SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.
segunda-feira, 15 de maio de 2023
domingo, 14 de maio de 2023
A triste e podre Oligarquia cearense dos Ferreira Gomes, Camilo Santana e Izolda.
A triste e pobre Oligarquia cearense dos Ferreira Gomes, Camilo Santana e Izolda com suas famílias há décadas no poder criam falsas narrativas para enganar o povo cearense e brasileiro.
Enquanto Ciro critica Lula em Portugal, sua oligarquia ocupa vários cargos e orçamentos no Governo do Ceará do PT e no Governo Federal com Izolda de Sobral e indicações de Mauro Benevides, Deputado ligado a Ciro Gomes, no Ministério da Educação de Camilo Santana. O problema é que essas famílias se calam para corrupção em seus Governos há décadas, silenciam a Assembleia Legislativa, inviabilizando a investigação de CPIs de bilhões de corrupção denunciados pelo Deputado Heitor Férrer, a ex-esposa de Ciro Gomes é do Tribunal de contas do Estado, trocam moedas entre os poderes, inviabilizando as instituições e a Democracia com campanhas milionárias e o Estado dividido em feudos pelas famílias, ocupam cargos com familiares, por exemplo o pai de Camilo, Eudoro Santana, foi Secretário de Tasso em 1986 e depois ocupou vários cargos nos últimos governos, assim como a Esposa de Camilo, outros parentes; o marido, a filha e outros parentes de Izolda; a família dos Ferreira Gomes, Benevides, Acylon, Bismarck, Zezinho, Aguiar, Domingos há décadas no poder. Ocupam partidos não importa se Lula ou Bolsonaro vivem do Estado, por isso passaram e usaram 9 partidos desde a Ditadura até hoje. Camilo nunca foi PT foi colocado lá pelos Ferreira Gomes para ocupar mais um partido e dividir a oposição como manda Maquiavel no Principe.
Enquanto a maioria da população cearense vive na miséria há décadas, o Ceará mata mais gente que São Paulo com 4 vezes a população, 60 % da população cearense não concluiu o ensino médio, somos o quinto pior em analfabetismo, e há décadas o povo cearense deixa sua terra para morar em outros Estados para não morrer de fome. E ainda usam o dinheiro dos pobres da cooperação internacional para fechar as contas do Estado.
No mesmo Ceará temos empresas bilionárias que apoiam as campanhas da Oligarquia, não pagam impostos há décadas, o que reduz o orçamento do Estado e exclui a maioria do acesso às políticas públicas, o que gera pobreza, violências e desigualdades. O Sistema S, que funciona com dinheiro da folha das empresas, atende uma minoria de pessoas sem contribuir com as mudanças dos indicadores sociais do Estado, recebe contratos do Estado para realizar seus programas e ainda cobra do cidadão comum. Pense numa “empresa estatal comunista” que funciona graças aos impostos, recebe mais dinheiro do Estado e cobra do cidadão. Ainda falam em capitalismo, democracia e mercado, mas o nome disso no mundo é outro.
No jogo do poder as narrativas e mentiras são criadas todos os dias para que nada mude e mantenha os mesmos no poder. O que vale são os cargos e orçamentos públicos que ficam sobre o controle da Oligarquia podre inviabilizando a Democracia com a Ditadura da corrupção.
POLÍTICOS E GESTORES EDUCACIONAIS VÃO VISITAR 100 ESCOLAS PÚBLICAS PARA APRENDER A GERIR O QUE NÃO CONHECEM E PARAR DE MENTIR!
Alpinistas sociais vivem no fantástico mundo de Bob das redes sociais. É preciso atualizar os dados e os paradigmas científicos quando variáveis como notas adestradas não mostram a realidade das escolas públicas e das vidas que nelas convivem todos os dias. O melhor será os políticos e gestores educacionais visitarem conosco 100 escolas para aprender a gerir o que não conhecem e parar de mentir. Por favor, leve um caderno para anotar seus novos dados e o livro Ensaio sobre a cegueira. Seja um bom aluno vamos atualizar as lentes sujas feitas de cacos de vidro com as quais quer medir a realidade da vida de outras pessoas. Enquanto políticos usam lentes de contato e blazers há décadas em suas performances tristes e trágicas sobre a miséria e mortes dos cearenses devido a má educação e exclusão das políticas públicas.
