Agora em #paperback, Como o Novo Mundo Envelheceu, de Caroline Winterer, revela como a ideia de tempo profundo transformou a forma como os americanos veem seu país e a si mesmos.
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Durante o século XIX, os americanos ficaram chocados ao saber que a terra sob seus pés já havia sido perseguida por feras aterrorizantes. T. rex e brontossauro governavam o continente. A América do Norte era lar de gatos-dente-de-sabre e mamutes-lanosos, grandes manadas de camelos e hipopótamos, e florestas tropicais sensuais agora fossilizadas em enormes camadas de carvão. Como o Novo Mundo Envelheceu conta a extraordinária história de como os americanos descobriram que o Novo Mundo não era apenas antigo — era um lugar enraizado no tempo profundo.
Neste livro panorâmico, Caroline Winterer traça a história de uma ideia que hoje está no cerne da identidade da nação como um lugar de beleza natural primordial. Os europeus chamavam a América de Novo Mundo, e leituras literais da Bíblia sugeriam que a Terra tinha apenas seis mil anos. Winterer leva os leitores de picos cobertos por geleiras em Yosemite até plantações de escravos e obras de canais no interior do estado de Nova York, descrevendo como naturalistas, exploradores, engenheiros e americanos comuns desenterraram um passado que nunca suspeitaram, uma história mais antiga do que qualquer um poderia imaginar.
Baseando-se em evidências de arquivo que vão desde anotações de campo e cartas inéditas até diagramas estratigráficos antigos, Como o Novo Mundo Envelheceu revela como a revolução do tempo profundo trouxe mudanças profundas na ciência, literatura, arte e religião, e como os americanos perceberam que o Novo Mundo pode, de fato, ser o mundo mais antigo de todos.
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