SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.
terça-feira, 23 de junho de 2026
Sem bisturi. Sem incisão. Sem pontos.
Médicos do Hospital Liverpool, em Sydney, na Austrália, começaram a usar uma tecnologia que muda o que se entende por cirurgia de câncer.
Sem bisturi.
Sem incisão.
Sem pontos.
O equipamento é o primeiro sistema dedicado de crioablação guiada por ressonância magnética do país.
Agulhas ultrafinas são inseridas diretamente no tumor.
Cada movimento é acompanhado em tempo real por imagens de altíssima definição.
Quando a ponta da sonda atinge o local exato, gás argônio comprimido resfria a região a até -180°C.
Esse frio extremo rompe as células cancerígenas por dentro.
Interrompe o fornecimento de sangue ao tumor.
E destrói o tecido-alvo enquanto os médicos monitoram em tempo real.
Apenas a área doente é afetada.
Nervos, medula espinhal, ossos e órgãos vitais ao redor são preservados.
Para os pacientes, a mudança é concreta.
Muitos voltam para casa no mesmo dia do procedimento.
Sem semanas de recuperação.
Sem cicatriz visível.
E com precisão que os olhos de um cirurgião sozinho não conseguem garantir.
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