SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

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Estamos caminhando para a Terceira Guerra Mundial ou este é um receio exagerado?

 

Imagem tratada de uma mulher iraniana usando hijab e roupas pretas, levantando as mãos em desespero, com um fundo vermelho ao lado de imagens sobrepostas de explosões em um edifício e mísseis no ar

Crédito,Getty Images

    • Author,Ahmen Khawaja
    • Role,Equipe de Jornalismo Global
    • Author,Programa "The Global Story"
    • Role,Serviço Mundial da BBC
  • Tempo de leitura: 8 min

Mais de um mês depois do início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, existe o receio de que o atual conflito no Oriente Médio possa se transformar em algo muito maior.

A guerra atingiu, além do Irã, mais de 10 outros países da região, como os Emirados Árabes Unidos, Iraque, Bahrein, Kuwait, Arábia Saudita, Omã, Azerbaijão, Chipre, Síria, Catar e Líbano, além da Cisjordânia ocupada.

Muitos receiam que o conflito atual possa deixar de ser regional e se tornar uma guerra mundial. Mas este receio realmente tem fundamento?

Quando um conflito se torna uma guerra mundial?

"As pessoas tendem a pensar que as guerras são cuidadosamente planejadas e que aqueles que vão para a guerra sabem exatamente o que estão fazendo", explica a professora emérita de história internacional Margaret MacMillan, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, em entrevista ao programa de rádio The Global Story, do Serviço Mundial da BBC.

"De fato, se você observar as guerras do passado... a Primeira Guerra Mundial [1914-1918]... muito do que gerou o seu início ocorreu por acidente e porque as pessoas subestimaram seus oponentes", prossegue ela. "Pense nisso, às vezes, como uma espécie de briga no pátio da escola."

Foi o assassinato do sobrinho do imperador austro-húngaro Francisco José (1840-1916), o arquiduque Francisco Ferdinando (1863-1914), que gerou toda a cadeia de eventos que levou à Primeira Guerra Mundial, segundo MacMillan.

Em questão de semanas, um grupo de alianças empurrou a Europa para o conflito. O Império Austro-Húngaro se levantou contra a Sérvia, a Alemanha apoiou a Áustria, a Rússia se mobilizou em apoio à Sérvia, a França apoiou a Rússia e o Reino Unido, em nome da honra e da estratégia, também entrou na guerra.

Tudo o que se seguiu se tornou uma catástrofe global, explica a professora.

Fogo e fumaça se elevam ao céu após um ataque israelense ao depósito de petróleo de Shahran, em Teerã, no dia 15 de junho de 2025

Crédito,Stringer via Getty Images

Legenda da foto,Os Estados Unidos e Israel atacaram instalações fundamentais para o programa nuclear iraniano, além de unidades produtoras de petróleo e gás do Irã
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O professor de história internacional Joe Maiolo, do King's College de Londres, define "guerra mundial" como uma guerra generalizada, envolvendo todas as grandes potências.

"Na Primeira Guerra Mundial, teriam sido as potências imperiais europeias", explicou ele à BBC. "Na Segunda Guerra Mundial, teriam sido incluídos os Estados Unidos, o Japão e a China."

Muitas pessoas descreveriam as tensões atuais no Oriente Médio como majoritariamente regionais. Mas estariam presentes as condições para uma escalada mais ampla?

Em entrevista à BBC em fevereiro, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse acreditar que o presidente russo Vladimir Putin já havia dado início à Terceira Guerra Mundial e que a única resposta seria aplicar intensa pressão militar e comercial para forçar Moscou a se retirar.

"Acredito que Putin já a começou. A questão é quanto território ele conseguirá tomar e como detê-lo... A Rússia quer impor ao mundo um modo de vida diferente e mudar as vidas que as pessoas escolheram para si", destacou o presidente ucraniano.

Bebê deslocado dorme dentro de uma tenda em um estacionamento junto ao mar em Beirute, no Líbano, no dia 22 de março de 2026

Crédito,AFP via Getty Images

Legenda da foto,Mais de um milhão de pessoas foram deslocadas no Líbano, devido aos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã

Então, qual é o risco atual de ocorrer a Terceira Guerra Mundial?

"Acho que o país com mais probabilidade de escalar o conflito é, provavelmente, o Irã ou seus aliados, como os houthis do Iêmen", afirma MacMillan.

As possíveis ações do Irã, como atacar rotas de navegação ou fechar o Estreito de Ormuz, poderão ter consequências globais, interrompendo o abastecimento de energia e trazendo as principais potências para o conflito, segundo a professora.

O envolvimento dos Estados Unidos também aumenta os riscos. E outros países, mesmo que não estejam diretamente envolvidos, são afetados econômica ou estrategicamente, explica ela.

MacMillan aponta ainda mais um risco: de que o conflito em uma região possa criar oportunidades em outros locais.

