Há um tempo, víamos a IA como algo que vivia na nuvem.
Hoje, ele está começando a andar.
Literalmente.
Robôs que atendem clientes, entregam pedidos ou se movem de forma autônoma não são mais protótipos isolados. Eles são o sinal de uma grande transição: a transição da IA digital... em direção à IA física.
Como explica Julian Herman, Diretor Executivo e Sócio da Boston Consulting Group (BCG), não se trata apenas de processar dados, mas de perceber, decidir e agir no mundo real. E é aí que as regras do jogo mudam.
Porque quando a IA tem um corpo, novos desafios surgem: segurança, custos, interação com humanos e compreensão do meio ambiente.
Ricardo Baeza-Yates, professor sênior do Departamento de Ciência da Computação da Universidade do Chile e cofundador da Theodora AI, apresenta isso sob outro ângulo: dar "corpo" à inteligência implica que os sistemas entendem espaço, tempo e causalidade. Não só respostas, mas contexto.
Hoje já vemos aplicações em mineração, logística, manufatura e saúde.
Mas o verdadeiro impacto está apenas começando.
Estamos deixando para trás sistemas que executam instruções...
e entrando em uma era em que as máquinas aprendem com o mundo e agem nele.
A questão não é se isso vai escalar.
É quem vai estar pronto quando isso acontecer.
Literalmente.
Robôs que atendem clientes, entregam pedidos ou se movem de forma autônoma não são mais protótipos isolados. Eles são o sinal de uma grande transição: a transição da IA digital... em direção à IA física.
Como explica Julian Herman, Diretor Executivo e Sócio da Boston Consulting Group (BCG), não se trata apenas de processar dados, mas de perceber, decidir e agir no mundo real. E é aí que as regras do jogo mudam.
Porque quando a IA tem um corpo, novos desafios surgem: segurança, custos, interação com humanos e compreensão do meio ambiente.
Ricardo Baeza-Yates, professor sênior do Departamento de Ciência da Computação da Universidade do Chile e cofundador da Theodora AI, apresenta isso sob outro ângulo: dar "corpo" à inteligência implica que os sistemas entendem espaço, tempo e causalidade. Não só respostas, mas contexto.
Hoje já vemos aplicações em mineração, logística, manufatura e saúde.
Mas o verdadeiro impacto está apenas começando.
Estamos deixando para trás sistemas que executam instruções...
e entrando em uma era em que as máquinas aprendem com o mundo e agem nele.
A questão não é se isso vai escalar.
É quem vai estar pronto quando isso acontecer.
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