SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.

sábado, 4 de abril de 2026

O Baile de Máscaras do Camilo Santana e Ferreira Gomes – PQP2: A República do Roubo Impune.

 



PQP! Acordei hoje e me perguntei: que República é essa? A que nos vendem nas escolas, nos livros de história, nos discursos de posse, virou piada de mau gosto. Uma República que deveria ser a coisa pública, a res publica, foi reduzida a um balcão de negócios imundo. Ali se negocia tudo: cargos, sentenças, contratos bilionários e o sangue, o suor e as aposentadorias do povo brasileiro viram simples combustível para a farra eterna dessa corja de espertos.

O Carnaval acabou, dizem os idiotas úteis. Acabou porra nenhuma! O Carnaval é todo dia neste hospício a céu aberto chamado Brasil. A diferença é que a elite — os banqueiros do Caso Master, os ministros togados do STF, os governadores oligarcas como Camilo Santana e Ferreira Gomes, os figurões do Mercado Financeiro, todos que se fazem de cegos, os pastores de igreja que abençoam a roubalheira — todos eles estão fantasiados de "autoridade constituída". Mas por baixo da fantasia, o que se vê? As engrenagens expostas de uma máfia organizada e PQP2!

Sobrou alguém com vergonha na cara? Alguém está me ouvindo? Ou o silêncio dos bancos, da Justiça e da PF já é a resposta?

O Caso Master e o INSS: O Roubo do Século, Impune

Vamos falar do Caso Master, essa operação bilionária que escancarou a putaria generalizada. Até a revista The Economist viu o óbvio: ministros do STF passeando no avião particular de advogados de banqueiros investigados. Parentes de magistrados nadando em contratos milionários com o banco podre. E o ministro relator, Dias Toffoli, mandando trancar tudo num cofre com sigilo máximo. Centralizou as investigações nas próprias mãos para proteger quem? A máfia.

E o que o INSS tem a ver com isso? Tudo, seus ingênuos! O dinheiro dos aposentados — aquele que deveria garantir o pão dos velhos que trabalharam uma vida inteira — foi parar no mesmo balcão. Fundos de previdência dilapidados, investimentos forçados em instituições podres como o Master, tudo para que a oligarquia continuasse sua festa. Enquanto o idoso morre na fila do banco para sacar um salário de fome, os Camilo Santana e os Ferreira Gomes deste país — herdeiros de um coronelismo nojento que nunca acabou — se alternam no poder no Ceará e em Brasília, repartindo o espólio público como se fosse quintal particular. Décadas, caralho! Décadas roubando de forma impune!

Justiça, Polícia Federal e Bancos: O Silêncio dos Cúmplices

Cadê a Justiça? Tá no bolso de quem paga mais. Cadê a Polícia Federal? Prende um ou outro peixe pequeno, faz a encenação, solta com tornozeleira — igual fizeram com o Vorcaro — e o resto da quadrilha continua no poder. Cadê os Bancos? Calados, porque o sistema é deles. Eles lucram com a propina, financiam as campanhas, emprestam para os "amigos" a juros de pai para filho e depois cobram do povo com juros de agiota.

O mundo precisa saber, gritar, ouvir: no Brasil, a lei é ROUBAR, MATAR, MENTIR e garantir PRIVILÉGIOS com dinheiro público! A lei do herói nacional é ser bandido de terno, sentado na cadeira de ministro, governador ou presidente de banco. E a punição? É só para o pobre, para o preto, para o favelado.

Carnaval e República Acabaram. Mas as Máfias? Elas Existiram? PQP!

O Carnaval acabou? Que piada. A República acabou primeiro, assassinada pela própria elite que deveria defendê-la. O que temos hoje não é um Estado Democrático de Direito. É uma Oligarquia Criminal, uma Máfia Organizada com ramificações no STF, no Executivo, no Legislativo, no BC, nas igrejas e nas prefeitagens Brasil afora. E aí eu pergunto, "Mas as máfias, é crime organizado oficial


?"

EXISTEM, SIM, SEUS FDPs! Elas nunca deixaram de existir! Elas são o Brasil real. São os coronéis de laptop, os doutores em Direito com tornozeleira em casa, os pastores de jatinho, os banqueiros que quebram e não vão pra cadeia, os políticos que roubam e são reeleitos. A máfia não é exceção. A máfia é a regra. A República foi a exceção, e já era.

A Sentença de Fim da República do Brasil

Por isso, de joelhos no chão desse país de merda, eu cuspo na sua cara, elite bandida. Peçam desculpas, seus filhos da puta! Bilionários, corruptos, oligarcas, togados mafiosos, pastores lobos, juízes vendidos, delegados omissos, banqueiros sanguessugas — criem um coral afinado para pedir perdão pelas milhões de mortes do povo brasileiro.

Suas mãos estão sujas de sangue, roubo e privilégios. Vocês mataram a República. Mataram a esperança. Mataram o futuro. E ainda têm a cara de pau de posar para fotos com Bíblias na mão, discursos patrióticos na boca e contratos fraudulentos no bolso.

Que a história — essa que vocês tentam comprar com dinheiro roubado, manipular com decisões de gabinete, silenciar com sigilo abusivo — lhes cobre o preço. Que o povo — esse que vocês exploram, humilham, deixam morrer na fila do SUS e assassinam com a bala perdida da desigualdade — um dia acorde, cruze os braços, pare de trabalhar, invada as ruas e cobre cada centavo com juros de sangue.

E que, se houver um pingo de justiça neste país de ladrões, ela comece por vocês. PQP! Já passou da hora do povo botar medo nessa elite nojenta. Já passou da hora do réveillon da revolta. Carnaval? Acabou. República? Morreu. Agora é guerra.

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