Einstein chamou a imaginação de "mais importante que o conhecimento", mas cada vez mais a tratamos como um passatempo infantil que superamos.
A filósofa da mente Amy Kind argumenta que imaginação é a habilidade que usamos para tomar nossas decisões mais difíceis, ler as pessoas ao nosso redor e descobrir quem queremos nos tornar.
Como qualquer habilidade, ela enfraquece sem uso, e estamos usando menos. Ler por prazer quase se reduziu pela metade em duas décadas, e cada vez mais entregamos nosso trabalho criativo às máquinas.
Se não reservarmos tempo para exercê-la, perderemos a capacidade de conceber as coisas como são diferentes do que são, e correremos o risco de ficar presos no presente, incapazes de imaginar ou construir um futuro diferente.
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