📊 A transformação etrutural, transferindo mão de obra de setores de baixa produtividade para alta produtividade, tem sido um processo lento e desigual em toda a América Latina e o Caribe. Mas há exemplos encorajadores na região.
Na última década, Brasil, Costa Rica e México experimentaram mudanças no emprego para setores de maior valor agregado, como transporte, comunicações, finanças e imobiliário, enquanto a participação do emprego diminuiu na agricultura e na construção. Esses movimentos são consistentes com o tipo de realocação setorial associada ao crescimento da produtividade.
Em vários casos, essas mudanças também foram acompanhadas por melhorias na formalização, nos ganhos e na qualidade geral do emprego. Embora estejam longe de serem universais, esses exemplos mostram que a transformação estrutural para atividades mais produtivas é possível na região.
Mas esse tipo de transformação não acontece automaticamente. Normalmente, requer uma combinação de políticas que permitam que trabalhadores e empresas migrem para atividades mais produtivas:
🏗️ Investimento em setores com vantagens competitivas genuínas, onde o setor privado pode crescer, contratar e gerar empregos de maior qualidade
🎓 Sistemas de educação e habilidades alinhados com a economia em evolução, não apenas aumentando a matrícula, mas garantindo que os trabalhadores adquiram as habilidades exigidas pelos setores em expansão
📋 Um ambiente regulatório que permite que as empresas cresçam, porque economias dominadas por pequenas empresas informais raramente sobem na escada da produtividade
A região já tem provas de que o progresso é possível.
Quer saber mais? Acesse The World Bank Atualização Regional de Empregos: Insights de Pesquisas sobre Força de Trabalho – relatório América Latina e Caribe.
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