Alguns gestores gastaram milhões dos recursos públicos com dados para dizer que iam resolver a criminalidade e violências e só deram prejuízo enquanto mataram milhares de pessoas com sua publicidade, inexperiência e delírios sobre cidades inteligentes em guerra sobre o domínio da pobreza e violências. Nesse sentido, somos casos de absurdos e tragédias humanitárias incluindo situação de crianças nas escolas sem falar da omissão sobre corrupção nos governos e campanhas milionárias. No Ceará há décadas com mais da metade da população na pobreza, matando mais pessoas do que São Paulo que tem 4 vezes nossa população e 60 % da população sem concluir o ensino médio sendo o quinto pior em analfabetismo. Esses dados são importantes para analfabetos de dados que excluem outros dados para forjar suas mentiras. No Ceará temos empresas bilionárias que não pagam impostos há décadas, o que reduz o orçamento do Estado e exclui a maioria do acesso às políticas públicas, o que gera pobreza, violências e desigualdades. O Sistema S, que funciona com dinheiro da folha das empresas, atende uma minoria de pessoas sem contribuir com as mudanças dos indicadores sociais do Estado, recebe dinheiro do Estado para realizar seus programas e ainda cobra do cidadão comum. Pense numa empresa estatal comunista que funciona graças aos impostos, recebe mais dinheiro do Estado e cobra do cidadão. Ainda falam em capitalismo, democracia e mercado, mas o nome disso no mundo é outro. Uma oligarquia comandada pelos Ferreira Gomes,Tasso e Camilo que se calam para corrupção em seus governos, mantem há décadas o controle sobre os cargos e orçamentos públicos, sem democracia, ditadura da corrupção, incentivos fiscais para algumas empresas que contribuem com as campanhas, e uso do dinheiro público para negócios privados em setores que enriquecem elites que vivem do Estado as custas de milhões de vidas na pobreza e violências há décadas.
A economia durante muito tempo era estudada por uma única variável como PIB, Renda média e outras. Vários estudos incluíram as desigualdades no IDH, Pobreza Multidimensional e outras. Da mesma forma começa a se medir na educação as desigualdades e seus impactos na aprendizagem. Espero que isso amplie nossa visão da verdadeira missão que a inteligência tem em nossa sociedade, incluindo de nossos políticos e gestores educacionais, indo muito além dos dados, algoritmos e inteligência artificial. Pensamentos muito mais complexos, interdisciplinares, sistêmicos, críticos e criativos que nossa educação deve desenvolver em nossos alunos desde as escolas como fazem os melhores sistemas educacionais do mundo.
Nós temos que educar as crianças para os desafios do mundo que vivemos não para os interesses econômicos de elites de empresas ultrapassadas e políticos em mundo irreversíveis. Se até programadores estão perdendo o emprego para Inteligência Artificial que programa, de que adianta deformar pessoas para decorar o que esquecem rápido, sendo cópias das cópias ou zumbis para o crime? A inteligência é relacional, importa como e onde ela é praticada com seu meio e com quem se conecta, ela faz que a realidade se manifeste em toda sua complexidade. A inteligência não é algo que deva ser testada, mas sim reconhecida nas múltiplas formas que assume. Buscamos construir formas de educação abertas a comunicação e interação com a totalidade do mundo, mais profundo e abrangente do que possa ser realizada nos limites artificiais da sala de aula. E a valorização dos comportamentos exteriores tende inevitavelmente a sensibilidade para vida interior.
