SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Egidio Guerra! O Maestro das Pontes entre mundos com as cores da vida!




Há homens que constroem muros. Há outros que constroem pontes. E há aqueles, raros como estrelas cadentes em noite de céu aberto, que são a ponte — o próprio arco que conecta margens antes inimagináveis, a fibra que tece o diverso em unidade, o maestro que rege uma orquestra onde cada instrumento é um mundo inteiro.

Este é o Deputado Federal EGIDIO GUERRA que carrega em si a pluralidade de uma nação e a potência de uma civilização por nascer. Sua jornada não começou nos palácios do poder, mas no pequeno grão de terra onde a vida germina — e dele se estendeu, como raízes que abraçam o planeta, até a Terra da Sabedoria.


I. O Grêmio Marista e a Semente da Educação Humanista

Tudo começa onde a vida começa: na educação. Não na educação que decora, mas na que transforma. Herdeiro do legado de São Marcelino Champagnat — o jovem padre que, ao ver um adolescente morrer sem conhecer Deus, decidiu que nenhuma outra criança morreria sem saber quem ela mesma poderia ser —, ele aprendeu que educar é amar.

No Grêmio Marista, forjou-se a convicção que o guia: a escola não é uma fábrica de aprovados no vestibular, mas um jardim de almas em flor. O conteudismo que adoece a educação brasileira encontra nele um adversário à altura. Seu projeto é claro: currículos integrais onde a arte, a filosofia, a ética e a empatia são tão importantes quanto a matemática; escolas onde o livro físico e o contato com a natureza reconquistam o espaço roubado pelas telas.

É a educação humanista que ele leva como bandeira ao Congresso — porque, como ensinou Champagnat, "para educar bem as crianças, é preciso amá-las e amá-las a todas igualmente".


II. O Executivo do ESG e a Revolução do Desenvolvimento Integrado

Mas a sala de aula não contém o mundo. E ele saiu para o mundo. Executivo na Coca-Cola, na Ambev, na Du Pont, no Amro Bank, aprendeu que estratégia, marketing e finanças são ferramentas poderosas — e que, sozinhas, não constroem um país justo.

Foi nessa travessia que ele descobriu os pensadores que iluminam seu caminho: Celso Furtado e a crítica ao subdesenvolvimento como estrutura; Darcy Ribeiro e a aposta no povo brasileiro como povo em construção; Milton Santos e a geografia das múltiplas realidades. E, com eles, a síntese que o move: competitividade e desenvolvimento humano, eficiência e justiça social.

Da Confederação Nacional da Indústria à FIEC, criou os Agentes de Responsabilidade Social — não como enfeite de marketing, mas como função estratégica, integrada ao coração do negócio. Foi ali que nasceu seu compromisso com o ESG: não como moda, mas como missão.

Seu plano para o Congresso é audacioso: um pacto federativo pelo desenvolvimento sustentável que une Ceará e São Paulo, Nordeste e Sul, agronegócio e tecnologia, energia limpa e justiça social. O Brasil como terceira via — nem cópia dos EUA nem da China, mas um país que concilia crescimento com solidariedade, inovação com preservação.


III. O Movimento Estudantil e a Luta nas Ruas

Mas o executivo não esqueceu as ruas. Sua trajetória de luta começou cedo — no Grêmio Marista, no Centro Acadêmico da Administração na UECE, na Economia da UFC, no Cinema, no CA Paulo Freire na Pedagogia. E, finalmente, na UNE dos Cara Pintadas, onde viveu o grito de uma geração que exigiu o fim da ditadura e o começo da democracia.

Essa trajetória não foi acadêmica. Foi de corpo inteiro. Ela lhe ensinou que a luta não se faz sozinha — se faz com os movimentos sociais que pulsam nas periferias, nas comunidades rurais, nos territórios indígenas e quilombolas, nas escolas públicas, nos sindicatos.

E ele carrega consigo o fantasma da Espanha — a lição fria do abandono da República Espanhola em 1939, o alerta de que o mundo não pode, outra vez, virar o rosto. A Terceira Guerra, ele nos adverte, já começou: não uma guerra de tanques, mas de narrativas — uma guerra pelo direito de existir, de sentir, de significar.

