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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Trabalhando numa proposta para avaliar o grau de risco climático em 65.559 propriedades rurais em 45 municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, envolvendo quase um milhão de hectares.


 Trabalhando numa proposta para avaliar o grau de risco climático em 65.559 propriedades rurais em 45 municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, envolvendo quase um milhão de hectares.


MUITAS derivações vão resultar desta análise, em função da abordagem metodológica aqui desenvolvida:

- Risco climático baixo: imóveis localizados em áreas com baixa suscetibilidade dos solos, inundação e enxurrada, mesmo nos cenários climáticos futuros.

- Risco climático moderado: imóveis que apresentam alguma exposição física ou climática, mas sem sobreposição crítica entre solo vulnerável, inundação, enxurrada e uso agropecuário intensivo.

- Risco climático alto: imóveis onde há coincidência entre suscetibilidade ambiental elevada e agravamento previsto nos cenários climáticos de 2026–2040.

- Risco climático muito alto: imóveis situados em áreas onde solos frágeis, risco de inundação, risco de enxurrada e maior pressão climática futura se sobrepõem espacialmente.

- Áreas prioritárias para adaptação: municípios e imóveis onde as camadas indicam maior chance de perdas produtivas, danos à infraestrutura rural e necessidade de medidas preventivas.

- Áreas prioritárias para monitoramento: imóveis localizados em zonas sensíveis, onde pequenas mudanças de chuva, temperatura ou uso do solo podem ampliar significativamente o risco.

- Áreas com maior vulnerabilidade produtiva: propriedades com uso agropecuário relevante situadas sobre ambientes fisicamente suscetíveis e expostas a cenários climáticos mais severos.

- Áreas com maior segurança relativa: imóveis onde o uso agropecuário ocorre em locais com menor suscetibilidade territorial e menor agravamento climático projetado.

- Municípios estratégicos para gestão pública: municípios que concentram maior número de imóveis expostos e, portanto, devem ser priorizados em planejamento, defesa civil, crédito, seguro rural e políticas de adaptação.

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