O escritor francês André Gide disse:
💡 Tudo o que tinha para ser dito, já foi dito,
❗...mas, como as pessoas não estavam escutando, precisa ser dito novamente.
ℹ️ Há 4 anos, publiquei uma reflexão sobre a importância de repensarmos a agenda dos conselhos de administração.
😫 Como mudanças estruturais levam tempo – já que confrontam paradigmas (ou dogmas) existentes – pouco mudou nesse período.
👉 Isso não diminui a necessidade de questionar a atuação de órgãos que, com frequência, pouco têm agregado de valor às suas organizações.
🤗 Por isso, compartilho o texto novamente!
🐘 Há um verdadeiro elefante na sala no mundo da governança: 🐘
❗ Os debates sobre conselhos de administração ainda estão voltados para as empresas do século XX, não para as do século XXI.
❗ Todos concordam que estamos nos primeiros dias da 4ª revolução industrial.
💡 O que poucos observam é que a palavra “revolução” significa mudança generalizada em toda a sociedade – inclusive na forma como trabalhamos e as empresas funcionam.
💡 Não serão mudanças incrementais; ➡️ serão mudanças estruturais que cedo ou tarde ocorrerão.
DE pirâmides rígidas 👉🏼 PARA redes flexíveis.
DO aproveitamento da inteligência de poucos no topo 👉🏼 PARA utilização da inteligência coletiva de todos.
DE sistemas de planejamento orientados a gerar informações para cima 👉🏼 PARA sistemas de inteligência que geram informações em tempo real para as pessoas da linha de frente.
DA desconfiança baseada em uma premissa negativa sobre as pessoas 👉🏼 PARA a criação de relações de confiança a partir de uma premissa positiva.
DA transparência mínima (justificativa para dar informação) 👉🏼 PARA a transparência máxima (justificativa para não dar informação).
DOS hard controls 👉🏼 PARA a ênfase nos soft controls.
DO foco no compliance 👉🏼 PARA o foco na ética.
DA motivação extrínseca baseada no medo 👉🏼 PARA o foco na motivação intrínseca baseado na inspiração.
DOS valores do crescimento e competição 👉🏼 PARA os valores da conservação e cooperação.
DA obsessão pela eficiência no curto prazo 👉🏼 PARA a ênfase na resiliência em longo prazo.
DO foco no retorno imediato para os acionistas 👉🏼 PARA a criação de valor sustentável para todos os públicos.
DA maximização do lucro como conceito de sucesso 👉🏼 PARA a maximização do propósito como conceito de sucesso.
💡 Para os conselheiros, as duas perguntas que importam são:
1️⃣ Como os conselhos podem ajudar suas empresas a se tornarem mais humanizadas, com propósito, orientadas a todos os stakeholders e com ênfase em sua resiliência a longo prazo?
2️⃣ Qual deve ser o papel do conselho em empresas de vanguarda que operam com elevado grau de autonomia e confiança, baseadas na autogestão e no “sentir e responder” com o propósito como Norte?
💡 Muito além de tentar prever e controlar o futuro, algo cada vez mais improvável,...
👉... essas são as perguntas que permitirão aos conselhos agregar valor no século XXI.
❗...mas, como as pessoas não estavam escutando, precisa ser dito novamente.
ℹ️ Há 4 anos, publiquei uma reflexão sobre a importância de repensarmos a agenda dos conselhos de administração.
😫 Como mudanças estruturais levam tempo – já que confrontam paradigmas (ou dogmas) existentes – pouco mudou nesse período.
👉 Isso não diminui a necessidade de questionar a atuação de órgãos que, com frequência, pouco têm agregado de valor às suas organizações.
🤗 Por isso, compartilho o texto novamente!
🐘 Há um verdadeiro elefante na sala no mundo da governança: 🐘
❗ Os debates sobre conselhos de administração ainda estão voltados para as empresas do século XX, não para as do século XXI.
❗ Todos concordam que estamos nos primeiros dias da 4ª revolução industrial.
💡 O que poucos observam é que a palavra “revolução” significa mudança generalizada em toda a sociedade – inclusive na forma como trabalhamos e as empresas funcionam.
💡 Não serão mudanças incrementais; ➡️ serão mudanças estruturais que cedo ou tarde ocorrerão.
DE pirâmides rígidas 👉🏼 PARA redes flexíveis.
DO aproveitamento da inteligência de poucos no topo 👉🏼 PARA utilização da inteligência coletiva de todos.
DE sistemas de planejamento orientados a gerar informações para cima 👉🏼 PARA sistemas de inteligência que geram informações em tempo real para as pessoas da linha de frente.
DA desconfiança baseada em uma premissa negativa sobre as pessoas 👉🏼 PARA a criação de relações de confiança a partir de uma premissa positiva.
DA transparência mínima (justificativa para dar informação) 👉🏼 PARA a transparência máxima (justificativa para não dar informação).
DOS hard controls 👉🏼 PARA a ênfase nos soft controls.
DO foco no compliance 👉🏼 PARA o foco na ética.
DA motivação extrínseca baseada no medo 👉🏼 PARA o foco na motivação intrínseca baseado na inspiração.
DOS valores do crescimento e competição 👉🏼 PARA os valores da conservação e cooperação.
DA obsessão pela eficiência no curto prazo 👉🏼 PARA a ênfase na resiliência em longo prazo.
DO foco no retorno imediato para os acionistas 👉🏼 PARA a criação de valor sustentável para todos os públicos.
DA maximização do lucro como conceito de sucesso 👉🏼 PARA a maximização do propósito como conceito de sucesso.
💡 Para os conselheiros, as duas perguntas que importam são:
1️⃣ Como os conselhos podem ajudar suas empresas a se tornarem mais humanizadas, com propósito, orientadas a todos os stakeholders e com ênfase em sua resiliência a longo prazo?
2️⃣ Qual deve ser o papel do conselho em empresas de vanguarda que operam com elevado grau de autonomia e confiança, baseadas na autogestão e no “sentir e responder” com o propósito como Norte?
💡 Muito além de tentar prever e controlar o futuro, algo cada vez mais improvável,...
👉... essas são as perguntas que permitirão aos conselhos agregar valor no século XXI.
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