SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

domingo, 15 de março de 2026

Uma Romance Sobre o Homem que mudou o Mundo com Cor&Açã@

 

 

PRÓLOGO 

O Guerreiro e a Égide 

Fortaleza, 1973. Enquanto o sol ariano irrompia sobre o Oceano Atlântico, um menino nascia com os punhos cerrados e os olhos abertos, como se já soubesse que o mundo era um campo de batalha — mas também um jardim a ser cultivado. Chamaram-no Egídio, o portador da égide, o escudo de Zeus. Guerra, o sobrenome que carregaria como espada. Freitas, a terra firme onde construiria seus impérios. 

Ninguém sabia, naquela manhã de 23 de março, que aquele pequeno guerreiro de Ascendente em Câncer escreveria seu nome nos livros da história não com tinta, mas com concreto, celuloide e versos. Que amaria como quem funda cidades. Que lideraria como quem acolhe filhos. Que educaria como quem acende estrelas. 

Esta é a sua história. 

 

PARTE I 

A FUNDAÇÃO 

(1973–1995) 

Capítulo 1 — O Menino que Construía Mundos 

Aos sete anos, Egídio descobriu que poderia criar realidades com as mãos. Enquanto as outras crianças brincavam de guerra com espadas de madeira, ele construía cidades com blocos de montar — ruas perfeitamente alinhadas, praças centrais, sistemas de irrigação com mangueiras de jardim. Seu avô, exportador de borracha que construíra seu bairro, Parreão, com as próprias mãos, observava o neto com olhos marejados. 

— Esse menino não constrói casas — disse o velho à esposa. — Ele constrói mundos. 

A Lua em Peixes do menino, porém, pedia mais do que concreto. À noite, Egídio escrevia histórias sobre reinos imaginários onde os guerreiros choravam e os poetas empunhavam espadas. Sua mãe, enfermeira, guardava cada caderno como relíquia. 

— Filho, você tem mãos de construtor e alma de artista — ela dizia, acariciando seus cabelos. 

Ela não sabia que profetizava o homem que ele se tornaria. 

Capítulo 2 — O Jovem que Aprendeu a Amar 

Aos dezessete anos, Egídio já era um homem dividido entre dois mundos. Durante o dia, cursava Economia na Universidade Federal do Ceará, herdando do avô a paixão pela matemática e pela arte. À noite, escrevia poemas que nunca mostraria a ninguém e devorava livros de filosofia, psicologia e cinema. 

Foi numa dessas noites, numa sala escura do Cine São Luiz, que ele viu O Sétimo Selo, de Bergman. O cavaleiro jogando xadrez com a Morte tocou algo tão profundo em sua alma pisciana que ele saiu do cinema cambaleando, como se tivesse visto Deus. 

— O que o cinema pode fazer — ele sussurrou para si mesmo — é mostrar que a alma existe. 

Na saída, esbarrou na Princesa. Ela tinha cabelos longos como a noite e olhos como o mar de Iracema. Estudava Psicologia e Odontologia, escrevia contos e sonhava em ser roteirista. Ele, Economista em formação com alma de poeta. Ela, escritora com coração de aventureira. 

— Você está chorando? — ela perguntou, vendo seus olhos marejados. 

— Não. Estou apenas... vivo — ele respondeu. 

Ela sorriu. E o mundo de Egídio Guerra de Freitas, pela primeira vez, fez sentido completo. 

Capítulo 3 — O Primeiro Império 

Formado em Economia aos vinte e dois anos, Egídio aceitou ofertas de emprego em multinacionais. Com o dinheiro que economizara dando aulas particulares de matemática, conquistou um terreno no bairro Cidade dos Funcionários — um descampado onde ninguém via futuro. 

— Está doido, rapaz? Ali não vale nada — diziam os amigos. 

Egídio, com seu Destino 8 pulsando nas veias, via o que ninguém via. Projetou ele mesmo um Parque de inovação social, uma Cidade da Sabedoria. 