É preciso a escola nos educar a gritar nossa experiência interior e sua recusa ao enquadramento de políticos e educadores capitães do mato. A nossa reação espontânea ao sofrimento vindo do interior ou do exterior. As crianças exprimem suas vidas com energias extraordinárias que a escola busca reprimir ou enquadrar, ou abandonar suas emoções. No dia a dia das escolas temos milhares de crianças com seus sofrimentos chorando diante dos outros, expondo seus impoderes e abandonos, se humilhando. Sofrem até não poder mais falar, nem ver, nem agir. Só lhe restam os olhos para chorar. Tornam-se menos que um rosto, menos que uma pessoa, um dado, uma nota, numa propaganda de educação. É hora de mostrar que as crianças, os alunos têm poderes e direitos.
Essa é a pobreza de povos inteiros, famintos, aterrorizados pelas violências e desigualdades, sem representação política, sempre sofrendo humilhações, opressões, nas escolas ditas públicas. Antes de qualquer palavra, protesto, ou ação eles apenas gritam seus sofrimentos ou param de gritar num deserto de uma indiferença generalizada. Quando a sua própria impotência o torna culpado, e quando sua culpa o torna agressivo ou violento, ele luta! Não podemos fazer nada por eles? Não adianta apenas chorar por aqueles que choram e sofrem. Antes do direito conquistado tem o desejo de uma educação que os liberte da opressão dos capitães do mato na escola, do crime organizado ou de políticos corruptos.
quarta-feira, 10 de maio de 2023
LETRAMENTO DOS ALUNOS NA VIDA E NA COMUNIDADE!
Eu passei 30 anos da minha vida atuando em comunidades pobres acompanhando o desenvolvimento de crianças e jovens onde muitos deles foram letrados pela vida e pelas comunidades. Eu sei onde muitos deles estão hoje, alguns são dirigentes de ONGS, Secretários de Estado, Doutores nas Universidades, Empresários, Artistas, funcionários públicos, juízes e outros. É importante entender como se dá esse relacionamento entre escola, comunidade e vida nos processos de letramento de crianças e jovens. Por exemplo Einstein, que era visto como um aluno medíocre na escola, usou a imaginação e brincadeiras para desenvolver todo seu potencial. A Economia, Sociedade e Educação falam tanto da importância da criatividade, e já foram realizados muitos estudos e pesquisas sobre esse assunto, cito o trabalho de Domenico de Masi sobre a emoção e a regra, mas quantos e quais desses estudos ajudaram a mudar a escola, integrar e potencializar o letramento dos alunos na vida e nas comunidades? Outras pesquisas falam da importância da diversidade, experiências, afetos, corporeidade, mas nos rendemos a regra conteudista de razões vazias de vida sem letramento.
Hoje o ensino médio tem produzido uma geração apática e apolítica que chega nas Universidades, isso é ruim quer seja na política e economia como na falta de desenvolvimento de líderes, pensadores livres e empreendedores. Isso é ruim para o Brasil pois não podemos educar uma geração para se acostumar às condições em que vivem, baixar a cabeça e não procurar modificar suas vidas e condições sociais e econômicas. O letramento crítico e criativo, ensina ética e estética, é essencial para o despertar e individuação do ser humano, como as melhores escolas fazem não separando mundos com muros e grades, mas integrando escola, família, comunidade e cidade com ecossistemas educacionais através de processos de letramento vivos que extrapolam a sala de aula.
Porém o que vemos nas escolas não é esse diálogo democrático de ideias e melhores caminhos de formação e aprendizagem dos alunos. Os professores não são escutados, o que impera na escola é a geopolítica de vários interesses de políticos, fundações, editoras e outros. Afinal uma vaga em uma creche e na escola nas comunidades pobres vale votos, os interesses das construtoras para os políticos são maiores que os dos estudantes, os professores que baixam a cabeça e se rendem para o sistema e os capitães do mato são premiados, incluindo os pedidos dos Governos às Universidades que inclui a formação e a promoção dos amigos da nobreza feudal escolar. Mas querem falar em notas e meritocracia para os alunos quando não são frutos deles e sim de acordos políticos de submissão? O nome disso não é educação. Os Professores que mais criticam e querem mudar as escolas são isolados, como se o dinheiro público fosse dos gestores? E a escola fica NORMAL, enquadrada, adestradora e submissa às operações políticas em nome da educação pública? Ou dos interesses privados não confessos?