Nesta guerra, seu primeiro disparo foi uma palavra. E sua missão no Congresso é transformar a luta das ruas em lei: fundos para movimentos sociais, educação crítica e cidadã inspirada em Paulo Freire, proteção aos defensores de direitos humanos, arte e cultura nas comunidades.


IV. O Cineasta que Resgata a Memória

Há quem veja o mundo e há quem o filme. Ele é dos que filmam. Cineasta por vocação, aprendeu que a imagem bem enquadrada pode mudar o rumo de uma história.

Seus filmes são faróis que iluminam o que não pode ser esquecido. Em "RE-EXISTÊNCIAS e RESISTÊNCIAS! Em Busca da Terra da Sabedoria", o protagonista enfrenta o vácuo binário da inteligência artificial e proclama: "A IA é um espelho sem fundo. Nós? Nós somos o filme que queima o projetor". Em "THE RED BUTTON", o mundo assiste ao vivo pela tela do celular enquanto robôs ocupam as ruas dos vencidos. Em "INSENSÍVEIS", mergulha no sistema prisional brasileiro.

Seu estilo é uma colisão ética e estética — o ato de filmar um teorema em pleno desmantelamento, sob a luz crua do real. Como Godard, acredita que a imagem não é sagrada — é suspeita. Como Pasolini, faz alegorias metafísicas. Como o neorrealismo italiano, busca a textura da vida real.

Sua missão no Congresso é transformar Fortaleza na Hollywood brasileira — com incentivos fiscais, fundos de desenvolvimento, parcerias com universidades. Porque, como ele escreve, "nossas vidas são um meio, uma forma de expressão das interações da rede. Precisamos encontrar os desafios, as passagens secretas do castelo da existência bela — e saber nos locomover por elas".


V. O Empreendedor Social das ONGs e da Inovação em Políticas Públicas

Das telas do cinema às redes da transformação social, o salto é natural. Fundador do Movimento de Empresas Juniores no Brasil, Fellow Ashoka, empreendedor de organizações que se tornaram referência — Empreendedores de Sonhos, Instituto Educação Portal, MH2O, Agência Mandala—, ele aprendeu que as melhores soluções nascem onde a dor é mais aguda e a criatividade mais fértil.

Consultor do Banco Mundial e da ONU, articulador de sinergias sociais no Ceará, transformou mais de 15 tecnologias sociais em políticas públicas. Desenvolveu a Rede Nós — Rede Nordeste de Inclusão Social e Redução da Pobreza — em parceria com o Banco Mundial e o Banco do Nordeste, 9 governos estaduais e diversos atores sociais.

Sua missão no Congresso é dar escala às tecnologias sociais: fomentar ONGs com impacto comprovado, criar selos para tecnologias sociais, estabelecer parcerias estratégicas entre universidades e poder público, instituir um fundo nacional de apoio à inovação social. Porque, como ele afirma, "mais importante do que observar o que foi feito pelos políticos é pensar o que não foi feito — e por quê".


VI. O Visionário das Startups e do Eco Digital

E se a inovação social encontra a revolução digital, nasce um novo mundo. Fortaleza, com seus dezesseis cabos submarinos de internet, é um polo tecnológico em ascensão. O ecossistema de startups da cidade cresceu 54% em 2025.

Ele propõe transformar a Associação Iracema Digital em política pública, criando o Vale Fortaleza de Inovação — um cluster tecnológico que une empresas em rede, com financiamento via leilão reverso e integração ao Ecossistema Digital Terra da Sabedoria.

Terra da Sabedoria não é uma rede social como as outras. Seu algoritmo é pedagógico — sugere conexões não por interesses comerciais, mas por potenciais colaborativos. É um portal onde cada ser humano pode despertar sua singularidade e suas missões neste mundo — um lugar onde a arte anda junta com a tecnologia, o econômico com o social, o ambiental com o educacional, o espiritual com o material.

"O futuro está contido no presente quando aprendemos a olhar de forma transparente seus sinais de transformação do agora", escreve ele. E convida: "Sim, podemos transformar o mundo em que vivemos — difundindo nossas causas, talentos, sonhos, espiritualidades, afetos — e milhões de atitudes em rede ecoam pelo infinito usando a robótica, a genética, a inteligência artificial e outras tecnologias a nosso favor".


