Cada desses modelos foi criado para um problema específico.
Usar o errado é como tentar abrir uma porta com a chave errada.
➡️ Three Horizons, da McKinsey, resolve como fazer o negócio de hoje funcionar enquanto a empresa constrói o de amanhã ao mesmo tempo, sem um canibalizar o outro.
➡️ Jobs to Be Done, de Harvard, parte da premissa que as pessoas não compram produtos, compram uma solução para algo que precisam resolver.
➡️ Design Thinking, do IDEO, resolve o problema de quem sai criando solução antes de entender o problema. O modelo força o entendimento a vir antes da ação.
➡️ Inovação Disruptiva, da Harvard Business School, ensina a enxergar a ameaça que parece pequena demais para preocupar, antes que ela cresça e seja tarde para reagir com o mesmo modelo.
➡️ Portfólio de Inovação, da BCG, distribui as apostas entre o que existe hoje e o que pode existir amanhã, porque colocar tudo num projeto só é risco concentrado sem necessidade.
➡️ Sistema Operacional, do MIT Sloan, resolve o problema de constância: inovação não pode depender de inspiração.
Precisa virar rotina, com processo, ritmo e cadência definidos.
McKinsey, Harvard, IDEO, BCG e MIT Sloan chegaram a modelos diferentes porque estavam resolvendo problemas diferentes.
O que une todos eles é o que a maioria ignora: método.
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