A tese de Einstein tinha sete páginas, não 70 nem 700. A escola assim como a Universidade tem valorizado a repetição de palavras do que a crítica e a criação que andam juntas com o letramento na vida e na comunidade. Eu li várias obras que usam pesquisas e o método científico propondo mudanças e inovações no currículo e didáticas através do letramento visto como um processo contínuo, mas as escolas resistem a isso devido aos poderes que vivem dela. A autobiografia é um deles. E assim vamos formando e convivendo com empresários que só viveram em empresas, políticos a vida toda na política, professores que só viveram na academia e outros sem o letramento na sociedade como um todo e expressão dos seus seres em outros mundos. Caminhos vazios que destroem saberes mais complexos, existências e uma vida com maior interação social e cidadania.
Eu conheço cada um dos meus alunos, sobretudo os que têm mais energia e criatividade, que se revelam em brincadeiras e interação social mas não em violências. Violências na escola contra outros estudantes e professores atrapalha o aprendizado e a vida de todos. Mas a violência nas comunidades também faz o letramento das pessoas para o mundo do crime, por isso é preciso conhecer como vivem, moram, a família de nossos alunos visando conectá-los a outros caminhos e oportunidades de vida e letramento. O melhor caminho na escola para eles será um elogio, afetos, um 10 e outros para o aluno ver que está conquistando seu espaço por outros desafios e aventuras escolares onde pode gastar sua energia no seu letramento para vida e cidadania plena.
ENQUANTO ISSO ESSAS PESSOAS NA SALA DE AULA SEM LETRAMENTO!
Soltei os panos sobre os mastros no ar
Soltei os tigres e os leões nos quintais
Mas as pessoas na sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer
Para matar o meu amor e matei
Às cinco horas na avenida central
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer
As folhas sabem procurar pelo sol
E as raízes procurar, procurar
Mas as pessoas da sala de jantar
Essas pessoas da sala de jantar
São as pessoas da sala de jantar
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer
4. Social sem fronteiras.
terça-feira, 9 de maio de 2023
3. Os desafios de implantar um Programa de Educação internacional no Brasil. SOCIAL SEM FRONTEIRAS.
INOVAÇÃO GLOBAL EM POLÍTICAS PÚBLICAS! SOCIAL SEM FRONTEIRAS - Entrevista com Professor William Calhoun sobre o Programa de Educação Internacional e Cidadania Global que trouxe mais de 2000 estudantes acadêmicos de Universidades como Harvard, Yale, MIT, Princeton, Stanford e outras nos últimos 30 anos para cursar 16 créditos acadêmicos no Brasil com aulas em campo em ONGS, Movimentos sociais, comunidades, projetos de extensão, políticas públicas e projetos de responsabilidade social sobre superação da pobreza, violências, racismo estrutural, mudanças climáticas e outros desafios críticos globais. 04 EPISÓDIOS. Este é o primeiro, o segundo aborda como os estudantes mudam o ensino superior, o terceiro sobre os desafios de implantar e gerir um programa acadêmico e o quarto sobre como estamos inovando o ensino superior e construindo a política pública SOCIAL SEM FRONTEIRAS.
