. Por isso, apresentarei um conjunto de projetos de lei que dialogam com os eixos do nosso plano:

1. Lei do Pacto e Rede Federativa pelo Desenvolvimento Sustentável 
Institui um fórum permanente entre União, Estados e municípios para planejar e executar, de forma integrada, as políticas de desenvolvimento econômico, social e ambiental. Com metas claras, indicadores de impacto e revisão periódica.

2. Lei de Incentivo à Bioeconomia e à Indústria Verde 
Cria linhas de crédito específicas e benefícios fiscais para empresas que investirem em "power shoring" — produção com energia limpa —, em ferro verde, amônia verde, combustíveis sustentáveis de aviação e biocarbono. O Brasil pode se tornar uma potência verde global, gerando milhões de empregos e agregando valor às nossas commodities.

3. Lei da Titulação dos Territórios Tradicionais 
Define um cronograma nacional para a regularização fundiária de 100% dos territórios indígenas e quilombolas até 2030. Não é apenas justiça histórica — é a política de preservação ambiental mais eficaz e barata que existe.

4. Lei do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) para Comunidades 
Cria um programa permanente de remuneração a comunidades tradicionais e pequenos agricultores pela conservação de florestas, nascentes e biodiversidade. Integrado ao mercado de carbono regulado e ao Fundo Amazônia.

5. Lei de Modernização da Gestão Pública com Participação Social 
Fortalecer os conselhos gestores, o orçamento participativo e os mecanismos de controle social, garantindo que os cidadãos tenham tempo e condições de participar ativamente da vida pública — com apoio à redução da jornada de trabalho sem perda de salário, como prática experimental no setor público.

6. Lei de Inovação e Complexidade Econômica 
Cria clusters de conhecimento em biotecnologia, manufatura avançada e serviços digitais, com parcerias público-privadas e financiamento à pesquisa aplicada. Inspirada no modelo de inovação da Finlândia e de Israel, adaptado à realidade brasileira.

7. Lei da Renda Básica da Cidadania 
Amplia o Bolsa Família em direção a uma renda básica universal, garantindo um piso de dignidade para todos os brasileiros. Como defende Guy Standing, a renda básica é um mecanismo de emancipação do tempo — permitindo que as pessoas possam dizer "não" a trabalhos degradantes e invistam em si mesmas, em cuidado familiar e em participação comunitária.

8. Lei de Educação Integral e Humanista no Século XXI 
Financia escolas que adotarem currículos com ênfase em artes, filosofia, ética, educação sócio emocional e contato com a natureza. Proíbe o uso de redes sociais por crianças no ambiente escolar e incentiva a leitura de livros físicos, aulas em campo e a presença da família.


Conclusão: o Brasil como terceira via

Não precisamos ser cópia dos Estados Unidos nem da China. O Brasil tem vocação para ser uma terceira via: um país que concilia crescimento econômico com justiça social, inovação com preservação ambiental, competitividade com solidariedade.

Esta é a revolução que podemos construir juntos — de baixo para cima, das cidades para o país, das comunidades para o mundo. Um Brasil onde o progresso não é inimigo do tempo livre, mas seu aliado; onde a riqueza não está no minério que extraímos, mas na biodiversidade que conservamos e no conhecimento que acolhemos; onde cada cidadão é, finalmente, dono do seu próprio destino.


Por que me escolher como seu jogador na Seleção Brasileira do Congresso? 

Porque não sou um político de carreira. Sou um executivo que aprendeu a integrar finanças e propósito; um professor que ensina transformando; um cineasta que filma a beleza do que é possível; um empreendedor social que constrói, há 40 anos, pontes entre o mundo dos negócios e o mundo das pessoas. 

Escolha o 40 — porque são 40 anos de trabalho, de estrada, de entrega. Escolha o 19 — porque é a juventude que avança, a inovação que não espera, a energia de Yamal que faz gol quando o jogo parece perdido. 

Escolha 4019 na urna. Não é um número. É um pacto. É uma aliança. É a convocação para a partida mais importante de nossas vidas: a construção de um Brasil desenvolvido, justo e sustentável — liderando o Sul Global como terceira via. 

 O apito final 

Esta campanha é arte. Este mandato será missão. E esta jornada — iniciada há 40 anos em um pequeno grão de terra, atravessando empresas, comunidades, Estados e países — agora se estende ao Congresso Nacional, para que o desenvolvimento seja, enfim, um projeto de todos e para todos. 

Faça parte desse time. Vista a camisa. Entre em campo comigo. 

Vamos vencer a Copa do Brasil com Cidadania, Justiça e Oportunidades para todos — e construir, juntos, o Brasil que sempre sonhamos. 

Com a visão de quem planeja e a alma de quem acredita, 

Seu candidato a Deputado Federal — Time 40, Atacante 19 

 

"O Brasil não é um país do futuro. É um país do presente que precisa ser reinventado com coragem, sabedoria e amor — por cada um de nós, em cada lugar, a cada dia."