SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

domingo, 10 de maio de 2026

TRANSHUMANISMO: Distopía y Religión de la Élite "New Age"


 

La Nueva Droga del XXIII | Realidad Virtual Extrema


 

Madame Bovary (2014) · Películas En Español


 

Documental completo: Así Habló Zaratustra de Friedrich Nietzsche


 

Cientistas descrevem a primeira ‘guerra civil’ entre chimpanzés


 

A crise climática não é apenas um desafio ambiental. Ela já impacta diretamente o funcionamento das escolas, as trajetórias educacionais e as desigualdades que estruturam o nosso sistema de ensino.


 Quem acompanha minhas reflexões por aqui sabe que tenho insistido em um ponto.

A crise climática não é apenas um desafio ambiental. Ela já impacta diretamente o funcionamento das escolas, as trajetórias educacionais e as desigualdades que estruturam o nosso sistema de ensino. Eventos extremos têm provocado interrupções recorrentes, exigindo das redes públicas não apenas capacidade de reação, mas preparo, coordenação e clareza na tomada de decisão. É nesse contexto que lançamos a série “Educação e Emergências Climáticas”, desenvolvida pelo Instituto Unibanco em parceria com o Consórcio Amazônia Legal e com apoio do UNICEF e do Vozes da Educação. Os cinco guias organizam conceitos e apresentam orientações práticas para apoiar redes e escolas em seus processos de preparação e resposta, passando por dimensões como gestão, logística, acolhimento, comunicação e continuidade pedagógica. Mais do que responder às crises, o desafio é fortalecer a capacidade dos sistemas educacionais de proteger trajetórias, manter vínculos e garantir aprendizagem com equidade, mesmo em contextos adversos.

Minhas crônicas de um mundo que racha foram lançadas esta semana! Sumário:


 Minhas crônicas de um mundo que racha foram lançadas esta semana! Sumário:

1. Ataque Cibernético de Notpetya 2. A "(Para)cidade de Londres" 3. Tomada do Twitter / X: liberdade dissipada 4. O primeiro período da era penúrica 5. "Ensettificação" 6. Reforma da pensão: a melhor resposta para a pergunta errada? 7. Segunda mão 8. Fortuna: Senhores da Grandeza 9. "Ícone dos Mares": Navegando Sem Musa 10. Ó Tristeza e Ai 11. Farmácias: tratamento do medicamento 12. A banana, a risada amarela 13. InAnidade Comunitária 14. Água de Cibola 15. Starlink e a Camada de Ozônio 16. Captura Direta de CO2: O Novo Carvão do Mundo Fóssil 17. Voto RN: um momento interno decolonial? 18. A Economia do Burnout 19. Crowdstrike 20. Dem(ag)cratias do petróleo 21. Elon Musk, o "único pior" 22. Políticas climáticas: sem transição 23. PFAS, ou a era do risco lento 24. Mecanicamente, a solução da máquina 25. Nazismo, um sintoma? 26. Nauru: Chegando ao fundo do poço 27. Superotimização gerencial 28. Molho de tomate: cadeia de valor e cadeias de valor 29. Escolhas de Vida ou Vídeo 30. Gás russo, o bebedouro 31. Abelhas Nanodrone 32. Os Smombies 33. Tarifas: Morte ou Renascimento do Liberalismo Econômico? 34. Medicina, "álibi de uma sociedade patogênica" 35. Maldito Tofu 36. Um Iate para o Clima 37. Lote de Boas Peras 38. A lei da retaliação, contra aqueles doentes de ódio 39. IA degenerativa 40. O Estado Efetivo 41. Waymo? De jeito nenhum 42. Definindo Desempenho e Robustez 43. Recuperando o dicionário 44. Formando Frases 45. Vendo o mundo zumbi ao nosso redor 46. Vendo as premissas do mundo robusto que vem 47. Indicadores de desempenho em descarrilamento 48. Denunciando o culto à performance 49. Inventando as Olimpíadas do futuro 50. Jogando o jogo infinito 51. Viajando Juntos 52. Veja a floresta escondida atrás da árvore 53. (Re)aprendendo a dialogar 54. Classificação 55. Ouvindo GenZ 56. Improvisar 57. Hibridizar 58. Contribuir para um workshop participativo 59. Não desperdiçe crises 60. Simplificar 61. Criando uma Comunidade de Aprendizagem 62. Socializando Invenções 63. Pesquisa Envolvida: Novas Bússolas 64. Aquisição de uma cultura de variabilidade 65. Vivendo com a Água 66. Cuidando dos Solos 67. Suprimindo curtos-circuitos 68. Alimentando uma Segunda Fome 69. Praticando tecnodiversidade e reparabilidade 70. Diversificando a mobilidade 71. Despindo a moda ultra-rápida 72. Saindo do Plástico 73. Desmantelar nossos laços utilitaristas com os vivos 74. Construindo um modelo econômico por meio da saúde comum 75. Prevenção de Doenças 76. Promovendo a Adaptabilidade Contra o Vício 77. Criando confiança por meio da incerteza 78. Tornar-se um consumidor cooperativo 79. Esvaziar a dívida evitando gastos 80. Dando um exemplo subótimo 81. Ser vigoroso na crise? 82. Defesa da infraestrutura comum 83. Financiamento 84. Estabelecendo serenidade social por meio dos salários 85. Educar 86. O estado robusto?

