SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

A laureada com o Nobel Jennifer Doudna, inventora do inovador #technology de edição genética Crispr


 A laureada com o Nobel Jennifer Doudna, inventora do inovador #technology de edição genética Crispr, é cética quanto à substituição da IA no esforço humano no campo da descoberta científica. "Acho que a inovação ainda está realmente no domínio dos seres humanos atualmente", disse ela. "Não estou vendo chatbots tendo uma ideia totalmente nova."


Nem todo mundo concorda. "Empresas farmacêuticas estão firmando dezenas de novos acordos de licenciamento com empresas de IA na tentativa de acelerar o desenvolvimento de medicamentos. O CEO da Anthropic, Dario Amodei, afirmou que isso eventualmente eliminará "a maioria dos cânceres" ao facilitar a adaptação dos tratamentos ao DNA do paciente."

A OpenAI é uma das mais otimistas. Um executivo da OpenAI chegou a dizer que a empresa deveria receber uma parte das vendas de qualquer medicamento descoberto pelo ChatGPT. Ainda assim, "até mesmo os especialistas em câncer que Altman está vendendo continuam alertando que câncer não é uma doença, mas centenas, cada uma precisando de sua própria cura, e que o cálculo não deixa de lado anos de trabalho laboratorial. A razão dela é mais simples. Biologia é difícil. Você não pode simular seu caminho para entender o corpo humano. As pessoas que prometem curas são as que vendem a ferramenta. A pessoa que realmente ganhou um Nobel ao construí-los está dizendo que isso ainda não aconteceu."

O entrevistador reagiu a Doudna. "Então você está dizendo que IA não pode inovar? Doudna não se encolheu. Ela não sabe se não pode. Ela simplesmente não vê isso acontecendo agora. Isso é mais difícil quando você lembra quem está defendendo o caso contrário. Sam Altman afirma que a IA eliminará doenças em até cinco anos. Larry Ellison diz que a IA vai curar o câncer em uma janela de 48 horas."

Um comentarista explicou por que deveríamos ouvir Doudna. "Cada promessa que o Vale do Silício faz sobre a IA curar doenças só atingiu a única pessoa qualificada para verificá-la. Ela passou toda a sua carreira dentro da fronteira real da cura de doenças. Então, quando ela fala sobre o que a IA pode ou não pode fazer na biologia, ela não está adivinhando. Ela está reportando de dentro do laboratório. As palavras dela foram diretas. Ela não está vendo chatbots inovando. Eles resumem os dados. Eles escrevem relatórios. Eles não têm uma ideia totalmente nova que ninguém jamais teve."

Doudna também é honesta sobre o potencial de curto prazo de Crispr. Ela diz que ainda tem um caminho a percorrer, algo que também disse em seu livro de 2017, A Crack in Creation. "O processo de edição é bastante complexo, disse ela. A forma mais comum de usar atualmente é cara e pode ser desagradável para os pacientes. E o Crispr às vezes pode editar a sequência genética errada ou falhar em encontrar o gene alvo."

Doudna também minimizou a probabilidade de "usar a tecnologia para aumentar a inteligência e características semelhantes, já que esse trabalho ainda está em estágio muito inicial. Projetar um bebê é muito mais complicado do que as pessoas imaginam, pois múltiplos genes estão envolvidos e outros fatores, incluindo o ambiente, também desempenham um papel. É difícil extrair os resultados a longo prazo de mudar até mesmo uma sequência de DNA."