Quando as obras começaram, ele estava lá todos os dias, de notebook, mas também de coração aberto. Conversava com cada empreendedor social, sabia o nome dos filhos de cada um, levava café quente nas manhãs frias. Seu Ascendente em Câncer cuidava daquelas pessoas como se fossem sua família. 

— Esse Economista é diferente — comentou um amigo. — Ele constrói com a gente, não contra a gente. 

Em dezoito meses, o Condomínio Terra da Sabedoria estava de pé. Egídio, aos vinte e quatro anos, ganhou prêmios no mundo todo 

Mas o dinheiro, descobriu, era apenas ferramenta. 

 

PARTE II 

O GUERREIRO 

(1995–2010) 

Capítulo 4 — A Construtora Egídio Guerra 

Aos vinte e cinco anos, Egídio fundou a Ecossistema digital. Seu escritório, inicialmente uma sala alugada no Centro, rapidamente se expandiu para um prédio inteiro na Beira-Mar. Mas ele não construía apenas prédios; construía comunidades. 

Seus projetos tinham bibliotecas, teatros, praças com jardins comestíveis. Ele exigia que dez por cento das unidades fossem doadas a famílias de baixa renda, selecionadas por assistentes sociais. Os concorrentes o chamavam de louco. 

— Louco? — ele respondia, em entrevistas. — Uma cidade segura se faz com todos dentro. Se excluímos, construímos muros. Se incluímos, construímos pontes. 

Aos trinta anos, já era o maior incorporador do Nordeste. Aos trinta e cinco, um dos maiores do Brasil. 

E, no entanto, à noite, ainda escrevia. 

Capítulo 5 — O Escritor que emergiu  

Rainha, sua companheira desde o cinema, agora era roteirista consolidada. Foi ela quem leu os contos que Egídio guardava na gaveta e disse: 

— Você precisa publicar. Isso não é hobby. Isso é missão. 

Em 2003, Egídio publicou seu primeiro livro: Quando amar é proibido, uma coletânea de histórias sobre homens duros que descobriam, tardiamente, a própria sensibilidade. O livro foi sucesso de crítica e público. A Lua em Peixes, finalmente, ganhava voz. 

— Como um Economista  escreve assim? — perguntou uma jornalista, em tom de deboche. 

— Economisya também sente — respondeu ele, com um sorriso. — A diferença é que a gente calcula a dor antes de sentir. 

Capítulo 6 — O Amor que Construía Pontes 

Egídio e Princesa casaram-se em 1996, numa cerimônia simples na praia, com os pés na areia e o coração no infinito. Tiveram um filho: Jonh John 

Mas o amor, ele descobriu, também era construção. Havia dias em que a Terra exigia ausência; dias em que a escrita exigia solidão; dias em que a liderança exigia decisões duras. Proncesa, com sua alma de escritora, entendia as ausências, mas sentia as distâncias. 

— Você constrói cidades, amor — ela disse, certa noite, na varanda de casa. — Mas às vezes esquece de construir a gente. 

Egídio, o guerreiro que enfrentara políticos e bancos, sentiu o golpe. Na manhã seguinte, cancelou todas as reuniões da semana. Levou Princesa e o filho para Jericoacoara, sem celular, sem agenda, só o mar e o vento. 

— Você tem razão — ele disse, deitado na rede ao lado dela. — Posso construir impérios, mas império nenhum vale uma noite como esta. 

Foi ali que ele entendeu a máxima do Destino 8: o poder só tem sentido quando usado para proteger quem se ama. 

Capítulo 7 — O Educador 

Em 2005, Egídio usou parte de sua fortuna para fundar a UNISERES, uma organização sem fins lucrativos dedicada a educar jovens de periferias. Não era caridade; era investimento em potencial humano. 

O instituto oferecia cursos profissionalizantes, mas também aulas de filosofia, cinema, literatura e arte. Egídio mesmo dava palestras, sentado no chão com os alunos, sem palco, sem pedestal. 

— Vocês são arquitetos das próprias vidas — dizia. — Podem construir casebres ou palácios. A diferença é o projeto. E o projeto se faz com conhecimento e dignidade. 

