"Provavelmente são os telespectadores que não leram Homero que mais gostarão de 'A Odisseia'" — a versão de Christopher Nolan — escreve Richard Brody. Isso não acontece, ele argumenta, porque grande parte do poema é necessariamente omitida da adaptação cinematográfica, mas sim por uma ausência generalizada: os deuses. Exceto por Atena (Zendaya), o panteão grego clássico está amplamente ausente do filme de Nolan, embora controle cada momento do poema épico.
"Em vez disso, Nolan desenrola um drama puramente humano", continua Brody, uma versão enxuta e naturalista da história que tempera as sensibilidades antigas do texto original. O Odisseu de Matt Damon é "impassível e sobrecarregado", não poderoso e volúvel. Quais são os custos de representar A Odisseia para os tempos modernos? Brody considera as forças — e as limitações — de uma adaptação épica limitada pela moralidade contemporânea: https://lnkd.in/gGMKZsct
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