SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.
sábado, 16 de maio de 2026
El Niño em 2026,
Você provavelmente já ouviu falar sobre o possível retorno do El Niño em 2026, mas a pergunta é: quanto mais precisamos esperar para transformar um alerta climático em ação preventiva?
A nota técnica conjunta do INPE, INMET, Funceme e CENSIPAM indica probabilidade superior a 80% de configuração do El Niño no segundo semestre de 2026, com possibilidade de persistência até o início de 2027.
A intensidade do fenômeno ainda está sendo monitorada, mas os modelos climáticos já indicam possibilidade de um evento ao menos moderado.
Os riscos e os impactos associados ao El Niño no Brasil já são amplamente conhecidos. Os alertam foram emitidos.
Então, o que ainda falta para a adaptação climática sair dos relatórios e entrar nas decisões reais?
Não podemos continuar normalizando o absurdo de assistir, nos noticiários, tragédias climáticas anunciadas acontecendo repetidamente enquanto quase nada é feito antes do desastre.
Os impactos chegam também nas nossas mesas, no preço dos alimentos. Chegam na conta de luz.
Hoje, os custos da inação climática já superam os custos da adaptação em diversos setores. O próprio Governo Federal estima que os impactos econômicos acumulados da mudança do clima no Brasil podem ultrapassar R$ 17 trilhões até 2050 em cenários de maior aquecimento.
Adaptação é uma pauta de resiliência, continuidade operacional, segurança hídrica, estabilidade econômica, proteção social e proteção de vidas.
Nota Técnica Conjunta El Niño 2026 – INPE, INMET, Funceme e CENSIPAM: https://lnkd.in/dvvcZbAJ
Estudo Estratégico dos Impactos Econômicos da Mudança do Clima no Brasil, Governo Federal no contexto da Estratégia Brasil 2050: https://lnkd.in/dFFr5H9U
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