2. A missão dos estudantes na transformação do ensino superior. SOCIAL SEM FRONTEIRAS.
INOVAÇÃO GLOBAL EM POLÍTICAS PÚBLICAS! SOCIAL SEM FRONTEIRAS - Entrevista com Professor William Calhoun sobre o Programa de Educação Internacional e Cidadania Global que trouxe mais de 2000 estudantes acadêmicos de Universidades como Harvard, Yale, MIT, Princeton, Stanford e outras nos últimos 30 anos para cursar 16 créditos acadêmicos no Brasil com aulas em campo em ONGS, Movimentos sociais, comunidades, projetos de extensão, políticas públicas e projetos de responsabilidade social sobre superação da pobreza, violências, racismo estrutural, mudanças climáticas e outros desafios críticos globais. 04 EPISÓDIOS. Este é o primeiro, o segundo aborda como os estudantes mudam o ensino superior, o terceiro sobre os desafios de implantar e gerir um programa acadêmico e o quarto sobre como estamos inovando o ensino superior e construindo a política pública SOCIAL SEM FRONTEIRAS.
DIFERENÇAS ENTRE PROFESSORES E ALUNOS NO JOGO DE PERCEPÇÕES E APREENDER O CONHECIMENTO E A VIDA.
Tente pensar como as crianças lhe olham, como percebem a escola, a sala, a aula, temos muito o que aprender como elas percebem o mundo e as diferenças geracionais de como percebemos o mundo e aprendemos os conhecimentos. A vida é um jogo de percepções de mundos diferentes e desiguais. Um exemplo: quantas crianças e jovens que estão na escola pública vão morrer pelas violências nos próximos anos? Existe um dado do observatório da juventude de Fortaleza que hoje 80 mil jovens correm esse risco. O que a Escola pode fazer para mudar isso? Nas últimas décadas a pobreza, o crime e as mortes só aumentam. E talvez o problema não seja os alunos e suas famílias. O que aceitamos como qualidade e estrutura de educação ofertada à população pobre? é a mesma da privada? O que consideramos como Educação são as notas de português e matemática para fabricar cases de grandes interesses políticos e econômicos que negam a fome, pobreza e violências que sofrem os alunos e suas famílias enquanto tecnocratas, oligarquias e elites enriquecem com dinheiro do Estado.
Várias situações. As escolhas mais importantes da vida são as que não se pode voltar atrás. Como agora milhares de crianças sem alfabetização em sala de aula, diversas violências, apesar das campanhas e do dia do autismo nas escolas, elas continuam sem apoio na escola. E as autoridades podem cometer esses crimes e omissões? Mais um espetáculo brasileiro como quando pessoas morrem por desastres naturais e destroem seus lares mas ninguém sabe que elas vivem em periferias? O que sabemos é que bilionários no Ceará não pagam impostos e que Oligarquias como Ferreira Gomes vivem do Estado há décadas roubando o Estado de forma impune e incompetente com mais da metade da população na pobreza há décadas sem acesso a educação, saúde e trabalho.
Enquanto isso, as escolhas com menos impacto em nossas vidas são as mais pensadas, ponderadas e avaliadas. As irreversíveis decorrem de uma decisão imediata, são geradas por uma ação instintiva e acatadas sem resistência. Porque alunos abandonam a escola? Como se dá o processo de entrada de crianças e jovens no tráfico? Alguém conhece as condições em que vivem essas crianças e suas famílias nas escolas? O que podemos integrar de políticas educacionais, sociais, trabalho, moradia, saúde e alimentação como os melhores sistemas educacionais do mundo do PISA fazem. E tudo isso impacta na educação e a escola é o lugar de transformação de nossa nação para o bem e o mal.
Eu estava esperando para estacionar o carro no shopping enquanto uma jovem de um carro importado me ultrapassou e tentou pegar a vaga, eu ultrapassei ela e bloqueei a vaga. Ela abriu o vidro e comentou de forma “educada” que estava esperando a vaga, perguntei se sua percepção não tinha visto que eu estava na frente dela esperando a vaga há algum tempo?, se a percepção dela só enxerga os objetivos dela imediatos? Enquanto atropela todos! Um retrato das oligarquias e elites brasileiras que matam milhões para manter seus privilégios com corrupção sem democracia roubando os pobres. Juros altos, famílias vivendo do Estado há décadas,...