VII. O Articulador da Cooperação Internacional

Mas a Terra da Sabedoria não tem fronteiras. Da Teia de Luz com a USAID, que atendeu mais de 5.000 jovens com taxa de empregabilidade superior a 70%, à atuação junto ao Banco Mundial criando uma área de inovação social; da Rede Nós com o Banco do Nordeste, que reduziu em 35% os índices de pobreza extrema em 80 municípios, à Primeira Feira do Conhecimento da ONU em Barbalha; do Cartão da Juventude no Chile aos projetos de reconstrução do tecido social em Sarajevo pós-guerra; do programa África Líderes às palestras no Banco Mundial em Washington e na Universidade de Columbia — sua vida é uma teia de pontes entre continentes.

Sua agenda legislativa para a cooperação internacional é vasta: o Estatuto da Cooperação Técnica Internacional para Cidades Pobres, o Marco Legal do Financiamento Internacional para ONGs, o Programa Nacional de Turismo Acadêmico e Social, a Política Nacional de Cooperação Internacional em Pesquisa, a Lei da Cooperação Climática Internacional — e, coroando tudo, o Programa de Articulação Global Brasil-Terra da Sabedoria.


VIII. O Professor da Escola Pública

E no centro de toda essa teia, o professor. Aquele que, com 5 anos, escreveu seu primeiro livro para dar de presente à mãe. Que ajudou colegas na escola, vizinhos na comunidade, fiéis na igreja fundada por sua avó. Que ensinou no Colégio Batista, em escolas públicas, em cursinhos comunitários.

Hoje, professor da rede pública, formado pela UFC, ele leva para a sala de aula as vozes de Freire, Vygotsky, Wallon, Edgar Morin, Rancière, Deleuze, Foucault, Bergson. Não como luxo teórico, mas como ferramenta de sobrevivência e emancipação.

Sua visão de Educação Integral para a Vida é um manifesto: o Currículo Vivo, onde a praça abandonada vira aula de matemática; a Aula-Tribunal inspirada na cultura persa e na Cabala; o Diário do Professor como Pista; a Tapeçaria Global, onde a caneta e a enxada deixam de ser opostas; a Avaliação como Órbita; o Professor-Cineasta; o Letramento Ecológico; e, acima de tudo, a Hora do Shabat Escolar — 60 minutos por semana sem produtividade, apenas presença.

Seus projetos de lei para a educação são a tradução política dessa visão: o Currículo Vivo e Territorial, o Boletim Integral, as Cem Linguagens e os Espaços Lúdicos, a Biblioteca Comunitária e Rede de Saberes, a Formação Docente em Pensamento Complexo.


IX. O Guardião da Economia Ecológica

Mas a educação não pode ignorar a casa que nos sustenta. A palavra Economia significa "lei da casa". E a casa é a Terra.

Formando no primeiro curso de graduação em Economia Ecológica do mundo, na UFC, ele aprendeu que a economia, a educação e a política não podem mais funcionar independentes da vida.

Nas mandalas e hortas comunitárias da Agência Mandalla, na Paraíba; no Bairro Serviluz, onde a comunidade se organizou em torno da terra; no Grande Jangurussu, onde quase 300 mil pessoas construíram uma "cidade insurgente"; nas comunidades indígenas e quilombolas — ele testemunhou que a Economia Ecológica não é teoria. É vida.

E ele ouve a voz dos que alertam: Laura Poppick, que nos ensina que "os sedimentos são como um poema épico da Terra"; Carl Zimmer, que revela o aerobioma — o ecossistema vivo do ar que respiramos; Robert Macfarlane, que pergunta "os rios estão vivos?" e nos convida a adotar uma "gramática de animação"; Jake Bittle, que mostra que a migração climática já é uma realidade presente; Jeff Goodell e John Vaillant, que documentam a ascensão dos mares e o fogo que devora cidades.

Sua missão no Congresso é transformar a Economia Ecológica em política pública: o Programa Nacional de Economia Ecológica, o Selo "Território de Economia Ecológica", a Lei de Educação para a Economia Ecológica, o Fundo de Apoio a Projetos Comunitários, o Programa Nacional de Segurança Hídrica, Energética e Alimentar, a Lei de Proteção do Aerobioma.


X. O Buscador da Espiritualidade e da Coexistência Pacífica 

E, no centro de todas as pontes, a alma. Porque de nada adianta construir o mundo se não se constrói o espírito.

