A vastidão do universo deveria nos ensinar humildade.
A Terra é apenas 1 em 3,2 trilhões de planetas em nossa galáxia.
O Sol, apenas 1 entre 200 bilhões de estrelas na Via Láctea.
E a Via Láctea, só mais uma entre 2 trilhões de galáxias no universo observável.
Diante dessa imensidão, somos literalmente centelhas de poeira cósmica, frágeis e passageiros.
Ainda assim, insistimos em guerras, egoísmo, soberba e na destruição dos recursos que nos sustentam.
Se há algo verdadeiramente sensato que a humanidade pode deixar como legado, não é poder, não é riqueza, não são monumentos: é a garantia do essencial. Deixar para quem ainda não chegou.
Água limpa e potável, solo fértil sem contaminação e ar respirável.
Esse seria o maior ato de grandeza da nossa breve existência no cosmos.
A vastidão do universo nos reduz à condição de poeira cósmica.
Ainda assim, temos a ousadia de agir como se fôssemos os donos da eternidade.
Deixar água limpa, solo fértil e ar respirável deveria ser o mínimo de lucidez da humanidade.
Mas parece que preferimos deixar uma herança de fumaça, plástico e relatórios de “crescimento econômico”.
Afinal, nada mais irônico do que acreditar que somos senhores do universo quando mal conseguimos garantir o básico no pequeno ponto azul onde vivemos.
É quase cômico: acreditamos ser “senhores do universo”, mas somos incapazes de manter em pé o único planeta onde podemos respirar sem manual de instruções.
Carlos Alberto Tavares Ferreira 🌱💧
O Sol, apenas 1 entre 200 bilhões de estrelas na Via Láctea.
E a Via Láctea, só mais uma entre 2 trilhões de galáxias no universo observável.
Diante dessa imensidão, somos literalmente centelhas de poeira cósmica, frágeis e passageiros.
Ainda assim, insistimos em guerras, egoísmo, soberba e na destruição dos recursos que nos sustentam.
Se há algo verdadeiramente sensato que a humanidade pode deixar como legado, não é poder, não é riqueza, não são monumentos: é a garantia do essencial. Deixar para quem ainda não chegou.
Água limpa e potável, solo fértil sem contaminação e ar respirável.
Esse seria o maior ato de grandeza da nossa breve existência no cosmos.
A vastidão do universo nos reduz à condição de poeira cósmica.
Ainda assim, temos a ousadia de agir como se fôssemos os donos da eternidade.
Deixar água limpa, solo fértil e ar respirável deveria ser o mínimo de lucidez da humanidade.
Mas parece que preferimos deixar uma herança de fumaça, plástico e relatórios de “crescimento econômico”.
Afinal, nada mais irônico do que acreditar que somos senhores do universo quando mal conseguimos garantir o básico no pequeno ponto azul onde vivemos.
É quase cômico: acreditamos ser “senhores do universo”, mas somos incapazes de manter em pé o único planeta onde podemos respirar sem manual de instruções.
Carlos Alberto Tavares Ferreira 🌱💧
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