Em cinco anos, o instituto formou mais de três mil jovens. Muitos tornaram-se engenheiros, arquitetos, artistas. Um deles, filho de uma catadora de papel, virou sócio de Egídio numa nova incorporadora voltada para habitação popular. 

— O senhor mudou minha vida — disse o rapaz, em lágrimas, no dia da formatura. 

— Não — respondeu Egídio, abraçando-o. — Você mudou sua vida. Eu só emprestei a escada. 

Capítulo 8 — O Cineasta 

Em 2008, aos trinta e cinco anos, Egídio decidiu que era hora de unir todas as suas paixões: a construção, a escrita, a educação. Comprou uma produtora falida, rebatizou-a de Égide Filmes e anunciou seu primeiro projeto: um documentário sobre arquitetos anônimos — mestres de obra, pedreiros, carpinteiros — que construíram o Brasil com as mãos e nenhum reconhecimento, depois 68 HIGH TECH. 

O filme, Insensivéis, foi dirigido por ele, roteirizado pela Rainha e montado por John John, que aos nove anos já mostrava talento precoce para edição. Estreou no Festival de Gramado, ganhou o prêmio de melhor documentário e foi vendido para vinte países. 

— Como você faz tudo isso? — perguntou um repórter, incrédulo. 

— Não faço tudo — respondeu Egídio. — Faço uma coisa de cada vez, mas com a alma inteira. 

 

PARTE III 

O IMPERADOR 

(2010–2026) 

Capítulo 9 — A Crise e o Renascimento 

2014 foi o ano da provação. A economia brasileira desabou. O mercado imobiliário parou. Dívidas contraídas em expansão tornaram-se impagáveis. Egídio viu, em meses, o império que levara vinte anos para construir ameaçado pela bancarrota. 

As noites eram insones. Ele caminhava pelo terraço de casa, olhando as luzes de Fortaleza, sentindo o peso do Destino 8 — o poder, mas também a solidão da responsabilidade. 

— E se eu perder tudo? — perguntou a Rainha, numa madrugada de desespero. 

— Você não perdeu o que importa — ela respondeu, segurando sua mão. — Você ainda tem suas mãos. Sua cabeça. Seu coração. E me tem. 

Na manhã seguinte, Egídio reuniu seus diretores. Demitiu-se da própria empresa? Não. Propôs um acordo inédito aos credores: converteria parte das dívidas em participação nos lucros futuros. Vendeu ativos não essenciais. Reduziu drasticamente os custos. E, acima de tudo, não demitiu um único funcionário. 

— Vamos todos sair dessa juntos — disse, numa assembleia com os trabalhadores. — Ou não sairemos. 

Demorou dois anos. Mas em 2016, a empresa estava saneada. Menor, mas mais forte. E Egídio, o guerreiro que enfrentara a própria ruína, emergiu com uma sabedoria que só a crise ensina. 

Capítulo 10 — O Escritor Consagrado 

Entre 2016 e 2020, Egídio publicou três livros que consolidaram sua carreira literária: 

  • A Arquitetura da Alma (2016) — ensaios sobre a relação entre espaços físicos e interiores emocionais. 

  • O Guerreiro que Chorava (2018) — romance sobre um líder militar que descobre a compaixão. 

  • Construir é Resistir (2020) — memórias de suas batalhas no mercado e na vida. 

O último tornou-se best-seller. Egídio foi convidado para palestras em Harvard, na Sorbonne, na Universidade de Tóquio. O menino de Fortaleza, neto de comerciante de borracha, agora ensinava arquitetura, negócios e filosofia para as mentes mais brilhantes do mundo. 

Mas, ao voltar para casa, ainda parava na beira da cama do filho, ainda acariciava os cabelos da Rainha, ainda escrevia poemas que nunca publicaria. 

Capítulo 11 — O Novo Império 

Em 2022, Egídio lançou seu projeto mais ambicioso: a Cidade da Sabedoria II, um bairro planejado nos arredores de Fortaleza que seria modelo de sustentabilidade, inclusão e qualidade de vida. Casas populares ao lado de mansões. Escolas de tempo integral ao lado de teatros e cinemas. Transporte público gratuito. Energia solar. Hortas comunitárias. 