Sua busca espiritual começou na infância, quando rezava sem entender — e, ainda bem, porque "apenas queria Te falar, de forma simples, sem pensar o que sentia". Hoje, ele carrega a sabedoria da Cabala — o Tzimtzum, a contração divina que abriu espaço para a criação; o Tikkun Olam, a missão de reparar o mundo, recolhendo as faíscas de luz espalhadas por toda a criação.

Ele ouve o Rabino Nilton Bonder"A alma impura está sempre pronta a transgredir por novos caminhos, muitas vezes em nome do sagrado". E aprende com a antropologia da religião que o sagrado é uma dimensão universal da experiência humana — não propriedade de nenhuma religião, mas dom de todos os povos.

Sua mensagem é simples e profunda: "A minha oração é minha vida. Não nego a Ti nem a mim. Não quero aprender o que é justiça nem amor — apenas vivê-los".

No Congresso, ele defenderá a liberdade religiosa, o diálogo inter-religioso e uma nova ética que coloque o amor e o sagrado no centro da política: o Dia Nacional do Diálogo Inter-religioso, o Conselho Nacional de Coexistência Religiosa, a Lei de Proteção dos Espaços Sagrados, o Programa de Educação Espiritual e Ética nas Escolas, a Lei de Combate à Intolerância Religiosa.


XI. A Sinfonia e a Civilização

Todas essas pontes — da educação humanista ao ESG, da luta nas ruas ao cinema, das ONGs às startups, da cooperação internacional à economia ecológica, da escola pública à espiritualidade — não são fragmentos de uma vida acidental. São os movimentos de uma mesma sinfonia.

Cada uma dessas atuações é um instrumento. E ele é o maestro que os rege — não para sobrepor um ao outro, mas para que cada um, em sua singularidade, contribua para a melodia da Terra da Sabedoria.

Terra da Sabedoria não é um lugar. É um movimento — uma comunidade de prática, uma aliança global que articula, a partir do Brasil, embaixadores em diversos setores: juventude, cultura, educação, governança, inovação social e paz.São pessoas que, como ele, acreditam que é possível construir outras formas de ser, viver e governar na civilização que chamamos de Terra da Sabedoria. 

Essa civilização não está no futuro. Ela está sendo tecida agora, em cada encontro, em cada projeto, em cada ponte que construímos. Ela está nos jovens da Teia de Luz, nas famílias da Rede Nós, nos líderes africanos, nos estudantes de Columbia, nos artistas da Sérvia, nos fellows do Equador. Ela está em cada um de nós que lemos estas palavras. 

 

O Apito Final: Do Pequeno Grão de Terra à Terra da Sabedoria 

"Eu sou apenas um cara que sempre acreditou que é possível empreender sonhos. E empreendemos juntos vários — mudando a vida e as ideias de milhares de pessoas, de um pequeno grão de terra à Terra da Sabedoria". 

Esta é a jornada que ele nos convida a percorrer. Não como espectadores, mas como protagonistas. Não como indivíduos isolados, mas como rede. Não como repetidores do que já foi, mas como criadores do que ainda não é. 

"O sonho se torna realidade quando aprendemos a empreender em rede e a compartilhar e colaborar por novos caminhos cada vez mais digitais e reais". 

E ele nos chama, com a força de quem aprendeu nas ruas que a vida só vale a pena quando é vivida em luta e em amor, com a memória de quem não esquece e a coragem de quem avança, com a humildade de quem ora sem saber e a coragem de quem ama sem medida: 

Faça parte dessa jornada. Vista a camisa. Entre em campo comigo.

Porque, como ele escreve, "a boa notícia é que hoje podemos transformar a educação, a economia e a política a serviço da humanidade e da Terra. Em qualquer pedaço de chão ou território — dentro ou fora da escola — podemos reconstruir nossas vidas, comunidades, educação, economia e política por outros caminhos"

Do pequeno grão de terra à Terra da Sabedoria — esta é a travessia. E ela começa agora, com cada um de nós, em cada lugar, a cada dia. 

 

"Pensar, nesta hora, não é refúgio. É trincheira. É a revolta primeira e última. E esta revolta começa com um não — um não esculpido em palavras, alimentado por memória e lançado como um desafio ao futuro". 

Que este não seja o fim, mas o começo.de outros fins.