Se quiseres fazer um protesto, entrega uma rosa.
Não uma rosa de plástico, vazia de sentido. Mas uma rosa viva, com raízes na terra da sabedoria e espinhos que perfuram a indiferença.
Nas mãos de quem respeita o saber, ela desabrochará.
Nas mãos de quem o destrói, ela murchará.
A rosa é um símbolo do saber e da juventude,
Pois nela há vida e beleza,
Como na juventude e no saber, exige atitude.
Há 35 anos venho plantando rosas.
Plantei-as no Movimento Empresas Juniores, quando acreditei que jovens poderiam transformar a economia antes mesmo de terem diploma. Plantei-as nas salas de aula da escola pública, ensinando matemática como quem ensina a liberdade. Plantei-as nos corredores de Harvard, Yale, Stanford, Columbia e MIT, onde orientei pesquisadores a olharem para o Brasil com justiça social e sustentabilidade.
E as rosas floresceram.
Floresceram em 1.700 textos escritos ao longo de 20 anos no meu blog. Floresceram em cinco livros, em filmes indicados ao Oscar, em um podcast que chamei de Missão Educadora, em um aplicativo-game que conecta jovens a oportunidades de vida, trabalho e cidadania.
É preciso que as rosas protestem,
Que a liberdade de espírito se expresse,
Em vez de palavras mostrem o sentido,
Denunciem a utilização da força
Contra a razão do oprimido.
Denuncio a força dos que querem calar a ciência. Denuncio a força dos negacionistas que, na pandemia, preferiram o abraço da morte ao aperto de mão da vida. Denuncio a força das oligarquias dos 01, 02, 03, 04... que há décadas sugam o Estado como quem suga a seiva de uma rosa até deixá-la seca.
Denuncio o silêncio, que oculta, com rosas
Pois elas não se calam,
Elas falam a língua da natureza
Que a força não domina, pois é Energia.
Sou fellow Ashoka. Sou empreendedor de um novo Brasil eleito pela Exame. Fui premiado na Espanha pelo ex-presidente da UNESCO, no Chile, na ONU em Nova York. Mas o prêmio que realmente carrego é ter visto, com meus olhos, o que a ignorância é capaz de fazer.
Quem imaginaria, mesmo em filme,
Matar seis milhões de judeus,
Com câmaras de gás, enterrando-os vivos...
Os povos mais perseguidos da história — negros, indígenas, judeus — nos ensinam que quem considera sua raça superior é, no mínimo, burro. Nosso DNA é o mesmo. Nossas dores se encontram. Nossas lutas são irmãs.
Mas não te preocupes,
O Protesto das Rosas continua...
Não sou Bolsonaro. Não sou filiado ao PT. Sou anti-Trump. Quero o apoio de Alckmin, de Lula, de Bernie Sanders — porque construo pontes, não muros. Aprendi com Shakespeare que o belo nasce do encontro entre culturas. Aprendi com a vida que a economia depende da cooperação, que a inclusão expande mercados, que o egoísmo é ignorância com consequências brutais.
Só te lembres com saudades da glória,
Atitudes e do saber de grandes homens,
Que continuam vivos em nosso espírito,
Proporcionando a transformação de
Idéias em liberdade e energia, o resto está morto!
O resto está morto.
Mortos estão os que acham que política se faz com currais eleitorais.
Mortos estão os que tratam a educação como despesa, não como investimento na alma humana.
Mortos estão os que constroem presídios enquanto poderiam estar libertando mentes.
Nós estamos vivos.
O mundo é aquilo que somos,
O tamanho dos protestos que plantamos,
A rosa que carregamos,
A consistência de nossos sonhos.
Sonho com uma São Paulo onde a USP, a UNESP e a UNICAMP sejam celebradas como templos da criação, não atacadas como focos de doutrinação.
Sonho com um Vale da Inovação em Políticas Públicas, onde a sociedade civil empreenda de baixo para cima, com alma e paixão.
Sonho com a democracia direta, onde cada indivíduo conquiste sua liberdade para que a sociedade não fique refém dos delírios de dirigentes — sejam eles de esquerda ou direita.
A disciplina da realidade,
Que não permite, neste momento, descansar,
Precisamos continuar a desabrochar...
Porque, sim, há quem queira utilizar as rosas como adereço.
Há quem queira vestir a fantasia da mudança enquanto mantém as estruturas da opressão.
Há quem queira falar em nome do povo enquanto vive às custas do Estado.
A esses, não entregarei minhas rosas.
Em nossas mãos a rosa não murchará,
Precisamos viver, viver, viver
E tudo contrário à vida, é a morte,
Carregada por palavras sem alma,
Pela força que domina,
Pela omissão que castra,
Pela mentira que ilude,
Pelo vazio que não preenche,
Pelos projetos que nunca saem do papel.
Mas não te preocupes.
O Protesto das Rosas continua.
O Desejo continua.
O Saber floresce.
A atitude acontece.
Não te esqueças:
A Natureza não morre.
Nós somos instrumentos da vida!
O Jardim está repleto de rosas.
Elas continuam nascendo nas periferias, nas universidades, nas escolas públicas, nos laboratórios de inovação, nos movimentos culturais, nos olhos de cada jovem que ainda acredita que pode ser mais.
E deve ser entregue o buquê de rosas
A todos que necessitam sentir seu aroma.
Aos professores, que resistem.
Aos estudantes, que sonham.
Aos empreendedores sociais, que constroem.
Aos cientistas, que iluminam.
Aos artistas, que nos salvam.
Já aqueles que querem utilizá-las como adereço,
Que vestem a máscara da renovação mas carregam a alma do atraso,
Não são dignos delas.
Mas não te preocupes.
O PROTESTO DAS ROSAS COMEÇA AGORA.
Começa comigo, Egidio Guerra, Pre candidato ao Governo de São Paulo pelo PSB 40.
Começa com cada texto que escrevi, cada filme que realizei, cada vida que toquei.
Começa com a certeza de que política também se faz com poesia, com humor, com genialidade e com a coragem de ser inteiro.
Vem comigo.
Vamos entregar rosas.
Vamos desabrochar juntos.
Por uma São Paulo viva. Por uma educação que liberta. Por uma política que abraça.
#EgidioGuerraGovernador #OProtestoDasRosas #TerraDaSabedoria #VivaAVida
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