SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

As cadeias de valor que sustentam a produção -- logística, financiamento, tecnologia, engenharia, software, dados, energia, conectividade e tantos outros serviços.

 


A competitividade industrial do século XXI já não é determinada apenas pela eficiência da fábrica ou por incentivos a setores específicos. Ela depende, cada vez mais, das cadeias de valor que sustentam a produção -- logística, financiamento, tecnologia, engenharia, software, dados, energia, conectividade e tantos outros serviços. O problema é que os serviços, que representam cerca de três quartos do PIB brasileiro, são, em geral, caros e pouco produtivos, ajudando a explicar não apenas a baixa produtividade da economia, mas também a perda de competitividade da própria indústria. O artigo sustenta, com base em novas evidências empíricas de pesquisa da CNI com empresas industriais brasileiras, que os serviços se tornaram insumos ainda mais centrais da atividade industrial moderna. Por isso, políticas produtivas eficazes devem mirar o fortalecimento de cadeias de valor inteiras, e não apenas fábricas ou setores isolados. Na minha coluna de hoje no Valor Econômico.

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