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domingo, 28 de junho de 2026

Ontem à noite, Peter Senge nos ensinou a Tragédia dos Comuns.


 Ontem à noite, Peter Senge nos ensinou a Tragédia dos Comuns. Então ele fez algo que não paro de pensar: tirou a tragédia disso.


Garrett Hardin a chamou de "tragédia" em 1968, e essa única palavra causou décadas de danos silenciosos: ancorou todos no colapso, na escassez, no que está sendo destruído. O movimento de Senge foi simples. Pare de ancorar na tragédia. Âncora no commons.

Um bem comum é tudo aquilo que compartilhamos, sem que ninguém pode sobreviver e ninguém pode substituir. Água limpa. Ar respirável. E os que esquecemos são comuns: confiança. Segurança. A qualidade do espaço quando as pessoas se reúnem.

Aqui está a falha dos líderes de peças. Um comum é um sistema vivo, sempre regenerado, sempre esgotado. Nunca estática. A confiança no seu time é grama no campo: ela cresce de novo e é pastada todo santo dia.
E o que a esgota raramente é dramático. Um professor que corta um aluno. Um fundador que não ouve direito. Pequenos atos, egoístas, razoáveis no momento — e o campo diminui para todos.

Quando chegou minha vez, aqui está o que surgiu para mim: O que torna um campo regenerativo é a qualidade da nossa presença. A qualidade da nossa atenção. A qualidade dos nossos relacionamentos.

Esse é o trabalho todo, na verdade. A maioria dos líderes acha que está gerenciando tarefas. Na verdade, elas cuidam de um bem comum — esgotando-o ou regenerando-o a cada interação, queiram ou não. O líder regulado sabe qual delas está fazendo.

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