O mercado não tem medo da idade do etarismo.


 

Angola enfrenta em 2026 o desafio crítico de converter o seu vasto dividendo demográfico num motor de crescimento real.



Angola enfrenta em 2026 o desafio crítico de converter o seu vasto dividendo demográfico num motor de crescimento real.

Com mais de 60% da população jovem, o país possui uma força de trabalho resiliente e criativa, mas que ainda carece de uma "direção" estratégica. A falta de alinhamento entre a formação académica e as necessidades do mercado, somada à escassez de programas de mentoria e orientação vocacional, mantém o capital humano subaproveitado, tornando urgente a criação de estruturas que transformem o potencial juvenil em produtividade qualificada.Para absorver esta mão-de-obra, o aquecimento do sector produtivo não petrolífero é o imperativo económico do momento. Setores como a agricultura, que projeta crescimentos acima dos 8%, e a indústria transformadora precisam de maior dinamismo para gerar empregos sustentáveis. Contudo, este "aquecimento" depende da superação de barreiras históricas: o acesso ao crédito a taxas competitivas e a estabilidade cambial são fundamentais para que as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) possam escalar as suas operações e integrar os jovens nas cadeias de valor nacionais. A infraestrutura logística, com destaque para a consolidação do Corredor do Lobito, surge como o catalisador que pode unir a força jovem ao setor produtivo. Ao reduzir os custos de escoamento e facilitar o surgimento de pólos agro-industriais no interior, o país cria um ambiente mais atrativo ao investimento privado. O sucesso da diversificação económica de Angola em 2026 passará, obrigatoriamente, pela capacidade do Executivo e do setor privado em oferecer incentivos claros e desburocratizados, permitindo que a energia da juventude encontre, finalmente, um terreno fértil para produzir riqueza.

Precisamos contar o que importa: saúde, bodiversidade, criação de empregos, direitos humanos, igualdade e paz.


 O PIB, o Produto Interno Bruto, é a métrica mais amplamente utilizada de progresso econômico e bem-estar. Mas não pode ser o único.

Em nosso mundo de profunda desigualdade, o PIB é indiferente se a renda vai para bilionários ou para os pobres — ou se essa renda vai para combater fome, saúde ou privação. Ela ignora as atividades humanas que sustentam a vida e contribuem para o bem-estar, sem levar totalmente em conta aquelas que prejudicam as pessoas e esgotam nosso planeta. Precisamos de um sistema contábil mais sofisticado, mais diverso e mais humano, que revele o quadro completo dos desafios e oportunidades que nosso mundo enfrenta. Precisamos contar o que importa: saúde, bodiversidade, criação de empregos, direitos humanos, igualdade e paz.