A China, por exemplo, pode perceber que essa distração do Ocidente representa uma oportunidade para que ela se movimente em direção a Taiwan. Ou a Rússia poderá intensificar suas ações na Ucrânia, enquanto a atenção global estiver em outro ponto do planeta.

"Sempre existe a possibilidade de que um conflito se espalhe para fora de uma região, em parte porque países fora daquela área observarão oportunidades, já que a guerra envolve pessoas que poderiam impedi-los de fazer o que desejam", explica MacMillan.

Maiolo acredita que o conflito permanecerá regional, atraindo os países do Conselho de Cooperação do Golfo, que inclui a Arábia Saudita. Mas ele não vê a China e a Rússia sendo levadas para a guerra.

Para ele, "esta ideia de que algo acontece no mundo e a China irá se lançar contra Taiwan, simplesmente... não faz nenhum sentido".

"Mas, se estivermos falando em Guerra Mundial, sabe, a Terceira Guerra Mundial, não acho que haja alguma inclinação para que a China e a Rússia se envolvam diretamente e, muito menos, é claro, a Europa."

Ele acredita que a China tem outros planos para sua diplomacia com o presidente americano Donald Trump.

"Quando seu rival está cometendo um enorme erro estratégico, você simplesmente deixa que ele vá e continue o que está fazendo", explica o professor.

Seria do interesse da China não desempenhar um papel diplomático, mesmo sofrendo as consequências da flutuação dos preços do petróleo?

Para Maiolo, este é um preço pequeno a pagar.

"Na hierarquia dos interesses estratégicos como um todo, é muito mais interessante para a China ter os Estados Unidos preocupados com o Oriente Médio do que suas fontes de petróleo."

O papel dos líderes

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, assinam um tratado de parceria estratégica durante uma cerimônia após conversações no Kremlin, no dia 17 de janeiro de 2025

Crédito,AFP via Getty Images

Legenda da foto,Moscou ampliou sua parceria com o Irã, mas sem incluir apoio militar da Rússia a Teerã

Segundo MacMillan, a história tem demonstrado que a guerra, muitas vezes, é deflagrada por orgulho, senso de honra ou por medo dos oponentes.

Ela indica que a história também mostra que os líderes individuais podem estabelecer o curso dos eventos.

"O então primeiro-ministro francês, Georges Clémenceau [1841-1929], na Primeira Guerra Mundial, declarou que fazer a paz é mais difícil que fazer a guerra", relembra a professora.

Para ela, muitas vezes existe o argumento de que, se houver grandes perdas ou sacrifícios das pessoas, os líderes decidem que precisam "continuar para ganhar a guerra".

MacMillan afirma que o orgulho pode ser importante para os líderes e indica Putin como exemplo. "Ele claramente cometeu um erro real ao tentar invadir a Ucrânia."

Pouco depois do início da invasão, quatro anos atrás, Putin declarou que seu objetivo era "desmilitarizar e desnazificar" a Ucrânia, mas a Rússia diz que seus objetivos militares ainda não foram atingidos, destaca a professora.

O ministro da Defesa do Reino Unido calcula que a Rússia tenha sofrido um total de 1,25 milhão de mortes. Acredita-se que este número seja subestimado e, mesmo assim, é muito maior do que todas as mortes americanas ocorridas durante a Segunda Guerra Mundial [1939-1945], segundo o ministro britânico das Forças Armadas.

MacMillan destaca que os líderes que se recusam a recuar ou admitir o fracasso podem prolongar e aprofundar os conflitos.

Ela acrescenta que, no passado, figuras como Adolf Hitler (1889-1945) continuaram lutando, mesmo quando a derrota era inevitável, levados pela ideologia, orgulho ou ilusão. E estas decisões podem transformar conflitos limitados em guerras devastadoras.

Caminhos para a contenção

Coluna de fumaça subindo do local de um ataque aéreo israelense dirigido ao bairro de Al Lailaki, no sul de Beirute, com o aeroporto internacional da cidade visível ao fundo, no dia 4 de março de 2026

Crédito,AFP via Getty Images

Legenda da foto,A guerra dos EUA e Israel contra o Irã começou há mais de um mês

Para atingir a contenção, a diplomacia é muito importante, destaca MacMillan.

"Você precisa conhecer o outro lado... e precisa ficar em contato com eles."

Ela explica que as comunicações melhoraram de todos os lados nos últimos tempos da Guerra Fria (1947-1991) e com o envolvimento da Otan.

"Existem muitos exemplos em que as pessoas disseram 'espere um minuto, isso está ficando uma maluquice'", prossegue a professora. "Eles compreenderam que estava ficando volátil demais e que eles precisavam reduzir a temperatura."

A existência de armas nucleares é sempre uma consideração nas políticas de desescalada, quando grandes potências estão envolvidas.

