Somos repetidamente informados de que a inovação nos salvará.
Que isso reparará os danos das nossas inovações anteriores.
Exceto que já cruzamos 7 fronteiras planetárias de 9.
E apesar disso, o reflexo permanece o mesmo: acelerar, desestabilizar, encontrar uma nova tecnologia.
Mesmo quando a ideia parece uma corrida precipitada.
Como injetar partículas na alta atmosfera para refletir parte do sol e desacelerar o aquecimento.
Estamos quebrando o clima com uma economia impulsionada pelo crescimento.
E propomos corrigir isso com ainda mais tecnologia.
Minha convicção pode ser resumida em uma palavra.
Este século não deve mais ser de inovação.
Ele deve ser quem preserva.
Porque preservar é a inovação mais lucrativa que existe.
Preservar o ar significa evitar dezenas de milhares de mortes prematuras.
Nenhuma tecnologia disruptiva faz melhor do que isso.
Preservar a água significa evitar a construção de estações de despoluição cada vez mais caras,
Só para encontrar uma qualidade que pudéssemos ter mantido.
E eu sei a objeção: preservar não é um sonho.
Conserva não vende.
Preservar não mantém a máquina funcionando.
Exceto que a máquina não sabe contar o que destrói.
A verdadeira modernidade é proteger o que estamos perdendo.
Muito antes de conquistar o que nunca tivemos.
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