SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Assim como é preciso uma aldeia para educar uma criança, é preciso de uma aldeia para acolher uma sobrevivente da violência.


 Assim como é preciso uma aldeia para educar uma criança, é preciso de uma aldeia para acolher uma sobrevivente da violência.


Inspiradas por uma reflexão do Instituto Pólis sobre cidades para crianças, transportamos esse olhar para o enfrentamento à violência de gênero.

Afinal, violência de gênero no Brasil é um problema estrutural e complexo, que exige ação conjunta e coordenada entre diversos setores e entidades.

Mulheres em situação de violência precisam de redes de apoio, coletivos comunitários e outras organizações da sociedade civil capazes de prestar o suporte que precisam para superar o ciclo da violência.

Mas também de equipamentos públicos nos seus territórios, gestores comprometidos com a articulação intersetorial e servidores capacitados para um atendimento humanizado, que compreendam as dinâmicas da violência e seus impactos em quem a sofre.

O Mapa do Acolhimento existe para fortalecer essa aldeia.

Além de possuir uma rede de psicólogas e advogadas voluntárias que prestam atendimento acolhedor e gratuito a sobreviventes da violência, também atuamos com Mobilização e Cooperação com Governos.

Através dessas estratégias, fortalecemos ativistas e coletivos locais que enfrentam a violência contra mulher para ampliar suas ações em seus territórios. Oferecemos assessoria técnica para ampliar a capacidade estatal de implementar políticas para as mulheres, e prestamos treinamento para servidores públicos sobre nossa metodologia de acolhimento a sobreviventes.

Quer saber como pensamos essas estratégias e apoiar nosso movimento? Acesse o site do Mapa do Acolhimento e saiba como: mapadoacolhimento.org

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