A percepção é um jogo de vivências, experiências, de visão sistêmica que amplia nosso olhar, nossa aprendizagem, e nossa capacidade de entender as relações entre as pessoas e as coisas. No mundo de pensamentos e percepções fragmentadas, lineares, que se acostumou a usar as pessoas, inclusive as notas de alunos pobres para seus casos de mentiras e mortes. O aluno quando vem para escola quer brincar, gastar sua energia, o que muitas vezes não têm esses espaços em suas comunidades, quer ver seus amigos, e estudar mais para isso temos que conquistar sua atenção, memória, linguagem e percepção no mundo dominado por estilos tik tok de aprender e redes sociais de conviver.
Vim aqui só pra dizer
Ninguém há de me calar
Se alguém tem que morrer
Que seja pra melhorar
Tanta vida pra viver
Tanta vida a se acabar
Com tanto pra se fazer
Com tanto pra se salvar
Você que não me entendeu
Não perde por esperar
Assim como a arte, os jogos de matemática, o esporte, as tecnologias, a relação com a natureza, a família, a espiritualidade, a política, as relações sociais muda a percepção das pessoas e suas formas de aprender. Mas na falta de experiências sobra a existência e a razão vazia carregada de conceitos mortos, vítimas de processos de adestramento e nazismos educacionais feitas com crianças e jovens pobres porque com as ricas nas melhores escolas é bem diferente. Aprendeu Lemann, Camilo e Izolda a misturar linguagens com pensamentos mais complexos, interdisciplinares e sistêmicos? Vão atropelar quantos para estacionar seus erros luxuosos enquanto não pagam os pobres?
Um texto como um jogo de percepções! É hora de educar as percepções das elites, oligarquias, e tecnocratas para salvar os pobres. E pela falta de
Percepção é uma constelação de conceitos e vivências como estrelas que iluminam nosso aprendizado e nossa forma de ser e viver no mundo. A percepção nos ajuda a compreender quem sou, o mundo que vivo, e porque estudamos! Qual a sua percepção e como ela dialoga com os outros? Como queremos que os alunos aprendam sem aprender e despertar com alegrias como eles percebem o mundo, o conhecimento, suas vidas? Se muitos educadores atuam com capitães do mato enquanto destroem vidas, escolas e a educação com dinheiro público para manter seus delírios de poder.
segunda-feira, 8 de maio de 2023
1. INOVAÇÃO GLOBAL EM POLÍTICAS PÚBLICAS! SOCIAL SEM FRONTEIRAS
INOVAÇÃO GLOBAL EM POLÍTICAS PÚBLICAS! SOCIAL SEM FRONTEIRAS - Entrevista com Professor William Calhoun sobre o Programa de Educação Internacional e Cidadania Global que trouxe mais de 2000 estudantes acadêmicos de Universidades como Harvard, Yale, MIT, Princeton, Stanford e outras nos últimos 30 anos para cursar 16 créditos acadêmicos no Brasil com aulas em campo em ONGS, Movimentos sociais, comunidades, projetos de extensão, políticas públicas e projetos de responsabilidade social sobre superação da pobreza, violências, racismo estrutural, mudanças climáticas e outros desafios críticos globais. 04 EPISÓDIOS. Este é o primeiro, o segundo aborda como os estudantes mudam o ensino superior, o terceiro sobre os desafios de implantar e gerir um programa acadêmico e o quarto sobre como estamos inovando o ensino superior e construindo a política pública SOCIAL SEM FRONTEIRAS.
sexta-feira, 5 de maio de 2023
VÁRIAS DIDÁTICAS, VÁRIAS FORMAS DE LIBERTAR A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS
É possível várias didáticas com várias formas diferentes de aprender ao mesmo tempo? Quais caminhos didáticos nos ensinam com coragem a verdade? Educam com responsabilidade visando lidar com a diversidade de alunos? Essa busca e pesquisa acontece por uma necessidade urgente. De um lado as didáticas desprezam as diferenças de raça, classe, gênero, cultura e outras. E principalmente a soma desses fatores que se conceituaria hoje como interseccionalidade. Isso inclui como outro se relaciona com seu corpo, cultura, espiritualidade e como isso dialoga com suas formas de apreender.