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A Alquimia do Território Vivo na Dança Interdisciplinar entre Corpo, Alegria e Complexidade. Por Egidio Guerra

 










Resumo

Este artigo propõe uma reflexão epistemológica sobre a educação como processo de integração sistêmica entre diferentes camadas do pensamento — geográfico, psicológico, biológico, físico-químico e digital —, articuladas pela metáfora da alquimia como operador de transformação do sujeito e do mundo. Partindo da noção de território como categoria geográfica fundamental e do conatus espinosano como força vital de expansão, argumenta-se que a aprendizagem significativa emerge quando os fios de ciências diversas se entrelaçam em metodologias corporificadas, alegres e eticamente orientadas. A pesquisa dialoga com autores da geografia crítica (Moraes, Stürmer), da psicologia da aprendizagem (Espinosa, Vygotsky, Bertini), da teoria da cognição incorporada (embodied cognition) e do pensamento complexo (Morin), propondo uma jornada educacional que integra dados, território, afeto e transformação social.

Palavras-chave: Território; Pensamento Complexo; Conatus; Alegria; Alquimia do Conhecimento; Interdisciplinaridade.


1. Introdução: A Dança dos Fios

A educação contemporânea enfrenta um paradoxo: nunca tivemos tantos dados, tantas ferramentas e tantas disciplinas à nossa disposição, e nunca estivemos tão fragmentados em nossa capacidade de integrá-los. Como propusemos anteriormente, a inteligência artificial opera em camadas verticais — da coleta de dados à interação —, enquanto o pensamento humano se desdobra em rizomas vivos: pensamento espacial, mente corporificada, pensamento biológico, letramentos múltiplos e, agora, letramento digital. O desafio não é mais somar conhecimentos, mas entrelaçá-los.

Este artigo avança nessa reflexão propondo que a verdadeira jornada educacional ocorre quando diferentes ciências — geografia, psicologia, biologia, física, química — não apenas se justapõem, mas dançam entre si, integrando-se em metodologias que reconhecem o território como palco, o corpo como instrumento, a alegria como combustível e a alquimia como metáfora transformadora. Trata-se de uma ecologia do saber onde o concreto, os dados e o afeto se fundem naquilo que denominamos território vivo.


2. O Território como Categoria Integradora

O pensamento geográfico oferece uma lente privilegiada para esta integração. Como argumenta Antonio Carlos Robert Moraes, a geografia contemporânea superou o isolamento metodológico ao reconhecer que "a fundamentação teórica de muitas investigações advém de diálogos entre correntes e autores díspares, revelando um leque de influências distintas não redutíveis a uma classificação única e genérica". O território, nesse contexto, deixa de ser mero recorte espacial para se tornar um campo de forças, "uma teia ou rede de relações sociais que, a par de sua complexidade interna, define, ao mesmo tempo..." modos de existir e resistir.

Arthur Breno Stürmer, ao discutir o desenvolvimento territorial na sala de aula, destaca que abordar o território exige que o professor realize "um percurso interdisciplinar que venha a facilitar sua docência". Sua proposta metodológica utiliza temas geradores como forma de "problematizar a realidade e o contexto dos alunos", conectando território, tecnologia, desenvolvimento e autonomia em uma teia de significados.

É nesse sentido que o território se revela como lugar de síntese: nele convergem os dados geoespaciais (relevo, clima, hidrografia), os dados sociais (demografia, cultura, economia), os dados biológicos (biodiversidade, ecossistemas) e os dados subjetivos (memória, afeto, identidade). O pensamento geográfico, portanto, não é apenas uma disciplina entre outras, mas uma metodologia de integração que nos ensina a ler o mundo em sua concretude e complexidade.


3. A Alegria como Potência de Aprendizagem: Conatus e Educação

Se o território é o onde da jornada educacional, a alegria é o como. A filosofia de Baruch Espinosa oferece um arcabouço poderoso para compreender a dimensão afetiva da aprendizagem. Para Espinosa, a alegria é "o aumento da perfeição, portanto, o aumento da existência, da potência do ato e do pensamento". Esse aumento de potência — o conatus — é "a essência atual de um ser", a força que "parte de nós mesmos, de nossa própria essência, para criar as condições de..." expansão e transformação.

