SABERES TRANSDISCIPLINARES E ORGÂNICOS.
quinta-feira, 23 de julho de 2026
O que um grão de trigo tem a ver com a economia antifascista? Tudo.
O que um grão de trigo tem a ver com a economia antifascista? Tudo. A Penguin colocou todo o argumento na capa do Reino Unido do meu livro.
Pão é a política mais antiga que existe. Do repartidor romano de grãos à Revolução Francesa: quando o preço dos bens essenciais dispara, as sociedades são despedaçadas. A disputa pela apreço sempre foi a disputa sobre como organizamos nossa política.
Estamos vivendo isso de novo. A guerra atinge grãos e energia, e o preço dos bens essenciais explode junto com os lucros. Haverá mais choques: em um mundo aquecido, cada colheita é um evento climático, toda seca um evento de preço, e todo evento de preço é político.
Choques ao essencial não são mais exceção; Eles são o padrão.
O que aponta para a resposta que a capa também dá: um grão só cresce em um clima que permite isso — e em um campo onde nenhuma guerra queimou. Proteger o essencial da vida significa proteger as condições da vida: um clima estável e paz. É por isso que tornar a economia mais verde É uma política de acessibilidade, e por isso o livro estabelece como estabilizar os preços sistemicamente significativos antes que o próximo choque aconteça, não depois.
Então: o que um grão tem a ver com a economia antifascista? É pão diário — a política de saber se as pessoas podem se dar ao luxo de viver com dignidade. E é semente — o que plantamos agora. A antiga demanda do movimento trabalhista estava certa: pão e rosas também. Uma economia em defesa da vida e da democracia.
ECONOMIA ANTIFASCISTA: Em Defesa da Acessibilidade, Dignidade e Democracia será lançado em 20 de outubro pela Penguin.
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