Maiolo concorda. Para ele, "é preciso haver um reconhecimento... em Tel Aviv, Washington e Teerã... que eles atingiram os limites do que pode ser alcançado".

O professor explica que a continuação da guerra não irá "produzir um resultado desejado" para todos os lados.

"Haverá necessidade de algum tipo de acordo sobre o levantamento de sanções, algum tipo de acordo de segurança, alguma espécie de entendimento sobre o lugar do Irã na política global", segundo ele.

Maiolo afirma que, somente pela mediação, as potências envolvidas podem chegar a um cessar-fogo e, depois, transformá-lo em um acordo mais duradouro.

Edição de Alexandra Fouché.

Ouça aqui o episódio do programa de rádio The Global Story, do Serviço Mundial da BBC (em inglês), que deu origem a esta reportagem.

Por que Trump demitiu a procuradora-geral Pam Bondi e o que isso tem a ver com o caso Epstein.

 

Pam Bondi olhando para a frente. Ela é uma mulher loira de meia idade e veste um terninho preto, com camisa verde por baixo

Crédito,Getty Images

Legenda da foto,Pam Bondi deixa o cargo de procuradora-geral de Trump
Tempo de leitura: 6 min

A procuradora-geral dos Estados Unidos Pam Bondi foi demitida pelo presidente americano Donald Trump nesta quinta-feira (2/4). O vice-procurador-geral Todd Blanche assumirá o cargo interinamente, de acordo com a CBS, emissora parceira da BBC nos EUA.

A saída de Bondi do cargo não é uma surpresa, embora o momento possa parecer um pouco repentino, afirma Bernd Debusmann Jr., repórter da BBC News na Casa Branca.

Ainda ontem, Bondi esteva com Trump em visita à Suprema Corte para ouvir os argumentos no caso que discute o fim do direito automático à cidadania para pessoas nascidas em território americano — conhecida como "cidadania por nascimento".

No entanto, Trump estava cada vez mais frustrado com Bondi devido à forma como ela lidou com os arquivos de Jeffrey Epstein, bilionário que morreu na prisão em 2019, enquanto aguardava novo julgamento, uma década após ter sido condenado como criminoso sexual.

Parlamentares de ambos os lados do espectro político acusaram a agora ex-procuradora-geral de má gestão na divulgação dos arquivos de Epstein, observa Debusmann Jr.

"Além disso, Bondi havia sido encarregada de conduzir investigações criminais contra oponentes políticos, como o democrata da Califórnia Adam Schiff e a procuradora-geral Letitia James — investigações que, em grande parte, não deram em nada", relata o correspondente da BBC.

Trump abordou essas questões publicamente em setembro, em uma postagem nas redes sociais — endereçada a Bondi —, em que dizia que a demora nesses casos estava "destruindo nossa reputação e credibilidade".

Trump e Bondi caminhando lado a lado na Suprema Corte dos EUA em 1º de abril de 2026. Ela veste terno feminino bege e camisa branca e ele usa um terno azul marinho com gravata vermelha e camisa branca

Crédito,X/ @WhiteHouse

Legenda da foto,Trump e Bondi estiveram juntos na Suprema Corte dos EUA na quarta-feira (1/4)

Na tarde desta quinta, Trump publicou uma mensagem em sua rede social Truth Social confirmando que Bondi assumirá um "novo emprego no setor privado" e será substituída por Todd Blanche.

"Pam Bondi é uma grande patriota americana e uma amiga leal, que serviu fielmente como minha Procuradora-Geral no último ano", escreveu Trump.

"Pam fez um trabalho excepcional supervisionando uma repressão massiva ao crime em todo o país, com os homicídios caindo para o nível mais baixo desde 1900", acrescentou o republicano.

A saída de Bondi é a terceira demissão de alto escalão do gabinete de Trump neste mandato, após as demissões da ex-secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, no início deste ano, e a do conselheiro de Segurança Nacional, Mike Waltz — cujo cargo foi incorporado à pasta de Marco Rubio.

Desde que Trump retornou à Casa Branca em janeiro do ano passado, comentaristas políticos americanos têm observado que a relativa estabilidade em seu gabinete representa uma mudança drástica em relação ao seu primeiro mandato caótico, observa Debusmann Jr.

Somente no primeiro ano daquele mandato, o governo Trump viu a saída da procuradora-geral interina Sally Yates, do conselheiro de Segurança Nacional Mike Flynn, do diretor do FBI James Comey, do chefe de gabinete Reince Priebus, do estrategista-chefe Steve Bannon e do secretário de Saúde Tom Price, entre outros.

As demissões continuaram ao longo do governo, até dezembro de 2020 — pouco mais de um mês antes de ele deixar o cargo.

Como caso Epstein levou à demissão

Não era segredo que o presidente americano estava frustrado com a forma como Bondi lidou com os arquivos de Epstein.