Fátima Maria Araújo Bertini, em diálogo entre Espinosa e Vygotsky, demonstra que a alegria não é um acidente no processo educativo, mas sua condição de possibilidade: "a educação deve promover encontros que potencializem ações criativas e críticas, aumentando a potência de agir". Para Bertini, "a alegria é um aumento da potência e perfeição do ser, essencial para o desenvolvimento humano e para alcançar a felicidade, que é vista como a realização máxima do conatus".

Vygotsky, por sua vez, "enfatiza a afetividade, incluindo a alegria, como elemento central no processo de aprendizagem e desenvolvimento", defendendo que "as emoções impulsionam a motivação, a consciência e a eficácia do aprendizado". O professor, nesse quadro, atua como mediador que "conecta os alunos ao conhecimento" em encontros que "aumentem a potência de agir e promovam aprendizagens significativas".

A alegria, portanto, não é um adorno pedagógico, mas a própria energia do conatus em ação. Aprender com alegria é fortalecer a potência de existir, é afirmar a vida contra a tristeza, a passividade e a servidão. É, nas palavras do próprio Espinosa, buscar "aquele verdadeiro bem que, descoberto e adquirido, fizesse-me fruir para sempre uma alegria contínua e suprema".


4. A Mente Corporificada: Quando o Corpo Dança com o Território

A alegria, entretanto, não é um estado abstrato — ela se encarna. A teoria da cognição incorporada (embodied cognition), respaldada por pesquisas atuais, afirma que "o processamento cognitivo está intimamente acoplado às atividades corporais e ao ambiente". Aprender não é um ato puramente cerebral: "a aprendizagem pode ser potencializada quando o cérebro, o corpo e o ambiente se influenciam mutuamente".

No contexto geográfico, isso significa que o território não é apenas representado mentalmente, mas vivido corporalmente. Caminhar por uma paisagem, tocar o solo, sentir o vento, mapear com o corpo — essas experiências sensoriais não são acessórias ao conhecimento geográfico, mas constitutivas dele. Como aponta a literatura recente, "a cognição é moldada por experiências sensório-motoras nos movimentos humanos e nas interações com o mundo externo".

A integração entre corpo e território produz o que podemos chamar de pensamento situado: um modo de conhecer que emerge da relação ativa entre organismo e ambiente, onde "a interação mente-corpo com o ambiente é parte integral do sistema cognitivo". Dançar com o território é, assim, uma metáfora para essa corporificação do saber — um movimento que integra percepção, ação, emoção e cognição em um único fluxo.


5. Pureza, Impureza e Alquimia: A Metáfora Transformadora

Se o território é o palco e o corpo é o instrumento, a alquimia é o processo que opera a transformação. A metáfora alquímica, longe de ser um ornamento poético, oferece um modelo epistemológico poderoso para pensar a educação interdisciplinar. Como observa Josefa Edna Amâncio, a alquimia é "prática ancestral que unia ciência, espiritualidade e experimentação", e sua potência reside justamente em sua capacidade de "representar a transformação não só das coisas, mas também do jeito que a gente aprende".

A alquimia nos ensina que a transformação do conhecimento não ocorre por purificação — pela separação dos elementos em compartimentos estanques — mas por misturacombinação e reação. É a impureza da vida, a mistura de saberes, a contaminação entre disciplinas que produz o ouro do conhecimento verdadeiramente significativo. O "vaso alquímico" da sala de aula é "um espaço que, transcendendo o domínio disciplinar", permite que "a abordagem interdisciplinar" gere novas sínteses.

Essa alquimia do conhecimento opera em várias frentes:

  • Elementos químicos e biológicos encontram-se com forças físicas (gravidade, energia, movimento) na leitura do território.

  • Dados geoespaciais integram-se a narrativas culturais e memórias afetivas.

  • pensamento matemático (medir, calcular, modelar) dialoga com o pensamento estético (perceber, sentir, criar).

  • letramento digital (algoritmos, IA, modelagem) amplia o letramento cidadão (ética, direitos, participação).

O resultado não é uma disciplina híbrida, mas um campo de forças em permanente transformação — exatamente como o território, exatamente como o sujeito que aprende.