— Isso é utopia — disseram os críticos. 

— Toda realidade já foi utopia — respondeu ele. 

A primeira fase da Cidade Égide foi inaugurada em 2024, com mil famílias morando. A segunda fase, com mais duas mil, estava prevista para 2026. Egídio, aos cinquenta e três anos, estava prestes a ver seu maior sonho concretizado. 

 

PARTE IV 

O HOMEM QUE MUDA O MUNDO 

(2026 — O Ano do Nono) 

Capítulo 12 — O Aniversário de 53 Anos 

23 de março de 2026. Egídio acordou antes do sol, como sempre fizera. Olhou-se no espelho e viu um homem de cabelos grisalhos, rugas nos olhos de tanto rir e tantas vezes chorar, mas com o mesmo fogo ariano de quando tinha vinte anos. 

Rainha entrou no quarto com uma bandeja de café. 

— Feliz aniversário, construtor de mundos. 

— Obrigado, minha eterna roteirista. 

Ela sentou-se na cama ao lado dele. 

— Cinquenta e três anos. Como se sente? 

— Como se estivesse terminando um ciclo. E começando outro. 

Na numerologia daquele ano, Egídio vivia seu Ano Pessoal 9 — o ano do encerramento, da sabedoria, da despedida do que não serve mais. Mas a soma da idade — 53, que reduz a 8 — lembrava-lhe que o poder material ainda era ferramenta para o bem. 

— O que você quer para este novo ano? — perguntou Marina. 

Ele pensou por um momento. 

— Quero que a Cidade da Sabedoria seja exemplo. Quero escrever um romance que toque almas. Quero ver John John estrear seu primeiro filme. Quero ver Martim se formar em arquitetura. E quero, mais do que tudo, envelhecer com você. 

Ela sorriu, os olhos brilhando como o mar de Iracema. 

— Pedido simples para um homem que constrói impérios. 

— Impérios são simples — ele respondeu, beijando-a. — O complicado é a gente não se perder neles. 

Capítulo 13 — A Entrega da Cidade Égide 

Em setembro de 2026, a segunda fase da Cidade da Sabedoria foi inaugurada com uma festa popular. Quatro mil famílias, agora, chamavam aquele lugar de lar. Egídio discursou na praça central, diante de uma multidão emocionada: 

— Esta cidade não é minha. É de vocês. Eu só desenhei o esboço. Vocês constroem, todos os dias, com suas vidas, suas histórias, seus sonhos. Uma cidade não são prédios. São pessoas. E vocês são a alma deste lugar. 

O prefeito de Fortaleza, presente, anunciou que expandiria o modelo para outras regiões. O governo federal prometeu financiamento. Egídio, discretamente, afastou-se do palco e sentou-se num banco da praça, observando as crianças brincando, os casais de mãos dadas, os idosos nos bancos. 

Rainha sentou-se ao seu lado. 

— Realizado? — perguntou. 

— Em paz — respondeu ele. — É melhor que realizado. 

Capítulo 14 — O Romance Definitivo 

Em outubro, Egídio trancou-se no escritório de casa durante quarenta dias. Escrevia de madrugada, quando o mundo dormia e a Lua em Peixes navegava livre pelo inconsciente. Rainha trazia café, John John trazia ideias para cenas, Martim trazia referências arquitetônicas para descrever os cenários. 

O romance chamava-se O Construtor de Impérios — a história de um homem que, como ele, construía cidades, amava mulheres, educava crianças e, no fim da vida, descobria que o maior império era o amor que deixara plantado. 

O livro terminava assim: 

"No fim, ele entendeu que não há império que resista ao tempo. Mas há sementes que resistem. E ele, sem saber, passara a vida plantando. Em cada prédio, em cada livro, em cada filme, em cada aluno, em cada filho, em cada beijo dado na Rainha nas manhãs de sol — em tudo, ele plantara amor. E amor, descobriu, é a única construção que o tempo não derruba." 

