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sábado, 6 de junho de 2026

E esse gráfico desmente a narrativa de que a FAPESP e as universidades não criam empresas de tecnologia. Já foram 2.000 criadas desde 1998.


 E esse gráfico desmente a narrativa de que a FAPESP e as universidades não criam empresas de tecnologia.

Já foram 2.000 criadas desde 1998. E os círculos não aparecem aleatoriamente. Eles se concentram justamente nas cidades que abrigam os principais ecossistemas de ciência, tecnologia e inovação do país. 1. São Paulo concentra a USP, a Mackenzie, o IPT, o Instituto Butantan, o IPEN, o CIETEC e diversos centros de pesquisa empresariais. 2. Campinas abriga a Unicamp, o CNPEM, o CPQD e importantes laboratórios industriais. 3. São Carlos reúne dois campi da USP, a UFSCar e a Embrapa Instrumentação. 4. São José dos Campos concentra o ITA, o INPE, o DCTA, o PIT, o IPT, UNIFESP e a Embraer. 5. Ribeirão Preto possui um dos mais importantes polos de pesquisa em saúde da América Latina, liderado pela USP. 6. Piracicaba abriga a ESALQ da USP, a FUMEP e o Parque Tecnológico. E agora tem unidade do IPT também voltada para o agro. Mesmo nos círculos menores, vemos claramente a força das faculdades e dos ambientes de inovação. Por isso, quando investimos em universidades e institutos de pesquisa, não estamos apenas financiando educação ou ciência. Estamos investindo nas startups que serão criadas daqui a cinco, dez ou vinte anos.

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