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sábado, 27 de junho de 2026

A escassez hídrica é um risco sistêmico para diversos setores econômicos.


 A água é um recurso finito. E olha o paradoxo: o Brasil detém o maior volume de água doce renovável do planeta, mas diferentes regiões estão cada vez mais vulneráveis à redução da capacidade de recarga de seus aquíferos.


O aquecimento global, secas prolongadas, desmatamento e atividades intensivas em uso de água, como o agronegócio, estão entre os principais fatores de pressão sobre os recursos hídricos.

Cerca de 98% da água doce armazenada no Brasil está em reservas subterrâneas. As águas superficiais representam 2%, sendo os rios apenas 0,2%.

Vale a leitura de um estudo de pesquisadores brasileiros publicado na Science Advances, que analisou duas décadas de mudanças nas reservas de águas subterrâneas no Brasil e identificou aquíferos que já apresentam redução ou ausência de recarga.

👉 "Two decades of human - and climate - induced groundwater storage shifts in Brazil"
🔗 https://lnkd.in/etEWgZcA

A escassez hídrica é um risco sistêmico para diversos setores econômicos.

O Brasil é rico em água, mas não é imune à insegurança hídrica. A gestão das águas subterrâneas é estratégica para a segurança alimentar, a adaptação às mudanças climáticas e a competitividade econômica do país.

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