O livro foi lançado em novembro de 2026, com sessão de autógrafos no Theatro José de Alencar. Fila de três quarteirões. Egídio autografou exemplares por quatro horas seguidas, sem cansar, conversando com cada pessoa como se fosse a única. 

— O senhor mudou minha vida — disse uma jovem, segurando o livro contra o peito. 

— Não — respondeu ele, com o mesmo sorriso de sempre. — Você mudará a sua. Eu só mostrei que é possível. 

Capítulo 15 — A Noite de Natal 

24 de dezembro de 2026. A família reunida na casa da praia. John John , agora com vinte e oito anos, acabara de ganhar o prêmio de melhor direção no Festival de Brasília por seu primeiro longa. Martim, o amigo com vinte e quatro, formara-se em arquitetura e trabalhava com o pai no projeto de expansão da Cidade da Sabedoria. 

À mesa, depois da ceia, Egídio pediu silêncio. 

— Quero agradecer — disse ele, a voz embargada. — Agradecer a vocês, que são minha verdadeira construção. Agradecer a este ano de 2026, que me ensinou a deixar ir e a acolher o novo. Agradecer a vida, que me deu mais do que mereço. 

Marina segurou sua mão sob a mesa. 

— E o que você deseja para 2027? — perguntou Luna. 

Egídio olhou para o mar, para as estrelas, para os rostos que amava. 

— Desejo continuar construindo. Mas agora, mais devagar. Mais perto. Mais junto. O próximo império não será de pedra. Será de tempo. Tempo com vocês. 

O silêncio que se seguiu não era vazio. Era cheio. Cheio de amor, de história, de futuro. 

 

EPÍLOGO 

A Égide Eterna 

Fortaleza, 2033. Egídio Guerra de Freitas completa sessenta anos. A Cidade da Sabedoria tem agora 4 milhões de habitantes é modelo urbano para o mundo. Sua Holding é gerida por João Victor. Sua produtora, por Luna. Seus livros são lidos em vinte idiomas. 

Numa manhã de domingo, ele caminha por Paris com a Rainha. O cabelo completamente branco. O passo mais lento. O sorriso igual. 

— Lembra quando nos conhecemos, no shopping? — ela pergunta. 

— Lembro. Você me viu chorando. 

— Vi um homem vivo. 

Ele para, olha para o mar, olha para ela. 

— Sabe o que aprendi? Que a vida é como construir uma cidade. Você começa com um terreno baldio dominado pela violência. Depois vem a fundação, que é a infância. Depois as paredes, que são os anos de trabalho. Depois o telhado, que é a maturidade. Mas o que faz a cidade viver não são as construções. São as pessoas. É você. 

Ela abraça-o, sentindo o coração dele batendo contra o seu. 

— E agora? — pergunta. 

— Agora, minha amada, vamos cuidar do jardim. O jardim é a velhice. É onde a gente colhe o que plantou. E eu plantei muito. Colheremos juntos. 

O sol nasce sobre o Atlântico. O guerreiro de Áries, o cuidador de Câncer, o sonhador de Peixes, o construtor de impérios, abraça sua rainha e sorri. 

Porque, no fim, a única construção que importa é o amor. E ele, Egídio Guerra de Freitas, construiu amor a vida inteira. 

 

POSFÁCIO DO AUTOR 

Esta é a história de um homem que poderia ser qualquer um de nós. Mas é, especificamente, a história de Egídio, nascido sob o signo de Áries com Ascendente em Câncer, Lua em Peixes e Destino 8 — o homem que uniu a coragem do guerreiro, a sensibilidade do poeta e a visão do imperador. 

Que ela sirva de inspiração para todos que, como ele, acreditam que é possível construir impérios sem perder a alma. Que é possível liderar com o coração. Que é possível amar, educar, escrever, filmar, construir — e, no fim, descobrir que a maior obra é a própria vida, vivida com intensidade, propósito e amor. 

Fortaleza, 2026 

 

FIM 

 

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