SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.
terça-feira, 19 de maio de 2026
O mercado de carbono já movimenta cerca de US$ 1 trilhão ao ano e pode dobrar até 2028.
O mercado de carbono já movimenta cerca de US$ 1 trilhão ao ano e pode dobrar até 2028. Esse dado revela uma mudança estrutural: emissões passam a ter preço, e eficiência passa a ter valor direto.
Ao mesmo tempo, regulação, cadeias globais e compromissos climáticos elevam o nível de exigência. Produzir bem já não é suficiente, é preciso produzir com menor intensidade de carbono.
Nesse cenário, sustentabilidade deixa de ser apenas gestão de risco e passa a integrar a lógica de geração de valor.
Estimativas indicam que o Brasil tem potencial de gerar até 370 milhões de créditos de carbono até 2030, um volume que supera a demanda interna e abre espaço para novos modelos de crescimento e inserção global. Estamos falando de uma reconfiguração do modelo industrial.
A nova indústria não separa mais eficiência, energia e carbono. Ela integra essas variáveis na tomada de decisão.
Na prática, essa transformação já pode ser medida.
Na Casa dos Ventos, isso se traduz em ~6,3 milhões de toneladas de CO₂ evitadas só em 2025, a partir da geração de energia renovável integrada à operação de empresas de diferentes portes e setores.
Um indicativo concreto de que a transição não é apenas uma agenda, é uma nova lógica de negócio em funcionamento.
Carbono | Descarbonização | Transição Energética | Energia Renovável
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