Caríssimo eleitor, companheiro de jornada,
Você que acorda todos os dias e paga seus impostos com o suor do trabalho honesto; você que acredita que o dinheiro público deveria construir escolas, não desvios; você que já sentiu no bolso e na alma o peso de um Estado que cobra muito e entrega pouco — esta carta é para você.
Sou candidato a Deputado Federal. Meu time é o 40 — quatro décadas de luta, de chão percorrido, de vida dedicada à transformação social. Meu atacante é o 19 — como Yamal, a juventude que entra em campo com a leveza de quem ainda não aprendeu a desistir. E juntos, time e atacante, vamos vencer a maior de todas as Copas: a Copa do Brasil com Cidadania, Justiça e Oportunidades para todos.
Mas para vencer esse campeonato, precisamos enfrentar o adversário mais velho, mais poderoso e mais silencioso que existe: a corrupção. Ou melhor, a CORR OPÇÃO — porque em épocas como esta, até as palavras são corrompidas. Quando se reduz a corrupção a atos individuais, esconde-se a verdade: ela é um trabalho em grupo, uma gangue partidária que distribui funções, tarefas e dividendos entre seus membros, como qualquer máfia ou organização criminosa.
O jogo que já disputei e venci
Há 40 anos, sem nunca ter ocupado um cargo público, venho enfrentando essa gangue. Não com discursos vazios, mas com ações concretas. Como professor, ensinei que a ética não é opcional. Como cineasta, filmei a verdade que eles escondem. Como empreendedor social, construí, de baixo para cima, organizações que devolvem à comunidade o que o Estado rouba.
Ajudei a fundar o movimento de Empresas Juniores no Brasil, que hoje envolve 35 mil estudantes e gera impacto real em milhares de comunidades. Trabalhei com ONGs verdadeiras — aquelas que transformam vidas, não aqueles CNPJs de fachada que servem apenas para desviar recursos públicos e enriquecer políticos e seus apaniguados.
Conheço as teias: os mandatos que são extensões de negócios particulares; as “políticas públicas” que não passam de feudos eleitorais — novas senzalas das Casas Grandes partidárias; o silêncio ensurdecedor entre correligionários, que se calam quando um dos seus é apanhado, porque, afinal, “faz parte do jogo político”. Os nazistas, a máfia e as gangues também dizem a mesma coisa.
O tamanho do crime
Segundo o Tribunal de Contas da União, são 40 bilhões de reais perdidos anualmente para a corrupção no Brasil. Quarenta bilhões que deveriam estar protegendo vidas, garantindo direitos, construindo hospitais, escolas, creches, saneamento. Quarenta bilhões que, se bem aplicados, acabariam com a pobreza, reduziriam a criminalidade, esvaziariam os presídios e gerariam trabalho, mercado e cidadania para milhões de brasileiros.
Na África do Sul, durante o apartheid, não morriam mais negros do que morrem hoje no Brasil — vítimas ou algozes da violência. Na Índia, a colonização inglesa foi menos destrutiva do que a colonização da corrupção que hoje nos sangra por dentro. Por isso, digo: a luta contra a corrupção deve ser elevada à causa humanitária — tão vital para a humanidade quanto foi lutar contra o apartheid e contra a colonização feudal dos ladrões.
A missão no Congresso
Minha segunda missão, ao entrar no Congresso Nacional, será transformar essa luta em lei, em política pública, em transparência.
Apresentarei projetos que:
Exijam transparência radical em todas as licitações e contratos públicos, com dados abertos e controle social em tempo real.
Criem mecanismos de participação popular na definição, execução e avaliação de políticas públicas — porque gente não é gado para ser tratada em escala. Cada vida importa, e cada política pública deve ser personalizável, mensurável em seu impacto real.
Separem as ONGs verdadeiras das falsas — criando um cadastro nacional de organizações da sociedade civil com metodologias, impactos comprovados e prestação de contas rigorosa, para que o dinheiro público chegue a quem realmente transforma vidas, e não a quem monta teias de desvio.
Financiar e ampliar as experiências exitosas de organizações sérias que, com menos recursos e mais paixão, produzem mais impacto do que as grandes políticas estatais que há 526 anos prometem resolver nossos problemas e nunca resolvem.
Incentivem o controle social e a denúncia — com proteção a denunciantes e canais diretos para que a sociedade civil acompanhe cada real gasto, cada decisão tomada, cada voto dado.
Por que me escolher como seu jogador na Seleção Brasileira do Congresso?
Porque não sou um político de carreira. Sou um construtor de pontes entre a sociedade e o Estado. Conheço os dois lados do jogo — as comunidades, os movimentos sociais, as universidades, as empresas, as organizações internacionais — e sei onde estão as brechas, os silêncios, as conivências.
Escolha o 40 — porque são 40 anos de resistência, de trabalho silencioso, de entrega. Escolha o 19 — porque é a juventude que avança, a inovação que não se curva, a energia de Yamal que faz gol quando ninguém espera.
Escolha 4019 na urna. Não é um número. É uma aliança. É a convocação para a partida mais dura, mas também a mais bonita: a reconstrução do Brasil pela verdade, pela transparência e pela justiça.
O apito final
Esta campanha é arte. Este mandato será missão. E esta jornada — iniciada há 40 anos em um pequeno grão de terra — agora se estende ao Congresso, para que a política seja curada da corrupção e devolvida ao seu sentido mais puro: o serviço à vida.
Faça parte desse time. Vista a camisa. Entre em campo comigo.
Vamos vencer a Copa do Brasil com Cidadania, Justiça e Oportunidades para todos — e, de quebra, expulsar de vez a gangue da corrupção do nosso país.
Com a coragem de quem não se cala e a sabedoria de quem constrói,
Seu candidato a Deputado Federal — Time 40, Atacante 19
"Mais importante do que observar o que foi feito pelos políticos é pensar o que não foi feito — e por quê. As prioridades revelam a visão de sociedade, poder e política. E a nossa visão é clara: um Brasil onde o dinheiro público sirva à vida, não ao bolso de poucos."