Infelizmente também impactando as didáticas e aprendizagens, as violências e o crime avançam sobre as escolas e as comunidades, onde vivem os alunos e as famílias impactando os comportamentos psíquicos, sociais e os processos educacionais das pessoas.
Isso nos faz lembrar infelizmente que o racismo e o crime ensinam seus mundos e suas violências. Isso vai emergir na escola em sala de aula, no recreio, nas palavras, atitudes...e silenciosamente sobre educadores que se calam para tudo isso apesar das leis e dos direitos humanos.
Mas vamos começar com uma boa notícia a Professora Patrícia Hill Collins uma renomada professora universitária de Sociologia da Universidade de Maryland, College Park, e autora do livro “Bem mais que ideias: A interseccionalidade como teoria social crítica” vem para o Brasil pesquisar e ensinar na UNIFESP. É importante lembrar que a segunda maior comunidade de negros fora da África vive no Brasil e sofrem uma das maiores brutalidades, desigualdades e injustiças do mundo. Aqui nessas terras vidas negras não importam. Aqui capitães do mato eram e são negros ou brancos dóceis que tem privilégios para açoitar e matar outros negros como policiais, e outros.
Outro autor dessa vez branco e italiano escreveu “Os Meninos de Nápoles” sobre como crianças convivem em suas comunidades desde que nascem com o comportamento imposto pelos traficantes.
Por fim, várias didáticas para várias formas de apreender, raças, classes, culturas.... é possível e urgente. Não apenas por maestria educacional mas para lutar nas escolas contra o massacre que tem sofrido nossas crianças e jovens, a maioria negras e pobres. Várias didáticas lidam com diversos níveis de alfabetização, violências e desigualdades que dificultam a aprendizagem lidando com diversos processos e formas de apreender de cada aluno, incluindo os afetos e autonomias relacionados às melhores formas de aprender!
Você está disposto a amar seu aluno pobre e negro? Se Não? Não fale em amorosidade freiriana ou ética de Malaguzzi pois não é apenas um conceito é uma forma de ser, viver e educar. Mas não precisa amar pode apenas respeitar por questões legais e públicas. O que não pode é ser ignorante e a-histórico falando de educação. É preciso ser radical e ir às raízes, pois as teses exigem muitos mais que os superficialismo das editoras às quais as escolas se rendem, enquanto os alunos pagam o preço de uma má educação, falta de didática e aprendizagem com suas vidas.
A educação e a ciência não são produtos a serem comercializados mas capacidades críticas e criativas que constroem conhecimento não pedindo por favor! Mas pelo contrário, muitas vezes é necessário chutar e derrubar paredes e vaidades que protegem privilégios de educadores e ditadores gestores educacionais ignorantes. A morte de Sócrates representa a importância do conhecimento.
A educação tem responsabilidade como qualquer profissão! Eu prefiro beber Cicuta como Sócrates, a coragem da verdade do que a mentira, a paresia grega, lembrada por Foucault, do que negociar o conhecimento e aprendizagem no mercado dos saberes e poderes, como pedreiros colocamos o tijolo com o cimento certo na construção do lar, ou como bons médicos fazemos os diagnósticos que não levam a doença e a morte.
A sala de aula é um jardim com flores diversas e lindas, cada um com sua natureza e forma de crescer. A água limpa e transparente é como a didática que carrega nela diversos conteúdos, mas precisa do Sol do mundo. A luz deve alimentar a sala de aula com condições básicas para a aprendizagem florescer, respiramos e sentimos como saber nos transforma para que nos ecossistemas que vivemos possamos compartilhar a vida feita da diversidade.

