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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Um grande marco: imprimiram neurônios artificiais que realmente se comunicam com o tecido cerebral vivo.


 Cientistas da Northwestern University acabaram de ultrapassar um grande marco: imprimiram neurônios artificiais que realmente se comunicam com o tecido cerebral vivo. Usando uma técnica de impressão especializada chamada impressão a jato por aerossol, a equipe criou neurônios eletrônicos flexíveis feitos de dissulfeto de molibdênio (MoS₂) — e, quando colocados contra células cerebrais reais de camundongo, os artificiais desencadeavam com sucesso respostas neurais. Essa descoberta nos aproxima das interfaces cérebro-máquina que poderiam restaurar a audição, visão e movimento em pessoas com paralisia ou doenças neurológicas. O cérebro é 100.000 vezes mais eficiente em termos energéticos do que os computadores digitais de hoje, fazendo desses chips inspirados no cérebro o futuro do hardware de IA.

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