6. Pensamento Complexo e Transdisciplinaridade

Essa alquimia encontra seu fundamento epistemológico no pensamento complexo de Edgar Morin. Para Morin, o pensamento complexo é "um grande projeto transdisciplinar que tem como proposta a inseparabilidade dos fenômenos físicos, biológicos e sociais". Ele se opõe ao "paradigma da simplificação" e ao "pensamento linear", propondo em seu lugar uma abordagem que reconhece "a incompletude, do inacabamento e da parcialidade de todo conhecimento".

O pensamento complexo nos convida a abandonar a ilusão de que podemos compreender o mundo por meio de disciplinas isoladas. Como Morin afirma, "o pensamento é uma emergência da mente humana, de modo que não pode ser concebido por fora da dialógica mente-cérebro-cultura". A educação, nessa perspectiva, não pode ser um processo de acumulação de informações em compartimentos estanques, mas deve ser uma jornada de integração onde o aprendiz é chamado a conectar, relacionar, contextualizar e transformar.

A geografia, com sua vocação natural para a síntese espacial, emerge como uma ciência-piloto dessa complexidade. O território é, por excelência, um sistema complexo: nele se entrelaçam o físico (clima, relevo, recursos), o biológico (ecossistemas, biodiversidade), o social (cultura, economia, política) e o subjetivo (identidade, memória, afeto). Ensinar e aprender geografia é, portanto, ensinar e aprender complexidade.


7. Metodologias da Dança: Integrando Dados, Afeto e Ação

Como traduzir essa visão em práticas educacionais concretas? Propomos três eixos metodológicos interligados:

Primeiro, a leitura territorial integrada: trata-se de abordar o território não como objeto passivo de observação, mas como campo de forças a ser lido com múltiplas linguagens — mapas, dados, narrativas, imagens, sensações. O uso de Sistemas de Informação Geográfica (SIG), imagens de satélite e modelagem digital deve ser acompanhado pela escuta das comunidades, pela observação participante e pela imersão sensorial.

Segundo, a aprendizagem corporificada e alegre: as atividades pedagógicas devem envolver o corpo em movimento — caminhadas, mapeamentos corporais, dramatizações, experimentações. A alegria, como vimos, não é um plus, mas o motor do conatus. Metodologias ativas, jogos, dinâmicas de problematização e projetos colaborativos são veículos para essa alegria transformadora.

Terceiro, a alquimia interdisciplinar: os temas geradores — como propõe Stürmer — devem ser o ponto de partida para conexões entre disciplinas. Um problema territorial (seca, enchentes, migração, desmatamento) não é apenas geográfico, mas também climático, biológico, econômico, político, ético e estético. Ensinar a partir de problemas reais é ensinar a complexidade na prática.


8. Considerações Finais: A Jornada como Transformação

A jornada educacional que aqui esboçamos não é um percurso linear do desconhecimento ao conhecimento, mas um processo alquímico de transformação mútua entre sujeito e mundo. Nessa jornada, o território deixa de ser cenário e se torna protagonista; o corpo deixa de ser suporte e se torna instrumento de conhecimento; a alegria deixa de ser emoção secundária e se torna potência de existir; a interdisciplinaridade deixa de ser palavra de ordem e se torna prática viva.

Integrar dados no território, fortalecer o conatus pela alegria, transformar a realidade pela ética — eis os movimentos dessa dança. Como nos ensina a alquimia, a transformação não ocorre pela pureza, mas pela mistura fecunda; não pela separação, mas pela integração corajosa; não pelo controle, mas pela entrega ao processo.

Que possamos, como educadores e aprendizes, tornar-nos alquimistas do saber — não para transmutar chumbo em ouro, mas para transformar dados em compreensão, isolamento em comunidade, passividade em potência, e o mundo em um território mais justo, mais vivo e mais alegre para todos os seres.


Referências

AMÂNCIO, J. E. Alquimia do conhecimento: encantos elementares do ensino e aprendizagem em química. Revista Tópicos, 2025.

