Há uma história encantadora sobre uma conversa entre Marilyn Monroe e Albert Einstein. Com um sorriso travesso, ela disse certa vez:
“Imagine se tivéssemos um filho — com a minha beleza e a sua inteligência.”
Ao que ele respondeu: “E se fosse o contrário — com a minha beleza e a sua inteligência?”
A ironia é que, mais tarde, descobriu-se que o QI de Marilyn Monroe era em torno de 165 — até um pouco maior que o de Einstein.
Marilyn (Norma Jeane Baker) não era apenas um símbolo de beleza, mas também uma mulher profundamente reflexiva e inteligente. Ela tinha uma biblioteca pessoal com quase mil livros e passava incontáveis horas lendo literatura, poesia e filosofia. Era movida por uma curiosidade infinita e uma verdadeira sede de conhecimento.
Aqui estão alguns de seus pensamentos que ainda ressoam hoje:
— Ser mulher é uma dádiva. Toda mulher deveria se sentir assim.
— Não existe amor “errado” se houver sentimento genuíno nele.
— Cachorros não mordem. Pessoas, sim.
— A imperfeição é beleza, e a loucura é genialidade.
— É melhor estar sozinho do que infeliz com alguém.
— Ria quando estiver triste — chorar é muito fácil.
— Eu não quero ser um "objeto", mesmo que me chamem de símbolo.
— Se eu tivesse seguido todas as regras, nunca teria chegado a lugar nenhum.
— A vida é bela. Mantenha a cabeça erguida e não se esqueça de sorrir.
Esta história é um lembrete: não julgue as pessoas por estereótipos ou aparências.
Uma pessoa é sempre muito mais do que o que os outros dizem sobre ela.
Nenhum comentário:
Postar um comentário