Todo o mandato dela como procuradora-geral foi marcado pelas consequências da sua atuação em relação aos arquivos do governo sobre o criminoso sexual.

Bondi prometeu divulgar os arquivos, mas depois pareceu renegar sua promessa.

Por fim, foi obrigada a torná-los públicos para cumprir uma lei do Congresso americano.

Embora o Departamento de Justiça tenha divulgado milhões de documentos, milhões de outros ainda não foram publicizados.

O órgão, e consequentemente Bondi, enfrentou forte reação negativa de ambos os partidos, com parlamentares acusando o departamento de não ocultar algumas informações que identificavam as vítimas, ao mesmo tempo em que protegia a identidade de pessoas citadas que não foram vítimas.

Vítimas disseram à BBC que Bondi não se encontrou pessoalmente com elas, nem respondeu a e-mails sobre os crimes de Epstein.

O congressista republicano Thomas Massie, do Kentucky, um dos principais críticos de Bondi dentro do próprio partido e veemente opositor à forma como ela lidou com os arquivos de Epstein, comentou nesta quinta a demissão.

"Eu apoio a demissão de Pam Bondi por Trump. E você?", escreveu ele em uma enquete na rede social X (antigo Twitter), perguntando aos seus seguidores se concordavam.

"Espero que o próximo Procurador-Geral divulgue todos os arquivos de Epstein de acordo com a lei e dê seguimento com investigações, processos e prisões", acrescentou.

O deputado democrata Robert Garcia, um dos líderes da comissão parlamentar que investiga os arquivos de Epstein, divulgou uma declaração prometendo responsabilizar Bondi por sua atuação no caso.

"Ela não escapará da responsabilização e permanece legalmente obrigada a comparecer perante nossa Comissão sob juramento", afirma.

Em uma declaração contundente, ele acusa Bondi de "liderar um acobertamento dos arquivos de Epstein pela Casa Branca" e de ter "instrumentalizado o Departamento de Justiça para proteger Donald Trump e colocar sobreviventes em risco ao expor suas identidades".

"Ela deve responder por sua má gestão dos arquivos de Epstein e pelo tratamento especial que deu a Ghislaine Maxwell", acrescentou Garcia, citando a ex-socialite britânica condenada a 20 anos de prisão por ter sido cúmplice de Epstein no aliciamento de menores de idades vítimas de crimes sexuais.

Outro congressista democrata, Ro Khanna, que emitiu a intimação obrigando Bondi a depor perante a comissão, acrescentou: "Mesmo tendo sido demitida, ela ainda precisa responder ao Congresso sobre os documentos restantes, por que não houve novas acusações e por que ela participou de um acobertamento."

Quem é Pam Bondi

Nascida em Tampa, na Flórida, Pam Bondi estudou justiça criminal na Universidade da Flórida em 1987, antes de obter seu diploma na Faculdade de Direito da Universidade Stetson três anos depois. Ela foi admitida na Ordem dos Advogados da Flórida em 1991.

Antes de entrar para a política, Bondi, de 60 anos, passou mais de 18 anos como promotora no Ministério Público do Condado de Hillsborough, atuando em casos que variavam de violência doméstica a homicídio qualificado, de acordo com um perfil no site de sua empresa de lobby.

Pam Bondi

Crédito,Getty Images

Ela foi eleita a primeira procuradora-geral da Flórida em 2010 — tendo conquistado o apoio da ex-candidata à vice-presidência Sarah Palin — concentrando-se em temas como o vício em opioides, drogas sintéticas e tráfico humano.

Antes de se tornar procuradora-geral, Bondi foi afiliada ao America First Policy Institute, um instituto conservador fundado por ex-membros da equipe de Trump, liderando seu braço jurídico. Ela também atuou na comissão de Trump sobre opioides e abuso de drogas.

Bondi, uma aliada de longa data de Trump, fez parte de sua equipe jurídica durante oprimeiro julgamento de impeachment do republicano e quando ele fez alegações falsas de que a eleição de 2020 teria sido roubada devido a fraude eleitoral.

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Quais países emitem mais CO₂ por pessoa? (Canadá no top 5) - A tabela do artigo mostra as emissões de CO₂ per capita das 30 maiores economias do mundo por PIB, medidas em toneladas por pessoa em 2024:

#SaudiArabia e a #UAE cada um ultrapassam 20 toneladas de CO₂ por pessoa, impulsionados por indústrias intensivas em energia, dependência de combustíveis fósseis e populações relativamente pequenas.

Ao mesmo tempo, eles estão entre os maiores emissores per capita do mundo. A seguir na fila estão #Australia, os #US. e #Canada, que emitem cerca de três vezes a média global de emissões per capita. Isso reflete suas indústrias que consumem muitos recursos e o alto consumo de energia.



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