BERTINI, F. M. A. Relação entre alegria e aprendizagem: um diálogo entre Espinosa e Vygotsky. Revista Conatus, v. 17, n. 28, 2025.

MORAES, A. C. R. Geografia, interdisciplinaridade e metodologia. GEOUSP – Espaço e Tempo (Online), São Paulo, v. 18, n. 1, p. 9-39, 2014.

MORIN, E. O Método. Porto Alegre: Sulina, 2020.

STÜRMER, A. B. Geografia interdisciplinar e desenvolvimento territorial. Geosaberes, Fortaleza, v. 8, n. 16, p. 69-80, 2017.

ESPINOSA, B. Ética. Tradução de Tomaz Tadeu. Belo Horizonte: Autêntica, 2023.

_____. Tratado da Emenda do Intelecto. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

Research on Embodied Cognition in Learning and Instruction. Educational Psychology Review, 2024.

SAQUET, M. A. Território e territorialidade: aproximações teórico-metodológicas. Revista Geografares, n. 17, 2015.

LEOPOLDO, E. A teoria regional na atualização da Geografia Crítica. Confins, 2020.

Da pedra ao aço inteligente: a evolução dos Altos-Fornos e a transformação da siderurgia



Da pedra ao aço inteligente: a evolução dos Altos-Fornos e a transformação da siderurgia

Quando observamos um alto-forno moderno, é difícil imaginar que sua origem remonta a estruturas simples construídas há mais de 500 anos. Porém, cada geração de altos-fornos representa um salto tecnológico que impulsionou a indústria, a infraestrutura e o desenvolvimento econômico mundial.

➡️ Séculos XV e XVI – Altos-Fornos Primitivos
Estruturas de pedra e alvenaria, baixa capacidade produtiva e operação intermitente. O processo era artesanal e dependia fortemente da experiência dos operadores.

➡️ Séculos XVIII e XIX – Era Pré-Industrial
Com a Revolução Industrial, os fornos tornaram-se maiores e mais robustos. O uso de novos materiais e técnicas permitiu aumentar a produtividade e a qualidade do ferro produzido.

➡️ Início do Século XX – Altos-Fornos Industriais
A introdução do aço estrutural revolucionou os projetos. Os fornos ganharam altura, estabilidade operacional e maior capacidade de produção, atendendo à crescente demanda industrial.

➡️ Meados do Século XX – Altos-Fornos Modernos
A evolução dos sistemas de controle, recuperação de energia e eficiência térmica elevou significativamente o desempenho operacional. Produzir mais consumindo menos tornou-se uma prioridade.

➡️ Século XXI – Altos-Fornos Atuais
Automação avançada, sensores em tempo real, inteligência de dados, controle preciso dos processos e foco em sustentabilidade. Os altos-fornos atuais alcançam níveis de produtividade, segurança e eficiência inimagináveis para as gerações anteriores.

📈 O que mudou ao longo dessa jornada?

✅ Maior capacidade produtiva
✅ Melhor eficiência energética
✅ Maior controle de processo
✅ Redução de custos operacionais
✅ Mais segurança para os colaboradores
✅ Menor impacto ambiental
✅ Integração com tecnologias digitais e Indústria 4.0

A história dos altos-fornos mostra que a evolução industrial não acontece apenas por máquinas maiores, mas pela combinação de engenharia, inovação, gestão da qualidade e melhoria contínua.

E olhando para o futuro, o próximo grande desafio já está em andamento: produzir aço com menor emissão de carbono, mantendo competitividade e excelência operacional.


Qual você acredita ser a próxima grande revolução da siderurgia: IA, hidrogênio verde ou digitalização total dos processos?
 

Como distinguir factos de mitos sobre o clima


 Como distinguir factos de mitos sobre o clima


Num contexto em que a desinformação sobre as alterações climáticas cresce diariamente, a literacia climática tornou-se uma competência essencial.

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